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Sex, Jul

CTB Pará

  • Os bombeiros civis paraenses fundaram o Sindicato dos Bombeiros Civis do Estado do Pará (Sindbc-PA), no sábado (10), na sede da CTB Pará, na capital Belém. “Há mais de quatro anos, após minha formação como Bombeiro civil, comecei a observar o cenário do nosso mercado de trabalho e daí partiu o interesse e a necessidade de se montar um sindicato que representasse exclusivamente nossa classe”, diz Everaldo Trindade, presidente eleito do Sindibc-PA.

    Para ele, “mais do que nunca os sindicatos são fundamentais para mobilizar e organizar a luta da classe trabalhadora na resistência ao desmonte promovido pelo golpe de 2016 e que o futuro governo promete piorar ainda mais a nossa vida”.

    A nova entidade sindical representará toda categoria profissional das trabalhadoras e trabalhadores bombeiros civis, compreendida pelas funções do bombeiro profissional civil básico, bombeiro civil líder, bombeiro civil mestre, de acordo com a Lei Federal 11.901/2009 com base no CBO 5171-10 (Código Brasileiro Ocupações) do Ministério do Trabalho e suas possíveis variações e nomenclaturas.

    Os trabalhos da assembleia de fundação, foram coordenados pelo bombeiro civil, Trindade e secretariado pela bombeira civil Aline Aviz Cintra. Estando presentes o presidente da CTB Pará, Cleber Rezende, a vice-presidenta, Lucileide Mafra Reis, que preside a Federação Amazônica dos Trabalhadoras Domésticas e a advogada Jullianny Geraldo, do escritório J.J. Geraldo.

    Lucileide  lembrou que a reforma trabalhista já etm um ano fazendo estragos no mundo do trabalho. “Vivemos momentos de retrocesso no que tange os direitos das trabalhadoras e trabalhadores, mas não nos deixamos abater”.

    Segundo ela, a fundação do Sindibc-PA é uma “prova importante de que a CTB se mantém firme na luta para resistir e ajudar o Brasil a retomar o rumo do crescimento independente e com justiça social. Lutar é preciso porque vencer é possível”.

    Trindade  fez uma breve explanação da necessidade da organização sindical dos trabalhadores dos bombeiros civis do estado do Pará, visto que a cada dia a exploração e o desrespeito à classe trabalhadora só aumenta, sendo imperioso a organização.

    Em seguida foi aprovada a fundação da entidade, eleita e empossada a diretoria do sindicato para um mandado de quatro anos. Ao final, foi deliberado a filiação do sindicato à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    A diretoria eleita ficou assim composta:

    Presidente: Everaldo Trindade da Silva

    Vice-presidente: André Luiz Padilha Ferreira

    Secretária-Geral: Aline Aviz Cintra

    Diretor Financeiro: Sergio Adrianni Borges de Azevedo

     Diretor Administrativo: Wilker Rock Silva de Jesus

     Diretor de Comunicação e Marketing: Tiago Lopes Dias

    Diretor de Assuntos Sociais, Cultura, Esportes e Eventos: Raimundo Nonato da Conceição França

    Diretores suplentes:

    Vice-Diretor Financeiro: Davi Araújo de Andrade

    Vice-Diretor Administrativo: Elizeu Mesquita de Souza

    Vice-Diretor de Comunicação e Marketing: Carlos Henrique Canuto Lima,

    Vice-Diretor de Assuntos Sociais, Cultura, Esportes e Eventos: Ernesto Cardoso da Silva

    Conselho Fiscal:

    Hermesson Frederick da Silva Fonseca

    Manoel Raimundo Costa Ribeiro

    Suplentes do Conselho Fiscal:

    Gerson Dias da Trindade

    Alipio Aires Cardoso Junior

    Josimar de Morais Pereira

    Portal CTB com informações da CTB Pará

  • Nesta sexta (8), a partir das 14h, no Sindicato dos Urbanitários - Av. Duque de Caxias, 1235, entre Lomas e Enéas Pinheiro -, o Fórum das Centrais Sindicais no Pará realizará o Seminário sobre a reforma da previdência, que quer acabar com o direito a aposentadoria.

    "Será um espaço de avaliação e orientação sobre o que está em jogo. Mobilize seu Sindicato, seus colegas de trabalho, vamos juntos realizar um grande e proveitoso debate e preparar as lutas atuais e futuros", conclamou o presidente da CTB Pará, Cleber Rezende.

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    CTB Pará

  • Realizada nesta quinta-feira (10), as eleições para a diretoria do Sindicato dos Agentes de Vigilância da Prefeitura Municipal de Barcarena (SINDAVIBA), para o exercício 2019/2022.

    O processo eleitoral contou com duas chapas concorrentes, a chapa 1 Por um Sindicato Verdadeiramente da Categoria, encabeçada pelos vigilantes Pedro de Jesus - presidente e Wenilton Cavalcante - vice, já a chapa oposicionista, chapa 2 Transformação, representada por Amiraldo – presidente e Narciso - vice.

    A categoria dos agentes de vigilância municipal de Barcarena compareceu às urnas e elegeram a chapa 1 Por um Sindicato Verdadeiramente da Categoria com 178 dos votos, contra 119 para a chapa 2 de oposição. A eleição foi marcada pela disputa entre a chapa da categoria pela manutenção de um sindicato classista e independente do governo, enquanto a chapa oposicionista representava o atrelamento e submissão do sindicato ao governo.

    Pedro de Jesus, presidente eleito, ressaltou que o “Sindaviba seguirá autônomo em relação ao governo municipal e na defesa dos interesses e direitos da categoria”, Jesus agradeceu aos filiados e apoiadores, afirmando “os votos dos trabalhadores serão respeitados e valorizados com o trabalho coletivo e classista desta diretoria sindical para avançarmos nas conquistas”, finalizou.

    Para Wenilton Cavalcante, a categoria deu o rumo de um “sindicato dos e para os trabalhadores, com independência para defender a categoria”, registrando e agradecendo a comissão eleitoral pelos trabalhos realizados, a categoria pela votação e a presença e acompanhamento da CTB às eleições.

    Cleber Rezende, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB Pará, juntamente com Marcos Afonso e Nelson Ferreira, diretores do Sepub, acompanharam os trabalhos das eleições e Rezende falou da importância da manutenção do Sindaviba nas mãos dos servidores, os vigilantes, afirmando que “sindicato é para a defesa da categoria e não para ser correia de transmissão da chefia dos vigilantes”, e que a “CTB reafirma o compromisso com a categoria e seu sindicato para seguirmos nas lutas”, por fim, agradeceu os dirigentes eleitos do Sindicato em seguir nas fileiras da Central classista.

    CTB Pará

  • No próximo dia 21 de janeiro, centrais, juristas e magistrados se somam aos atos pelo Brasil em defesa da Justiça do Trabalho. O ato deverá ocorrer na Praça Brasil, em frente ao prédio do TRT8.

    "Compreendemos que o conjunto de medidas proposto pelo novo governo tem como foco desmontar a Justiça do Trabalho. Está que já vem sofrendo com desmonte, pós reforma trabalhista, em vigor há 13 meses", afirmou Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, ao reiterar convocação para o ato.

    Ele lembra que "na relação capital/trabalho, a Justiça do Trabalho tem como função importante equilibrar as forças nesta relação, uma mediação fundamental para minimizar as perdas do trabalhador e da trabalhadora no processo de negociação, por exemplo. Portanto, estaremos nas ruas dia 21 juntos com aqueles que defendem este importante espaço". E completa: "Reiteramos a convocação a base da CTB, bem como ao conjunto da classe trabalhadora em nosso estado".

    Unidade por direitos

    A desembargadora Pastora Leal agradeceu a iniciativa da Amatra8 e do Sindjuf e também reafirmou “que apoiará sempre qualquer manifestação em defesa da Justiça do Trabalho, desde que ela seja pluralista e com representação de diversos segmentos da sociedade“.

    Para a presidente do TRT8, só com representatividade de todos os usuários da Justiça do Trabalho e manifestação livre de pensamento é que a democracia se consolida. “Esperamos que o ato promovido pela Amatra8 e pelo Sindjuf seja marcado pela liberdade de expressão e que represente perante a sociedade um compromisso na manutenção dos bons serviços que a Justiça do Trabalho mantém para população brasileira desde a sua criação”.

     

     

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    CTB Pará

  • As centrais sindicais paraenses (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas), reunidas em Belém nesta segunda (03), na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/MTE/Pará, debateram o desenvolvimento do Estado, o mapa do emprego e as perspectivas do crescimento econômico e a distribuição de renda.

    O diretor técnico do DIEESE-PA, o economista Roberto Sena, apresentou os dados para subsidiar os debates os quais apontam que o estado segue com saldo positivo entre admitidos e demitidos, no entanto apresenta um déficit de 416 mil postos de trabalhos.

     Para Cleber Rezende, presidente da CTB/PA, a socialização das informações foi importante para “visualizarmos o processo de desenvolvimento regional, interno no Estado, as regiões promissoras e as principais áreas da geração de empregos e necessidades da formação e qualificação profissional no Pará”.

    Agenda

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    Representantes das centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas) no Pará.

    Durante o encontro as Centrais Sindicais definiram solicitar uma audiência com o governador eleito, Hélder Barbalho (MDB), para a apresentação da pauta e das proposições da classe trabalhadora paraense, focada no desenvolvimento, na geração de empregos e distribuição de renda, na valorização do funcionalismo público, na melhoria dos serviços prestados pelo Estado ao povo, na defesa da segurança pública e da intervenção do governador na defesa da estabilidade dos servidores públicos.

    CTB Pará

  • A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará participou, nesta quinta-feira (11/07), da sessão especial da Assembléia Legislativa do Estado do Pará - ALEPA, coordenada pelo deputado estadual Carlos Bordado - PT, os secretários de Estado de Emprego e Renda, Casa Civil e as Centrais Sindicais.

    Para a CTB o diálogo é fundamental e com a responsabilidade de defender o desenvolvimento estadual do Pará, levando em considerações suas regiões e sob a ótica da classe trabalhadora, soma-se a todos que veem o desenvolvimento Estadual/regional, neste momento adverso dentro do contexto nacional, ameaçado em sua soberania, democracia, com a desvalorização do trabalho, ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários, portanto, tendo o compromisso de trabalhar os variados potenciais de forma integrada, no sentido de dirimir os gritantes desníveis regionais, objetivando o rompimento das amarras do fascismo, neoliberalismo e do neocolonialismo nacional e internacional.

    O presidente da CTB/Pará, Cleber Rezende, ressaltou o combate de todas as formas de ataques aos direitos previdenciários e de retrocessos, todas as medidas de resquício neoliberal e de fascismo autoritário, e que entende que para o Pará avançar nas conquistas, com geração de empregos e distribuição de renda, é necessária uma aposta na construção de um pensamento e de uma prática que desenvolva o Estado valorizando a Amazônia a partir de suas particularidades, complexa e diversa. Para Rezende, "o Pará e a Amazônia precisam serem compreendidos não como celeiros, almoxarifados ou reservas estratégicas do capital, mas enquanto pontos geopolíticos de alto significado no mundo, de desafios a novos paradigmas de desenvolvimentos, de desafios à ciência e novas tecnologias, de inclusão de sua gente".

    O Pará é de uma riqueza natural incomensurável. Possui todos os elementos e potencialidades indispensáveis ao desenvolvimento: energia, minérios, água, terra fértil, biodiversidades, gente laboriosa e um acúmulo de saberes. A região tem o que o mundo se ressente, provocando motivo de cobiça e alerta constante, diante da sanha do capital financeiro e da ação agressiva do imperialismo. Porém, toda essa potencial disponível não serve a seu povo. É a região mais saqueada, que mais concentra riqueza, com os menores PIBs per capita e IDHs do país, só o Pará tem 10% dos miseráveis. A região sofre com a lógica da rapina e de complementação subalterna da economia nacional e mundial.

    A relação da região com o país sempre foi pautada pelas demandas do mercado externo e/ou para resolver as crises internas. Desde as drogas do Sertão, passando pela borracha, chegando ao minério de ferro, produção de alumina e alumínio, madeira e o agronegócio. São grandes projetos e enclaves que não se interligam, não se potencializam provocando uma grande desigualdade intrarregional.

    A CTB ainda destacou que todos os projetos de integração leia-se ocupação, mais agravaram a dilapidação, promoveram a concentração de riquezas e provocaram problemas sociais e ecológicos inerentes. A região é a maior exportadora de matéria-prima somada a insumos e grãos, que a Lei Kandir, como ironia cruel, isenta de ICMS, para garantir a balança de pagamentos. Penalizando o amazônida/paraense, o Estado e os municípios que ficam sem capacidade maior de investimento.

    Sendo afirmado que há dois grandes desafios: 1) A formulação de um pensamento paraense/amazônida, portanto unificado, sobre seu desenvolvimento regional e a justa integração com o projeto nacional; 2) A construção de unidade da vontade política, que supere a divisão e o preconceito entre o Estado e o nacional, garantindo força política necessária para concretizar os objetivos acima.

    Indubitavelmente, cabe à classe trabalhadora, aos movimentos sociais e Centrais Sindicais, às forças políticas progressistas e de esquerda, a setores produtivos a iniciativa nesse importante processo, mobilizando a sociedade civil, o Governo do Pará, prefeitos e bancada parlamentar estadual e federal através de inúmeras atividades de debates e proposições, sobre diversos temas, mas focado na visão de conjunto, de projeto regional integrado e inclusivo.

    Para a CTB e seus Sindicatos filiados, essa construção de médio e longo prazo inclui o debate e as proposições para o desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de rendas. É preciso aproveitar esse momento de debates entre Governo e sociedade civil, destacando os movimentos sindicais da classe trabalhadora, para realizar o debate político, propor, fazer as cobranças, mostrar o Pará e a Amazônia na sua real importância para o Brasil. Sem resvalar para as ilusões de classe, compreendendo as limitações existentes, é preciso ser firme na defesa da efetivação das propostas apresentadas por esse plenário qualificado, nesta sessão especial.

    Com essa compreensão a CTB/Pará apresenta as seguintes proposições:

    a) Reconhecer e tratar o Pará e a Amazônia na sua real importância para o desenvolvimento do país, rompendo com a visão e prática neocolonial de rapina; garantindo uma justa integração regional e o bem estar de seu povo;

    b) Incentivar a geração de emprego e renda, verticalizando a economia nas mais diversas áreas; integrando seus diversos projetos no sentido do mercado interno e exportação de bens industrializados;

    c) Implementar infraestruturas que considerem a realidade regional, trabalhando o intermodal, com destaque para as hidrovias e portos, incrementando a indústria naval; garantir a derrocada do Pedral de Lourenço, no rio Tocantins;

    d) A implementação de ferrovias que possibilite o transporte de cargas e passageiros, o transporte da produção agropecuária e florestal, não só a produção minerária em matéria prima;

    e) Garantir importante parte da energia produzida na região para o seu desenvolvimento; baixando seu custo local; que as taxas de exportação sejam voltadas para gerar emprego e renda local;

    f) Fim da Lei Kandir e ressarcimento dos prejuízos acumulados;

    g) Reforma agrária – ocupação do latifúndio improdutivo, com incentivo ao médio produtor e à agricultura familiar; garantia de mercado e compra para a produção;

    h) Ampliar e consolidar a Regularização Fundiária urbana e rural, fortalecendo os órgãos responsáveis no Estado;

    i) Fim do trabalho escravo e infantil;

    j) Criação de universidades nas diversas regiões do Pará para produzir o conhecimento científico, promover as inovações tecnológicas, constituir massa crítica, incentivar e apoiar o setor produtivo; com ensino, pesquisa e extensão voltados para as realidades regionais;

    k) Trabalhar a preparação e a formação dos trabalhadores, proporcionando mais Institutos de ensino no Estado;

    l) Fortalecer o SUS na região e adequá-lo a realidade amazônica;

    m) Que os fundos de investimento privilegiem empreendimentos do setor de produção que amplie a geração de emprego e renda;

    n) Que o Estado retome todas as obras paralisadas, seja as estaduais ou federais, em articulação com o governo federal, em especial os projetos do Minha Casa, Minha Vida, o Luz Para Todos e Minha Casa, Minha Vida rural;

    o) Implementação de um arrojado programa de reformas e construções de escolas estaduais em todos os municípios paraenses;

    p) Trabalhar a implantação das escolas de tempo integral e escolas técnicas, valorizando a formação profissional com as vocações resionais;

    q) Garantir que os sistemas de seguranças privadas de empresas sejam realizados por empresas especializadas, com trabalhadores regularizados, coibindo os chamados “bicos” por agentes do sistema da segurança pública;

    r) Incentivar e exigir a verticalização de parte da produção minerária e de madeira e seus derivados no Pará, reforçando o reflorestamento;

    s) Valorizar e fortalecer a política do setor pesqueiro paraense;

    t) Efetivar a Zona de Processamento de Exportações - ZPE de Barcarena.

    A CTB/Pará envidará esforços junto aos Sindicatos filiados de cada município nas regiões, junto aos movimentos sociais, em particular a outras Centrais Sindicais, no sentido de construir um movimento em defesa do desenvolvimento integrado do estado do Pará e da Amazônia que garanta a riqueza gerada para o bem estar do seu povo. Assim como, cobrará do governo estadual a devida efetivação das propostas aqui apresentadas.

    TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO PARÁ, UNI-VO-NOS!
    POR UM PARÁ E UMA AMAZÔNIA DESENVOLVIDOS, COM JUSTIÇA SOCIAL E VALORIZAÇÃO DO TRABALHO!

    Certos da contribuição ao debate e defesa dos interesses Paraenses Amazônicos e pela retomada de um Novo Projeto Nacional de Desenvolvimento do Brasil, saudações classistas.

    Belém, 11 de julho de 2019.

    CENTRAL DE TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL – CTB/PARÁ

  • A Venezuela vive uma conjuntura politica e social, interna e externa, muito adversa para os venezuelanos, há uma tentativa de golpe contra o mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O golpe em curso é liderado pelo seu opositor, o deputado Juan Guaidó, que se intitula "presidente encarregado" do país, com as “benções” do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump e corroborado pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL).

    O presidente estadunidense, Donald Trump, ao reconhecer Guaidó como presidente, reforça sua agenda geopolítica belicista e antilatinoamericana contra o governo popular da Revolução Bolivariana, iniciada por Hugo Chávez e em curso com o presidente Nicolás Maduro, na construção de uma agenda de mudanças políticas, econômicas e sociais. O cenário venezuelano é de conflitos, e ameaça a soberania nacional de todos os países latino-americano.

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    Em solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, a CTB/Pará em conjunto com outras organizações, entre estas o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), estiveram visitando, na manhã desta segunda-feira (28), o Consulado da Venezuela em Belém, para manifestar solidariedade e apoio ao presidente Nicolás Maduro e seu povo.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, ressaltou ser de fundamental importância que as “lideranças sindicais, populares e os partidos políticos progressistas manifestem solidariedade à revolução bolivariana e denunciem o golpe em curso”. Rezende disse ainda, discordar do presidente Jair Bolsonaro (PSL), em fomentar conflitos com o país vizinho, e que não cabe o governo brasileiro “ingerência na Venezuela". Rezende lembra, ainda, que a instabilidade não interessa ao povo e aos trabalhadores, servindo somente aos interesses dos poderosos venezuelanos e dos Estados Unidos.

    Segundo Rodrigo Moraes do CEBRAPAZ "O golpe em curso deferido por Juan Guaidó, com apoio direto dos Estados Unidos, ameaça seriamente a soberania do país". Moraes registra que "é o interesse no petróleo move todo esse suposto interesse estadunidense em defender uma democracia, que para nós, está sendo defendida plenamente a partir do momento em que o presidente Nicolás Maduro vence as eleições de 20 de maio de 2018".

    Ao término da visita as entidades presentes ajustaram com a senhora Glennys Hernandez, Cônsul General de Venezuela, de realizar uma atividade com um conjunto de lideranças políticas e sociais na próxima quarta-feira (30/01) às 17h no Consulado em Belém, sediado à Rua Ferreira Cantão, 331 – Praça Barão do Rio Branco (em frente a OAB/PA), em solidariedade e apoio ao governo Maduro e o povo venezuelano.

    CTB Pará

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/PA e seus sindicatos de base em conjunto dos movimentos de mulheres percorreram ruas e avenidas em Belém do Pará contra o machismo, a violência e os feminicídios que vitimizam milhares de brasileiras todos os anos, bem como contra a reforma previdenciária, os efeitos da trabalhista e denunciando os desmontes promovido pelo governo extremista de Jair Bolsonaro nas políticas públicas conquistas nos últimos anos.

    Na manhã desta sexta-feira, 08/03/2019, aproximadamente 3 mil mulheres e homens dos movimentos sindicais e sociais como CTB, CUT, CONLUTAS, MST, MAB, UBM, UJS e diversos seguimentos e organizações do movimento feminista e sindicatos de diversas categorias, movimento negro, partidos de esquerda, estudantes e movimentos populares realizaram a Marcha das Mulheres em defesa da democracia, soberania e dos direitos humanos e sociais da classe trabalhadora brasileira, em especial das mulheres. O ato ocorreu em todo o Brasil.

    A ação foi organizada pela Frente Feminista, composta por diversas organizações de Mulheres e movimentos sindicais e sociais que representou um grande ato de unidade das diversas forças políticas paraenses.

    Para Márcia Pinheiro, diretora da CTB Pará e do núcleo da educação, "no Pará, o avanço do capital afeta diretamente a vida das mulheres camponesas, sejam pelo agronegócio ou pelos grandes projetos, como Belo Montes, instalações de usinas hidroelétricas no estado, sem levar em consideração as realidades e peculiaridades locais do povo camponês local e os impactos ambientais", frisou a dirigente.

    A secretária da Mulher da CTB Pará, Deusarina Lisboa, que é diretora do Sindicato dos Rodoviários do Pará, ao usar da palavra representando a Central classista, disse que a "marcha cumpre o papel de denunciar os ataques de Bolsonaro as mulheres, com a reforma da previdência social" afirmando ainda que "a MP 873 objetiva liquidar a resistência a reforma em curso, asfixiando as entidades da classe trabalhadora, os sindicatos, que serão implacáveis contra os intentos nefastos do governo fascista e neoliberal", finalizado Deusarina defendendo a necessidade da "retomada de um novo projeto nacional de desenvolvimento com geração de emprego e distribuição de renda no Brasil".

    Fonte: Cleber Rezende, presidente da CTB/PA.

  • Com a proximidade das eleições para a nova gestão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), que ocorre na terça-feira (12) e quarta-feira em todo o estado, a CTB convida às educadoras e educadores a participarem  de uma plenária nesta sexta-feira (8), às 16h, na sede da CTB Pará.

    “A CTB está encabeçando a Chapa 3 Sintepp – Mudar pra Lutar, que é composta por bravas lideranças sindicais educacionais de nosso estado”, afirma Cleber Rezende, presidente a CTB Pará.

    Ele explica que a Chapa 3 é uma união entre a CTB e a CUT. E conta que Thiago Barbosa, vice-presidente da CTB Pará, encabeça a chapa como candidato a coordenador-geral do Sintepp. Por isso, acentua, “necessitamos do apoio de todos e todas para fazermos campanha, boca de urna e fiscalização das eleições nos dias 12 e 13".

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    De acordo com os cetebistas, a eleição ocorre em 131 municípioas e conta com mais de 50 mil eleitores. A disputa ocorre entre quatro chapas e a CTB encabeça a Chapa 3. “O Sintepp é um dos principais sindicatos do Pará e é muito importante termos uma direção que fortaleça a luta das educadoras e educadores paraenses por uma educação pública de qualidade”, diz Thiago Barbosa.

    “Estamos na reta final da campanha  e é determinante para consolidação da maior vitória da oposição e dos objetivos da construção de um Sintepp para todas e todos”, afirma Márcia Pinheiro, dirigente da CTB Pará e componente da Chapa 3. “Todo mundo fazendo campanha das nas escolas, subsedes e regionais”.

    Para ela, “o desafio é intensificar a campanha até o término da votação dia 13. Necessitamos de equipes de boca de urnas, de fiscais e mesários, rumo ao controle, fiscalização e uma forte campanha para a vitória por um Sintepp verdadeiramente estadual e presente nas lutas em todos os cantos do Pará”.

    Serviço

    O que: Plenária CTB Pará para apoio à Chapa 3 do Sintepp

    Quando: Sexta-feira (8), às 16h

    Onde: sede da CTB Pará (Rua Tiradentes, 35 entre Piedade e Assis de Vasconcelos, Belém)

    Portal CTB

  • No Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (Sindiguapor) tomou posse na manhã desta sexta-feira (01/02), em Belém/PA, a nova diretoria para o triênio 2019 a 2021, com a responsabilidade de gestão sindical em tempos de “ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários, privatizações e cortes nas receitas dos sindicatos”, disse o presidente empossado Rodrigo Vilhena, afirmando que “a parceria com o sindicato irmão, o Sindiporto, e a CTB, será fundamental para garantir conquistas para a categoria da guarda portuária do Pará e Amapá”.

     Para o presidente do Sindiporto, Dalton Beltrão, o sindicato esta em boas mãos com o presidente Rodrigo, ressaltando que “ele é um dos sindicalistas, da área portuária, dos mais abnegados na defesa da categoria, com disposição para as lutas contra as privatizações dos portos e contra a reforma da previdência que objetiva acabar com a aposentadora especial aos guardas portuários”.

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    O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará, Cleber Rezende, saudou a diretoria empossada, colocando a Central Classista a disposição das tarefas sindicais da categoria. Rezende lembrou que o presidente Bolsonaro “implementa um dos maiores programas de privatizações, e que áreas portuárias são estratégicas para o Brasil e a defesa da soberania nacional”, complementando que a luta contras as privatizações dos portos “é por manutenção de empregos e direitos dos guardas e dos portuários em geral”.

    O ato de posse contou com as presenças vários trabalhadores, de representantes da Companhia Docas do Pará, o diretor financeiro Raimundo Rodrigues, representante da Autoridade Marítima, o Capitão de Fragata Kaysel, e as presenças dos dirigentes da CTB/Pará e do Sindiforte, Ronilson Sales e Jonh Carvalho.

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    CTB Pará

  • Na última sexta-feira, 12 de abril de 2019, em Xinguara, sul do Pará, foi realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/PA e subseção de Xinguara a homenagem à memória do Frei Henri Burin des Roziers. Henri teve destacada atuação como advogado dos trabalhadores rurais e camponeses no sul do Pará, na Comissão Pastoral da Terra – CPT, dedicando sua vida na luta pela paz, a justiça, a verdade, o direito e no combate ao trabalho escrevo.

    O evento celebrou as realizações e os significados de Frei Henri “para nós, os defensores dos direitos humanos no Pará, sua luta e depois suas cinzas adubam o viveiro da esperança dos sonhos de outro mundo mais justo e igualitário, reforçando na atual conjuntura adversa, a necessária luta por justiça e paz no campo paraense”, reafirmou o presidente da CTB/Pará e advogado Cleber Rezende.

    Frei Henri atuou na condenação dos assassinos dos líderes sindicais João Canuto, morto em Rio Maria (PA) em 1985, e de seu sucessor, Expedito Ribeiro de Sousa, assassinado em 1991.

    Na solenidade do II Prêmio Frei Henri des Roziers de Direitos Humanos, realizada às 19h00 dia 12/04, no auditório do Sintepp Xinguara, premiou três personalidades que se descaram na defesa dos direitos humanos, o advogado e professor Adilar Daltoé, a agente da Pastoral da Terra, Ana de Souza Pinto e advogado Walmir Brelaz. Momento de muitas emoções ao relembrar o frade dominicano que viveu no Brasil de 1979 a 2013.

  • Nos dias 06 e 07 de junho (quinta e sexta) a CTB/Pará promoveu aos dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rodoviários do Pará uma formação Sindical onde debateu as Reformas Trabalhista e Previdenciária, Aposentadoria Especial e O Papel dos Dirigentes Sindicais classista e suas Tarefas na Luta de Classes na atualidade. O Seminário foi no Centro de Formação dos Rodoviários, em Belém.

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    Juiz do Trabalho, Dr Pedro Tupinambá, presidente da AMATRA.

     

    No primeiro momento o juiz do trabalho, Dr Pedro Tupinambá, presidente da AMATRA, apresentou os efeitos da Reforma Trabalhista para a Classe Trabalhadora Brasileira. Tupinambá contextualizou histórica e internacionalmente as lutas da classe trabalhadora na relação entre Capital e Trabalho, os avanços alcançados e os retrocessos, no Brasil, com a reforma Trabalhista do governo de Michel Temer, em 2017. 

    Para o juiz , o que ocorreu foi a precarização das relações de trabalho e um ataque as organizações sindicais da classe trabalhadora, sem avanços na geração de empregos e na melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.

    Já o presidente do Sindicato dos Auditores Fiscais do Estado do Pará (SindFisco), o auditor fiscal, Antônio Catete, apresentou a proposta de Emenda Constitucional, a PEC 06/2019 que trata da Reforma da Previdência Social. Em sua exposição foi ficando claro para os dirigentes sindicais o que representa o intento do governo Bolsonaro em acabar com o direito à aposentadoria da classe trabalhadora brasileira. Para Catete, a Reforma não interessa aos trabalhadores e trabalhadoras, nem para a retomada da economia e da geração de empregos, como alardeiam o governo, a mídia e o empresariado.

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    Dra Jullianny Geraldo.

     

    A Dra Jullianny Geraldo, especialista em Direito Previdenciário e advogada do Escritório J.J. Geraldo, tratou sobre a Aposentadoria Especial para a categoria dos rodoviários, na Reforma Previdenciária contida na PEC 06/2019, frisando o quanto a Reforma da Previdência é danosa a categoria e ao povo brasileiro.

    Os sindicalistas José Marcos - Marcão, diretor da CTB Pará e Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, trataram dos desafios da classe trabalhadora no contexto dos ataques do governo Bolsonaro as organizações sindicais e o papel do dirigente sindical classista.

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    Antônio Catete, presidente do SindFisco.

     

    Para Ewerton Paixão, vice presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rodoviários do Pará (STTREPA), o seminário de formação Sindical promovido pela CTB e STTREPA foi de fundamental importância para preparar a diretoria do Sindicato para a defesa classista da categoria rodoviária, "nossa diretoria se prepara para as tarefas e ações específicas na categoria e para as lutas gerais do povo e da classe trabalhadora brasileira, contra o desmonte dos Sindicatos, contra a precarização das relações de trabalho e, em especial, para barrar nas ruas, nas garagens e locais de trabalho e no Congresso Nacional a famigerada reforma previdenciária do Bolsonaro", finalizou Paixão, "estaremos em todas as lutas e atividades contra a Reforma da Previdência Social", agradecendo a CTB e seus dirigentes Cleber Rezende, Márcia Pinheiro, Marcão, Jonh Carvalho e Wladimir Borges, bem como todos os palestrantes.

  • No sábado, (18/05), no auditório central da UFPA, em Altamira (PA), foi realizado Seminário para debater sobre a Proposta de Emenda Constitucional da Reforma da Previdência (PEC 06/2019).

    Evento organizado pela Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo e, com a presença de varias organizações sociais da região, como UJS - União da Juventude Socialista, Sindicatos dos Bancários e dos trabalhadores em Educação (SINTEPP), MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens, Juventude Manifesto, Expressão Popular, Curso Popular, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Consulta Popular, PT, PCdoB, PSOL e representantes da igreja católica e da igreja evangélica.

    O evento teve como facilitadores do debate José Marcos Araujo (Marcão), diretor do Sindicato dos Bancários e da CTB/Pará e Vitoriano Bill, do Sintepp Altamira.

    Em um rico debate, que contou ainda com a presença do deputado federal Airton Faleiro (PT) e deputado estadual Dirceu Ten Caten (PT), aprofundou sobre os danos da reforma da previdência na vida dos Brasileiros.

    O Marcão mostrou as perdas dos trabalhadores, principalmente das mulheres, com a reforma proposta “que atinge os mais fragilizados economicamente, sem condições contributivas, além de destruir a economia da maioria dos municípios brasileiros”, disse o representante dos bancários alertando que o município de Altamira, por exemplo, perderia grande parte de sua arrecadação, já que a cidade recebeu, em 2017, R$ 130 milhões através dos benefícios previdenciários enquanto apenas R$ 28 milhões do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). “Essa reforma coloca em risco os pequenos comércios dos municípios brasileiros, como mercearias, vendas, farmácias, e até a prestação de serviços públicos”.

    O debate serviu ainda para unificar as organizações de Altamira na convicção de unidade para enfrentar o atual governo federal, ampliando as forças e construindo uma grande greve geral no dia 14 de junho, em todo país.

    Para reforçar a greve geral foi tratado que está terá, como preparatória, a segunda grande manifestação da juventude no dia 30/05, que será ainda maior que a grande marcha pela educação do dia 15/05, que marcou a luta conta os cortes na educação.

    O deputado Airton colocou seu mandato à disposição na luta contra a reforma que, ao contrario do que diz o governo, não combate privilégios, pelo contrário, favorece os mais ricos aos isentar o capital do financiamento do sistema de previdência. Reforçou o deputado Airton a necessidade de trabalhar na sociedade para combater essa proposta de destruição da previdência social no Brasil.

    O deputado Dirceu Ten Caten, da mesma forma, se colocou na frente de luta contra a reforma e em defesa da educação.

    A CTB Pará ressalta que já participou com outras organizações, debatendo e conscientizando, a população paraense contra a Reforma da Previdência, como a audiência pública realizada no dia 10/05 na Câmara Municipal de São Miguel do Guamá e na Câmara Municipal de Castanhal no dia 17/05, sendo eventos importantes na mobilização social contra a Reforma Previdência.

    Para José Adailson, o Careca, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção e Mobiliário de Castanhal - SINTICLEPEM/CTB, "a audiência foi importante na mobilização das diversas organizações, instituições e sindicatos para a construção da greve geral da classe trabalhadora, em Castanhal, convocada pelas Centrais Sindicais para o próximo dia 14 de junho".

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/PA realizou no último sábado, dia 13/04, em Rio Maria no sul do estado do Pará, uma importante reunião regional com seus sindicatos de bases e representados por sindicalistas de diversos municípios para debater os desafios da atualidade brasileira e as principais tarefas da classe trabalhadora e a organização sindical na região.

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    Os dirigentes estaduais da CTB/Pará, Cleber Rezende, presidente e, Márcia Pinheiro, diretora, na abertura dos trabalhos abordaram a conjuntura política e sindical, a reforma da previdência, a MP 873, campanha salarial SEDUC/2019 e o pagamento dos precatórios do Fundef aos trabalhadores em educação, visto que boa parte dos presentes é da base do Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, regional sul. Já o cetebista e Coordenador do Sintepp Regional Sul e de Redenção, professor Vanderley Sousa, abordou a organização dos cetebistas na educação e na preparação para a participação no congresso regional do Sintepp, previsto para o segundo semestre.

    A professora Rosa Mônica, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santana do Araguaia (Sintesa), no extremo sul do Pará, divisa com o Mato Grosso, sindicato que representa os profissionais da educação da rede municipal de ensino, saiu satisfeita destacando que as informações apresentadas pela CTB referente “a conjuntura sindical, as formas de derrotar os efeitos da medida provisória, a MP 873, o debate sobre o pagamento do piso do magistério com o governo do Estado e como garantir que os precatórios do Fundef sejam rateados aos profissionais da educação foram extremamente proveitosos”, complementando a dirigente, Rosa, que “à reunião em Rio Marica com a CTB Pará e o debate da reforma da previdência justificou a ida a reunião”. Rosa Mônica disse que dialogará com os membros de sua diretoria para a filiação do Sintesa à CTB.

    O vereador e Coordenador Geral do Sintepp subsede Rio Maria, o professor Irã Araújo, “agradeceu a CTB por escolher Rio Maria para sediar a reunião regional e que os temas abordados foram extremamente esclarecedores para sua intervenção na representatividade dos trabalhadores em educação, e que realizará um seminário sobre hora atividade e outros temas de interesses da educação”.

    Na reunião foi composta uma coordenação regional sul da CTB Pará, comporta pelos coordenadores das subsedes do Sintepp Xinguara, Maria Reis, Redenção, Vanderley Sousa, Rio Maria, Irá Araújo e da presidente do Sintesa Santana do Araguaia, Rosa Mônica.

    Ao final do evento o vereador Irã Araújo - PCdoB/Rio Maria, e a vereadora Cleonice Brito, Cléo, do PR/Santana do Araguaia, comprometeram em articular sessões especiais nas respectivas Câmaras de Vereadores para debater os efeitos da Reforma da Previdência para a classe trabalhadora e os municípios.

  • Na manhã desta segunda (21), a diretoria do Sepub (Sindicato dos Servidores Públicos e Civis do Estado do Pará), com a presença da da CTB Pará e de uma comissão de servidores públicos estaduais realizou a primeira reunião com o titular da Susipe (Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará), Jarbas Vasconcelos.

    A reunião contou com o apoio e intermediação do senador Paulo Rocha.

    Na ocasião, o senador colocou o mandato dele à disposição para que, a partir de negociação, as partes encontrem solução para os problemas que afetam a categoria, como a questão da temporalidade de parte dos cargos ocupados pelos trabalhadores.

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    Pelo Sepub, participou o presidente da entidade, Ezequiel Sarges, Andrey Tito e Mário. Pela CTB, José Marcos Araujo (Marcão) e Kátia Regina, pela comissão de servidores. O senador também disponibiliza o mandato para contribuir com o fortalecimento do sistema.

    A CTB Pará informou que ficou definida para o dia 12 de fevereito, às 10h, no Auditório da Escola de Governo, nova reunião do Secretário Jarbas Vasconcelos com os trabalhadores do órgão, para dar continuidade à negociação.

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  • O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e as seis centrais sindicais realizaram, com a presença de diversos dirigentes destas entidades sindicais de bases, a 13ª Jornada Nacional de Debates em Belém, no Sindicato dos Bancários do Pará, com o Tema: Os impactos da reforma trabalhista após um ano de sua implantação e as perspectivas para a economia em 2019.

    O palestrante foi o Diretor Técnico Nacional do Dieese, Clemente Ganz Lúcio.

    Dos sindicatos cetebistas compareceram uma grande representação como os dirigentes do Sindicato dos Rodoviários - Sttrepa, Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais - Sepub, Sindicato das Fundações - Sindefepa, Federação dos Serviços Públicos - FSPEPA, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas - Sintdac, núcleo de base na educação entre outras categorias presentes.

    O secretário de Formação da CTB Pará e presidente da FSPEPA, Valdo Martins ressaltou a importância do evento para a formação política e sindical dos dirigentes para enfrentar o novo cenário brasileiro, "a eleição de um governo autoritário e que busca aprofundar as contrarreformas, trabalhistas e previdenciárias, exigirá muita formação e unidade da classe trabalhadora e dos dirigentes sindicais para a resistência", frisou Martins.

    Nesta linha de formação a CTB Pará realizará nos dias 23 e 24 de novembro, em Belém, um seminário para debater a conjuntura política, econômica e social, a dualidade entre Estado democrático e autoritário, as reformas trabalhista e previdenciária e as perspectivas das negociações coletivas e salariais em 2019.

    Fonte: CTB Pará

  • A Greve Geral da classe trabalhadora no Pará, na última sexta-feira (14/06), foi exitosa com paralizações, piquetes, trancaços e greve de 100% de algumas categorias, com destaque para os trabalhadores de transporte público, os rodoviários liderados pelo Sindicato dos Rodoviários do Pará (STTREPA), sindicato filiado a CTB. No Pará inteiro houve ampla participação das diversas categorias profissionais e da sociedade na luta contra a reforma e em defesa da Previdência Publica e Solidária, defesa da educação e do emprego.

    Os objetivos da CTB, de seus sindicatos filiados e do fórum das Centrais Sindicais paraenses de informar e denunciar os malefícios da reforma da previdência do presidente Bolsonaro, a sociedade e pressionar os deputados federais e senadores, com atuação no Congresso Nacional, que somos contrários a proposta da Reforma da Previdência, por compreender que "será a liquidação do maior programa de distribuição de renda e o maior programa de proteção social, a Previdência é parte da vida do nosso povo", falou Altair Brandão, vereador em Belém e presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rodoviários do Pará - STTREPA.

     

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     No Pará, milhões de trabalhadores e trabalhadoras de diversas categorias profissionais participaram da greve, mesmo com a pressão muito forte dos patrões e de parte da justiça tentando intimidar a participação, sobretudo dos trabalhadores em transportes, com imposição liminar de rodar 90% dos ônibus coletivos e com aplicação de multa de cem mil reais. A categoria rodoviária não se intimidou e grevou paralizando 100% dos ônibus em Belém, mais uma vez, a greve foi vitoriosa.

    No pólo industrial de Barcarena a produção nas empresas Albras e Hydro Alunorte, bem com o porto de Vila do Conde paralisaram suas atividades durante o movimento grevista, liderados pelo fórum dos sindicatos locais. Para Gilvandro Santa Brigida, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas de Barcarena (SINDIQUÍMICOS/CTB), "a unidade foi o determinante para o êxito da greve no grande pólo e complexo industrial e portuário de Barcarena".

    O conjunto da classe trabalhadora, a unidade das Centrais e Sindicatos, a participação e solidariedade dos movimentos sociais e estudantis foram importantes para o sucesso da greve em Belém e no interior do Estado.

    "Vamos derrotar nas ruas e no Congresso a proposta previdenciária de Paulo Guedes e do presidente Bolsonaro, que traz a redução do BPC, a Capitalização/Privatização, a desconstitucionalização e o aumento da idade e do tempo de contribuição para o acesso a aposentadoria", ressaltou Cleber Rezende presidente da CTB Pará, afirmando que se aprovada a reforma "será, na prática, o fim da aposentadoria de milhões de homens e mulheres, os trabalhadores brasileiros". 

    No fórum das Centrais Sindicais "precisamos fazer um balanço e definir uma nova agenda de lutas, com unidade, determinação e garra, nós conseguiremos construir as condições objetivas para derrotar a reforma previdenciária e o governo Bolsonaro", pontuou Cleber Rezende.

    Na luta em defesa da Previdência Pública e por uma aposentadoria digna, a unidade da classe trabalhadora e do povo brasileiro é determinante. E o movimento sindical paraense, deu importante contribuição na greve geral nacional, além de Belém, em diversas cidades realizaram atividades grevistas. As lideranças e sindicatos cetebistas foram destacados na greve e as bandeiras da CTB e dos Sindicatos filiados tremularam nos quatros cantos do Pará.

    Outro ponto alto da greve em Belém, foi o ato na Praça da República e caminhada até o mercado de São Brás, como ato final das atividades. Na avaliação da coordenação, mais de 40 mil pessoas participaram da marcha contra a Reforma da Previdência Social.

  • Na cidade das mangueiras e do Círio de Nazaré, Belém, capital do Pará, a manifestação do 30M (30 de maio), que reuniu estudantes, professores, sindicalistas e populares em geral no segundo Dia Nacional em Defesa da Educação e Contra Reforma da Previdência do governo Bolsonaro, levou 60 mil pessoas as ruas. 

    A União Nacional dos Estudantes (UNE), União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), sindicatos de profissionais da educação básica e superior e as Centrais Sindicais protestaram contra os cortes das verbas na área da educação e também contra a Reforma da Previdência do governo federal, as mais de 60 mil pessoas saíram às ruas do centro de Belém, em caminhada da Praça da República até São Brás.
    “As manifestações, no Pará e no Brasil, refletem a elevação das insatisfações da população com as medidas e ações do governo federal que atacam aos interesses dos estudantes, dos trabalhadores e trabalhadoras e do povo em geral”, afirmou Ellana Silva, diretora da UNE. Já o sindicalista Ronilson Sales, dirigente da CTB/Pará e do SINDFORTE, disse: “É o povo organizado e mobilizado buscando saídas para a crise que o governo Bolsonaro criou para o Brasil. É a juventude e a classe trabalhadora construindo, no presente, o futuro da nação brasileira”,
    Dia 14 de junho será a grave nacional contra a Reforma da Previdência e de todos os ataques nefastos do governo de Jair Bolsonaro aos interesses das brasileiras e brasileiros. O que precisamos é do fortalecimento da educação, da geração de empregos e de aposentadoria digna, não de retirada de direitos.

  • “QUERO VIVER DEPOIS DE TRABALHAR"
    A Assembleia Legislativa do Estado do Pará – ALEPA, nesta segunda-feira (03/06), debateu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019), que trata da Reforma da Previdência do governo do presidente Jair Bolsonaro, em tramitação no Congresso Nacional.
    A audiência pública foi uma proposição da deputada estadual Dilvanda Faro (PT) e coordenada pelo deputado Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa, além da participação da deputada Marinor Brito (PSOL), tendo como exposições o auditor fiscal Antônio Catete, presidente do Sindicato do Fisco do Estado do Pará – Sindifisco/PA e da senhora Izabel dos Anjos, diretora da Fundação Perseu Abramo.
    As Centrais Sindicais representadas manifestaram em plenário, como a CTB/PA, pelo seu presidente Cleber Rezende, a CUT/PA pelo secretário geral, Martinho Sousa e a INTERSINDICAL ma da Previdênciarepresentada pelo dirigente Beto Andrade, bem como a senhora Ângela Lopes, presidenta da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado do Pará – FETAGRI.
    Para o presidente da CTB/PA, Cleber Rezende, “a desconstitucionalização do direito a aposentadoria (o que facilitará futuras mudanças na previdência), bem como o processo de capitalização/privatização, o aumento de idade mínima para homens e mulheres, o fim da acumulação de pensão por morte e o ataque ao programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) serão mudanças irreparáveis”.
    O dirigente da CTB ainda afirmou que “devemos mobilizar a sociedade e a classe trabalhadora brasileira para a greve geral do dia 14 de junho contra está reforma nefasta e perversa aos trabalhadores e trabalhadoras e ao próprio Estado, em especial aos municípios paraenses e brasileiros”, visto que todos perdem receitas.
    Ideia corroborada pelo auditor fiscal Antônio Catete, presidente do Sindifisco/PA, que ressaltou “a reforma previdenciária aprofundará a crise economia do país, sobretudo dos pequenos municípios”, e complementou “a reforma não é a solução do problema, os trabalhadores serão os mais prejudicados, terão que trabalhar muito mais tempo e ganhar muito menos”. O presidente Antônio Catete ainda socializou dados comparativos entre as transferências de recursos previdenciários aos municípios paraenses e as arrecadações próprias e de FPM, sendo em sua ampla maioria os recursos previdenciários superiores aos demais, demonstrando os danos futuros se aprovada à reforma em curso.

  • Em reunião o fórum das Centrais Sindicais no Pará, com a presença da OAB/PA e DIEESE-PA, nesta segunda-feira (14) na sede do DIEESE, as entidades sindicais (CTB, CUT, UGT, CSB, CSP/Conlutas, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, NCST, CGTB) definiram uma agenda de lutas contra os ataques a classe trabalhadora pelo governo de Jair Bolsonaro.
     
    Os dirigentes debateram a conjuntura política identificando uma forte ofensiva contra os trabalhadores e trabalhadoras, aos interesses nacionais, ao ensino público, ao Estado laico, com as promessas das privatizações das estatais e bancos públicos, precarizações nas relações de trabalho, ofensiva contra a política de reajuste do salário mínimo, que estava previsto de R$ 1.006,00 no Orçamento de 2019, e foi reajustado em R$ 998,00.
     
    O salário mínimo que é utilizado, inclusive, nas negociações para os reajustes salariais de muitas categorias profissionais, na avaliação das Centrais e do DIEESE, sua desvalorização prejudica a todos e à economia nacional, pois diminui o consumo e a circulação do dinheiro do país. Ressaltando, ainda, a defesa da Justiça do Trabalho.
     
    A pauta principal da gestão de Bolsonaro passa a ser a Reforma da Previdência, o que exigirá das lideranças sindicais um esforço maior para impedir que a mesma seja aprovada.
     
    Outras medidas negativas, na avaliação das organizações, estão à extinção do Ministério do Trabalho, bem como colocar o movimento sindical sob a supervisão do Ministério da Justiça, a criminalização das entidades sociais como MST  e MTST, ataques a população indígena para entrega das terras ao agronegócio, e as ideologias machistas, racistas, LGBTfobicas, e na educação para atrasar ainda mais a consciência da classe, ausência na pauta econômica do governo federal de uma política econômica de retomada do desenvolvimento nacional com geração de empregos.
     
    Por fim os dirigentes ressaltaram a necessidade do movimento sindical, dos defensores dos direitos humanos e das organizações populares e sociais precisam construir a mais ampla unidade em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários, sociais e humanos, da democracia e da soberania nacional, formatando uma ampla jornada de lutas no Pará e no Brasil.
     
    Na agenda foram definidos pontos unitários, como:

     

    1. Construir e se somarem na luta em defesa da Justiça do Trabalho, com ato conjunto com a AMATRA, OAB/PA, no dia 21 de janeiro às 9h30min na sede do TRT 8ª Região, Praça Brasil – Belém;
    2. Realizar seminário da Previdência Social, pelo conjunto das Centrais Sindicais, no dia 08 de fevereiro de 2019;
    3. Buscar espaços nos meios de comunicações, rádio e TV, para colocar o debate da reforma de Previdência Social na visão da classe trabalhadora, bem como produzir material unificado de esclarecimento aos trabalhadores/as;
    4. Realizar audiência, ainda em janeiro, com o superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/PA, para debate as questões da classe trabalhadora e as novas atribuições do órgão no Pará;
    5. Realizar audiência, na primeira quinzena de fevereiro, com o governador Hélder Barbalho (MDB), para debater a política de desenvolvimento do Pará, a geração de empregos, a qualificação profissional, a criação do Conselho Estadual de Emprego do Estado, a defesa da estabilidade dos servidores públicos entre outras questões. Com divergência neste ponto, a CSP/Conlutas;
    6. Dia 18/01 às 9h no Sintepp, reunião da comissão de organização do Seminário da Reforma da Previdência Social.
     
    Agenda
     
    Dia 16/01 reunião do fórum das entidades sindicais dos servidores públicos do Pará, às 9h na sede do SindSaúde;
     
    Dia 16/01 às 9h, primeira audiência do Sintepp com a Seduc;
     
    Dia 17/01 às 9h na Escola Cordeiro de Farias, assembleia geral do Sintepp;
     
    Dia 04/02 campanha salarial do Senpa;
     
    Dia 22/02 das 8 as 13h no Sindicato dos Bancários do Pará, seminário em defesas dos bancos públicos, contra as privatizações.
     
    CTB Pará
  • Na manhã desta terça-feira, 16/04, no auditório do Sindicato dos Bancários do Pará, em Belém, as Centrais Sindicais e DIEESE realizaram a 15° jornada de lutas com o tema: Reforma da Previdência Social, bem como o lançamento da revista das Centrais Sindicais e abaixo assinado contra a Reforma Previdência do governo Bolsonaro. "Uma centena de lideranças sindicais prestigiaram o evento e saíram dispostos a ocuparem as ruas, os locais de trabalho e as feiras para dialogar com a sociedade brasileira, em especial a classe trabalhadora paraense, mobilizando contra o fim das aposentadorias prevista na Reforma da Previdência de Bolsonaro", disse Cleber Rezende, presidente da CTB Pará.

    João Almeida Junior, secretário de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte e Escolta Armada e Transporte de Valores do Pará (SINDFORTE), sindicato filiado a CTB, disse "a jornada possível compreender melhor os impactos da maldosa reforma para os trabalhadores da escolta armada e transporte de valores, com o fim das aposentadorias especiais atuais de nossa categoria. Resistiremos, vamos colher assinaturas no abaixo assinado contra a reforma", frisou Júnior.

    Valdo Martins, presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará (FSPEPA), afirmou que "vamos articular forte campanha junto aos sindicatos dos servidores públicos municipais e estaduais do Pará, divulgando os impactos da reforma para os servidores públicos, e a cartilha e o abaixo assinado unificados das Centrais Sindicais serão nossos instrumentos basilares para dialogar com os serviços e realizaremos forte campanha contra a aprovação da proposta de reforma previdenciária do presidente Bolsonaro", pontuou Martins, que é secretário de Formação da CTB Pará.

  • Em Santana do Araguaia, município no extremo sul do Pará, divisa com Mato Grosso, os trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede municipal de ensino reivindicam da prefeitura municipal o rateio dos recursos dos precatórios do FUNDEF para a categoria educacional.

    Na manhã do último sábado, 27 de abril, as ruas da cidade foram tomadas por um importante ato público e caminhada dos trabalhadores em educação, atividade coordenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santana do Araguaia (SINTESA), que contou com a presença e apoio do líder dos comerciantes locais, o senhor Paul Wender de Abreu Cruz, que é presidente da Associação Comercial (ACIASA), bem como o apoio da Associação de Iniciativa Popular. A multidão composta por servidores da educação municipal percorreu ruas e avenidas reivindicando os precatórios para a educação.

    O ato foi uma forte cobrança popular ao gestor municipal, o prefeito José Rodrigues de Miranda, “Zé do Quinca”, exigindo do mesmo o cumprimento dos acordos e promessas firmados com a categoria tempos atrás, referentes a aplicação dos recursos dos precatórios do FUNDEF na valorização da categoria e da educação pública e de qualidade social.

    A professora Rosa Mônica, presidenta do Sintesa afirmou que "os trabalhadores da educação estão simplesmente reivindicando o cumprimento da palavra do prefeito, que prometeu que quando nosso precatório fosse pago pela UNIÃO, o mesmo iria valorizar a categoria de nosso município, pois bem, os 29 milhões já estão na conta da prefeitura”.

    Rosa Mônica, esclareceu que “agora o que temos ouvido é uma história bem diferente da prometida. Não aceitamos mudanças na aplicação dos recursos senão na educação e valorização de seus profissionais, por isso estamos nas ruas da cidade. Queremos nossa valorização profissional com o dinheiro dos precatórios", afirma à presidenta do Sintesa, informando ainda, que a prefeitura suspendeu os descontos em folhas e repasses ao sindicato das contribuições dos sindicalizados com o objetivo de enfraquecer as cobranças “mas seguiremos firmes na defesa dos profissionais em educação”, disse Rosa Mônica.

    Vanderley Sousa, coordenador estadual e regional do Sintepp e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Pará), reafirmou a posição da CTB em reunião realizada em Rio Maria, no dia 13/04, quando foram orientados os sindicatos, no caso dos precatórios, que “esgotadas as negociações, devemos ajuizar ação de bloqueios dos recursos e buscar o acordo judicial para o respectivo rateio aos profissionais da educação local”.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, desse, que “é uma prática antissindical do prefeito contra o Sintesa e que tomará as providências jurídicas e políticas para garantir o pleno funcionamento do sindicato e a garantia aos trabalhadores do acesso aos recursos dos precatórios”. Rezende disponibilizou modelos de ações específicas para as duas questões.

  • A CTB Pará em parceria com as demais Centrais Sindicais, OAB, Amatra e membro do Ministério Público do Trabalho no Pará - PRT 8ª Região realizaram, na sede da OAB/PA, ontem (26 de março), um debate em Defesa dos Sindicatos da Classe Trabalhadora e da Justiça do Trabalho na atual conjuntura política nacional de ataques as instituições, as organizações sindicais da classe trabalhadora e do desmonte da Constituição e entrega da soberania brasileira os interesses norte americano pelo presidente Jair Bolsonaro.

    O juiz do trabalho, Dr Pedro Tupinambá - presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da Oitava Região - Amatra8 e diretor da Anamatra, abordou o tema: PROTAGONISMO E IMPORTÂNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO, apresentando um histórico da Justiça do Trabalho no Brasil e no contexto internacional, em especial a sua existência nos países de primeiro mundo. Sua importância na mediação das relações entre Capital e Trabalho, na arrecadação de recursos para a Previdência Social e na garantia de direitos humanos aos trabalhadores brasileiros.  

    Já o Dr Hideraldo Luiz de Sousa Machado, procurador do Ministério Público do Trabalho no Pará - PRT 8ª Região e o advogado trabalhista Dr Jáder Kahwage, conselheiro federal da OAB, abordaram o tema: MP 873 E AS CONTRIBUIÇÕES DESTINADAS AO CUSTEIO DA ATIVIDADE SINDICAL. Ambos enfatizaram a impotência das entidades sindicais na defesa da classe trabalhadora, as conquistas históricas e os enfrentamentos dos trabalhadores e trabalhadoras pela redemocratização brasileira e que na atual situação é indispensáveis sindicatos fortes e atuantes para resguardarem os direitos e interesses da classe trabalhadora brasileira contra os ataques do governo federal.

    O consenso entre os três palestrantes e as falas dos representantes das Centrais Sindicais e dos Sindicatos de bases é pela inconstitucionalidade da MP 873 e da necessidade da manutenção e fortalecimento da Justiça do Trabalho e bem como da luta incessante e indispensável pela garantia das contribuições destinadas ao custeio da atividade sindical.

    Manoel Paiva, secretário geral do Sindicato dos Químicos de Barcarena e diretor da CTB Pará, ressaltou que o debate foi “fundamental para os dirigentes sindicais e da CTB fortalecerem as lutas nas bases, nas mesas de negociações e nas demandas judiciais necessárias para garantir os descontos em folhas e os repasses das contribuições destinadas aos custeios das atividades sindicais as organizações dos trabalhadores, os sindicatos”.

    Já o sindicalista José Adailson – Careca, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Castanhal e diretor da CTB Pará, disse que enquanto representante da classe trabalhadora da Construção Civil “estar presente com sua diretoria neste debate em defesa da Justiça do Trabalho e dos Sindicatos, sendo um debate de grande relevância para os trabalhadores e aos dirigentes, para fortalecer as ações de defesa dos direitos e interesses da categoria e intensificar as lutas contra os ataques de Bolsonaro aos direitos previdenciários e trabalhistas”, ressaltou Careca.

    A CTB registrou a participação dos sindicatos e núcleos sindicais de bases como: SINDFORTE, SINDQUÍMICOS, FETRADORAM, FETRACOMPA, SINTEPP, SEEB (bancários), SEPUB, SINDPSGUAMÁ entre outras entidades presentes.

  • Contribuições à análise da conjuntura política, da avaliação das eleições de 2018, no Brasil, da formação e feições do governo de Jair Bolsonaro.

    Contextualização das eleições 2018

    Na geopolítica internacional o Brasil, nas últimas duas décadas, nos governos de Lula e Dilma, se situou no contexto regional de reafirmação de Estado nacional e soberano, de cultura antiliberal, alinhados aos governos democráticos e populares de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, na Venezuela, Néstor e Cristina Kirchner, na Argentina, Evo Morales, na Bolívia, Fernando Lugo, no Paraguai e Rafael Correa, Equador.

    Neste contexto ocorreu o fortalecimento do Mercosul, a formação do G20 e a criação dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além de relações comerciais com a África e Ásia, configurando polos geopolíticos e econômicos de articulações e resistências a predominância norte americana dos Estados Unidos da América contrariando os interesses econômicos e políticos da agenda imposta pelo Consenso de Washington, levando o Pentágono a um reposicionamento político na região.

    Sendo desenvolvida uma política de desestabilização desses governos democráticos e populares na América Latina, com golpes político-jurídico-midiático e de criminalização de seus ex-governantes.

    Foi neste contexto que ocorreram as eleições brasileiras de 2018, fortemente marcada por atuação das operações seletivas da Lava Jato, prisão do presidente Lula, criminalização da política, intervenção dos "jornalões" nas matérias, manchetes e nas entrevistas aos candidatos presidenciáveis encurralando-os e desmoralizando-os em rede nacional, a exemplo do Jornal Nacional.

    Esquivando destas amarras, Bolsonaro representou o antissistema, o antipetismo, o falso combate à violência, à corrupção, ao “kit gay” e a defesa dos “valores” da família e, com o uso das tecnologias do Whatsapp e das fakenews nas redes sociais, ele encontrou campo fértil para disseminar sua narrativa sem adentrar no mérito do projeto de nação e de desenvolvimento para o Brasil, este conjunto de elementos externos e internos levaram Jair Bolsonaro à presidência do Brasil.

    Feições do novo governo brasileiro

    O governo de Jair Bolsonaro vai se configurando de feições autoritária, extrema direita política, rumo a ditatorial, fundamentalista, ultraliberal, privatista, de aplicação de forte ajuste fiscal, Estado mínimo, anulação dos direitos fundamentais, trabalhistas e previdenciários, entrega da soberania nacional, tendo como alvos as esquerdas, os movimentos sociais e sindical, ataques aos trabalhadores e ao meio ambiental, aos meios de comunicações tradicionais, governo populista e que privilegia o contato direto com o povo via redes sociais.

    Aplicação da agenda do capital contra o trabalho, aprofundamento da reforma trabalhista e previdenciária, limitação do papel da Justiça do Trabalho com intervenção mínima nos conflitos individuais e coletivos, o fim da contribuição sindical obrigatória para cercear a sustentação material do sindicalismo e a diminuição dos gastos sociais e de criminalização dos movimentos sociais e sindical, estão no bojo das ações propagadas pelo governo neofascista de Bolsonaro.

    Nas relações internacionais sinaliza-se extremista e de oposição à China, maior parceiro comercial do país, de alinhamento aos Estados Unidos da América e a Israel, por outro lado, fragilização do Mercosul e das construções geopolíticas e econômicas macrorregionais existentes.

    Resistência, unidade e luta

    O golpe de 2016 se consolidou nas eleições presidenciais de 2018 com a vitória de Jair Bolsonaro. A resistência tem como centro a formação de uma frente ampla em defesa da democracia, da Constituição Federal de 1988 e das liberdades políticas e sociais.

    A unidade requer o máximo de forças políticas e sociais para combater o autoritarismo, o fascismo e isolar o governo extremista de Bolsonaro que é o inimigo comum, para a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos fundamentais e dos movimentos sociais, sindical, das esquerdas e do povo brasileiro.

    A luta do povo e da classe trabalhadora é contra o neofascismo e o extremismo autoritário, agravados com o aprofundamento da aplicação do neoliberalismo, dos efeitos da 4° revolução industrial, do desemprego alarme e crescente, da extinção do Ministério do Trabalho, da carteira verde e amarela de trabalho  sem direitos e precarizados, da marginalização dos trabalhadores e de suas organizações sindicais.

    Resistência, coordenada pelas centrais sindicais, à reforma da previdência bem como na defesa de todos os direitos e conquistas da classe trabalhadora, a luta por empregos de qualidade e por melhores salários, com retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento nacional.

    Neste contexto a resistência, a unidade e a luta devem ser amplas e não isoladas, de relacionamento com as massas sociais e o povo, com os trabalhadores e trabalhadoras, amplitude com as mais diversas forças políticas e sociais para enfrentamento das batalhas atuais e futuros na defesa do Brasil e de seu povo.

    Belém-Pará, 07 de dezembro de 2018.

    Cleber Rezende
    Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/Pará.

  • As eleições sindicais do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte, Transporte de Valores e Escolta Armada do Estado do Pará - SINDFORTE-PA, realizada nesta sexta-feira, 12/07, em chapa única: "SINDFORTE-PA Sempre na Luta, em Frente Por Mais Conquistas" encabeçada pelo sindicalista Jonh Carvalho, foi vitoriosa com 84% dos votos válidos. As eleições ocorreram em Belém, Castanhal, Marabá, Tucuruí, Parauapebas e Redenção.

    "As eleições ocorreram sob forte pressão e prática antissindical do presidente do sindicato patronal e diretor da empresa Saga, que proibiu a entrada dos mesários para a colher os votos, o que ocorreu na porta da empresa, sendo uma resposta muito forte e positiva com a participação dos trabalhadores. A CTB repudia a prática antissindical e saúda os guerreiros do TV pela participação massiva nas eleições que elegeu a nova diretoria do SINDFORTE-PA", disse José Marcos - Marcão, presidente da comissão eleitoral.

    O atual presidente do SINDFORTE-PA, Antônio Aquino, fez um breve balanço dos 12 anos do sindicato e que esteve a frente na presidência, Aquino registrou que "o SINDFORTE-PA praticamente nasceu junto com a CTB, que nestes 12 anos crescemos juntos nas lutas da classe trabalhadora, na defesa dos trabalhadores do transporte de valores, na defesa da democracia, contra o golpe, contra as reformas trabalhistas e previdenciárias de Temer e Bolsonaro, na defesa do desenvolvimento do Pará por mais empregos e valorização dos profissionais do transporte de valores e escolta armada", afirmando ainda "o SINDFORTE-PA é sindicato fundador da CTB nacional e no Pará, que sempre contou com o apoio da Central classista nas suas atividades e nestas eleições a CTB e seus Sindicatos estão em peso no apoio às eleições, muito obrigado", agradeceu.

    Jonh Carvalho, presidente eleito, por sua vez, colocou os desafios da atualidade do movimento sindical brasileiro, que passa no enfrentamento dos efeitos da "MP 873, da luta contra a Reforma Previdência e da nova busca do governo Bolsonaro de implantação de uma nova reforma trabalhista com a MP 881 que ataca de morte os direitos trabalhistas e as organizações sindicais", Carvalho afirmou que "será nesta quadra política que estaremos assumindo a presidência do SINDFORTE-PA e ombreados com a CTB, estaremos a disposição dos trabalhadores do transporte de valores e escolta armada, bem como das lutas gerais da classe trabalhadora", por fim, Jonh Carvalho agradeceu aos trabalhadores filiados pelo o voto de confiança e a CTB e seus Sindicatos no apoio às eleições. 

    O presidente da CTB Pará, Cleber Rezende, destacou que "Jonh Carvalho é um sindicalista temperado na luta do dia a dia da classe trabalhadora e que o SINDFORTE-PA seguirá no rumo certo, que é na defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores, da democracia e da soberania nacional". Rezende também agradeceu todos e todas dirigentes sindicais e a juventude que contribuíram no processo eleitoral.