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Seg, Maio

CTB Pará

  • Os bombeiros civis paraenses fundaram o Sindicato dos Bombeiros Civis do Estado do Pará (Sindbc-PA), no sábado (10), na sede da CTB Pará, na capital Belém. “Há mais de quatro anos, após minha formação como Bombeiro civil, comecei a observar o cenário do nosso mercado de trabalho e daí partiu o interesse e a necessidade de se montar um sindicato que representasse exclusivamente nossa classe”, diz Everaldo Trindade, presidente eleito do Sindibc-PA.

    Para ele, “mais do que nunca os sindicatos são fundamentais para mobilizar e organizar a luta da classe trabalhadora na resistência ao desmonte promovido pelo golpe de 2016 e que o futuro governo promete piorar ainda mais a nossa vida”.

    A nova entidade sindical representará toda categoria profissional das trabalhadoras e trabalhadores bombeiros civis, compreendida pelas funções do bombeiro profissional civil básico, bombeiro civil líder, bombeiro civil mestre, de acordo com a Lei Federal 11.901/2009 com base no CBO 5171-10 (Código Brasileiro Ocupações) do Ministério do Trabalho e suas possíveis variações e nomenclaturas.

    Os trabalhos da assembleia de fundação, foram coordenados pelo bombeiro civil, Trindade e secretariado pela bombeira civil Aline Aviz Cintra. Estando presentes o presidente da CTB Pará, Cleber Rezende, a vice-presidenta, Lucileide Mafra Reis, que preside a Federação Amazônica dos Trabalhadoras Domésticas e a advogada Jullianny Geraldo, do escritório J.J. Geraldo.

    Lucileide  lembrou que a reforma trabalhista já etm um ano fazendo estragos no mundo do trabalho. “Vivemos momentos de retrocesso no que tange os direitos das trabalhadoras e trabalhadores, mas não nos deixamos abater”.

    Segundo ela, a fundação do Sindibc-PA é uma “prova importante de que a CTB se mantém firme na luta para resistir e ajudar o Brasil a retomar o rumo do crescimento independente e com justiça social. Lutar é preciso porque vencer é possível”.

    Trindade  fez uma breve explanação da necessidade da organização sindical dos trabalhadores dos bombeiros civis do estado do Pará, visto que a cada dia a exploração e o desrespeito à classe trabalhadora só aumenta, sendo imperioso a organização.

    Em seguida foi aprovada a fundação da entidade, eleita e empossada a diretoria do sindicato para um mandado de quatro anos. Ao final, foi deliberado a filiação do sindicato à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

    A diretoria eleita ficou assim composta:

    Presidente: Everaldo Trindade da Silva

    Vice-presidente: André Luiz Padilha Ferreira

    Secretária-Geral: Aline Aviz Cintra

    Diretor Financeiro: Sergio Adrianni Borges de Azevedo

     Diretor Administrativo: Wilker Rock Silva de Jesus

     Diretor de Comunicação e Marketing: Tiago Lopes Dias

    Diretor de Assuntos Sociais, Cultura, Esportes e Eventos: Raimundo Nonato da Conceição França

    Diretores suplentes:

    Vice-Diretor Financeiro: Davi Araújo de Andrade

    Vice-Diretor Administrativo: Elizeu Mesquita de Souza

    Vice-Diretor de Comunicação e Marketing: Carlos Henrique Canuto Lima,

    Vice-Diretor de Assuntos Sociais, Cultura, Esportes e Eventos: Ernesto Cardoso da Silva

    Conselho Fiscal:

    Hermesson Frederick da Silva Fonseca

    Manoel Raimundo Costa Ribeiro

    Suplentes do Conselho Fiscal:

    Gerson Dias da Trindade

    Alipio Aires Cardoso Junior

    Josimar de Morais Pereira

    Portal CTB com informações da CTB Pará

  • Nesta sexta (8), a partir das 14h, no Sindicato dos Urbanitários - Av. Duque de Caxias, 1235, entre Lomas e Enéas Pinheiro -, o Fórum das Centrais Sindicais no Pará realizará o Seminário sobre a reforma da previdência, que quer acabar com o direito a aposentadoria.

    "Será um espaço de avaliação e orientação sobre o que está em jogo. Mobilize seu Sindicato, seus colegas de trabalho, vamos juntos realizar um grande e proveitoso debate e preparar as lutas atuais e futuros", conclamou o presidente da CTB Pará, Cleber Rezende.

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    CTB Pará

  • Realizada nesta quinta-feira (10), as eleições para a diretoria do Sindicato dos Agentes de Vigilância da Prefeitura Municipal de Barcarena (SINDAVIBA), para o exercício 2019/2022.

    O processo eleitoral contou com duas chapas concorrentes, a chapa 1 Por um Sindicato Verdadeiramente da Categoria, encabeçada pelos vigilantes Pedro de Jesus - presidente e Wenilton Cavalcante - vice, já a chapa oposicionista, chapa 2 Transformação, representada por Amiraldo – presidente e Narciso - vice.

    A categoria dos agentes de vigilância municipal de Barcarena compareceu às urnas e elegeram a chapa 1 Por um Sindicato Verdadeiramente da Categoria com 178 dos votos, contra 119 para a chapa 2 de oposição. A eleição foi marcada pela disputa entre a chapa da categoria pela manutenção de um sindicato classista e independente do governo, enquanto a chapa oposicionista representava o atrelamento e submissão do sindicato ao governo.

    Pedro de Jesus, presidente eleito, ressaltou que o “Sindaviba seguirá autônomo em relação ao governo municipal e na defesa dos interesses e direitos da categoria”, Jesus agradeceu aos filiados e apoiadores, afirmando “os votos dos trabalhadores serão respeitados e valorizados com o trabalho coletivo e classista desta diretoria sindical para avançarmos nas conquistas”, finalizou.

    Para Wenilton Cavalcante, a categoria deu o rumo de um “sindicato dos e para os trabalhadores, com independência para defender a categoria”, registrando e agradecendo a comissão eleitoral pelos trabalhos realizados, a categoria pela votação e a presença e acompanhamento da CTB às eleições.

    Cleber Rezende, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB Pará, juntamente com Marcos Afonso e Nelson Ferreira, diretores do Sepub, acompanharam os trabalhos das eleições e Rezende falou da importância da manutenção do Sindaviba nas mãos dos servidores, os vigilantes, afirmando que “sindicato é para a defesa da categoria e não para ser correia de transmissão da chefia dos vigilantes”, e que a “CTB reafirma o compromisso com a categoria e seu sindicato para seguirmos nas lutas”, por fim, agradeceu os dirigentes eleitos do Sindicato em seguir nas fileiras da Central classista.

    CTB Pará

  • No próximo dia 21 de janeiro, centrais, juristas e magistrados se somam aos atos pelo Brasil em defesa da Justiça do Trabalho. O ato deverá ocorrer na Praça Brasil, em frente ao prédio do TRT8.

    "Compreendemos que o conjunto de medidas proposto pelo novo governo tem como foco desmontar a Justiça do Trabalho. Está que já vem sofrendo com desmonte, pós reforma trabalhista, em vigor há 13 meses", afirmou Cleber Rezende, presidente da CTB Pará, ao reiterar convocação para o ato.

    Ele lembra que "na relação capital/trabalho, a Justiça do Trabalho tem como função importante equilibrar as forças nesta relação, uma mediação fundamental para minimizar as perdas do trabalhador e da trabalhadora no processo de negociação, por exemplo. Portanto, estaremos nas ruas dia 21 juntos com aqueles que defendem este importante espaço". E completa: "Reiteramos a convocação a base da CTB, bem como ao conjunto da classe trabalhadora em nosso estado".

    Unidade por direitos

    A desembargadora Pastora Leal agradeceu a iniciativa da Amatra8 e do Sindjuf e também reafirmou “que apoiará sempre qualquer manifestação em defesa da Justiça do Trabalho, desde que ela seja pluralista e com representação de diversos segmentos da sociedade“.

    Para a presidente do TRT8, só com representatividade de todos os usuários da Justiça do Trabalho e manifestação livre de pensamento é que a democracia se consolida. “Esperamos que o ato promovido pela Amatra8 e pelo Sindjuf seja marcado pela liberdade de expressão e que represente perante a sociedade um compromisso na manutenção dos bons serviços que a Justiça do Trabalho mantém para população brasileira desde a sua criação”.

     

     

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    CTB Pará

  • As centrais sindicais paraenses (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas), reunidas em Belém nesta segunda (03), na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/MTE/Pará, debateram o desenvolvimento do Estado, o mapa do emprego e as perspectivas do crescimento econômico e a distribuição de renda.

    O diretor técnico do DIEESE-PA, o economista Roberto Sena, apresentou os dados para subsidiar os debates os quais apontam que o estado segue com saldo positivo entre admitidos e demitidos, no entanto apresenta um déficit de 416 mil postos de trabalhos.

     Para Cleber Rezende, presidente da CTB/PA, a socialização das informações foi importante para “visualizarmos o processo de desenvolvimento regional, interno no Estado, as regiões promissoras e as principais áreas da geração de empregos e necessidades da formação e qualificação profissional no Pará”.

    Agenda

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    Representantes das centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas) no Pará.

    Durante o encontro as Centrais Sindicais definiram solicitar uma audiência com o governador eleito, Hélder Barbalho (MDB), para a apresentação da pauta e das proposições da classe trabalhadora paraense, focada no desenvolvimento, na geração de empregos e distribuição de renda, na valorização do funcionalismo público, na melhoria dos serviços prestados pelo Estado ao povo, na defesa da segurança pública e da intervenção do governador na defesa da estabilidade dos servidores públicos.

    CTB Pará

  • A Venezuela vive uma conjuntura politica e social, interna e externa, muito adversa para os venezuelanos, há uma tentativa de golpe contra o mandato do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O golpe em curso é liderado pelo seu opositor, o deputado Juan Guaidó, que se intitula "presidente encarregado" do país, com as “benções” do presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump e corroborado pelo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PSL).

    O presidente estadunidense, Donald Trump, ao reconhecer Guaidó como presidente, reforça sua agenda geopolítica belicista e antilatinoamericana contra o governo popular da Revolução Bolivariana, iniciada por Hugo Chávez e em curso com o presidente Nicolás Maduro, na construção de uma agenda de mudanças políticas, econômicas e sociais. O cenário venezuelano é de conflitos, e ameaça a soberania nacional de todos os países latino-americano.

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    Em solidariedade ao povo e ao governo venezuelano, a CTB/Pará em conjunto com outras organizações, entre estas o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz), estiveram visitando, na manhã desta segunda-feira (28), o Consulado da Venezuela em Belém, para manifestar solidariedade e apoio ao presidente Nicolás Maduro e seu povo.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, ressaltou ser de fundamental importância que as “lideranças sindicais, populares e os partidos políticos progressistas manifestem solidariedade à revolução bolivariana e denunciem o golpe em curso”. Rezende disse ainda, discordar do presidente Jair Bolsonaro (PSL), em fomentar conflitos com o país vizinho, e que não cabe o governo brasileiro “ingerência na Venezuela". Rezende lembra, ainda, que a instabilidade não interessa ao povo e aos trabalhadores, servindo somente aos interesses dos poderosos venezuelanos e dos Estados Unidos.

    Segundo Rodrigo Moraes do CEBRAPAZ "O golpe em curso deferido por Juan Guaidó, com apoio direto dos Estados Unidos, ameaça seriamente a soberania do país". Moraes registra que "é o interesse no petróleo move todo esse suposto interesse estadunidense em defender uma democracia, que para nós, está sendo defendida plenamente a partir do momento em que o presidente Nicolás Maduro vence as eleições de 20 de maio de 2018".

    Ao término da visita as entidades presentes ajustaram com a senhora Glennys Hernandez, Cônsul General de Venezuela, de realizar uma atividade com um conjunto de lideranças políticas e sociais na próxima quarta-feira (30/01) às 17h no Consulado em Belém, sediado à Rua Ferreira Cantão, 331 – Praça Barão do Rio Branco (em frente a OAB/PA), em solidariedade e apoio ao governo Maduro e o povo venezuelano.

    CTB Pará

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/PA e seus sindicatos de base em conjunto dos movimentos de mulheres percorreram ruas e avenidas em Belém do Pará contra o machismo, a violência e os feminicídios que vitimizam milhares de brasileiras todos os anos, bem como contra a reforma previdenciária, os efeitos da trabalhista e denunciando os desmontes promovido pelo governo extremista de Jair Bolsonaro nas políticas públicas conquistas nos últimos anos.

    Na manhã desta sexta-feira, 08/03/2019, aproximadamente 3 mil mulheres e homens dos movimentos sindicais e sociais como CTB, CUT, CONLUTAS, MST, MAB, UBM, UJS e diversos seguimentos e organizações do movimento feminista e sindicatos de diversas categorias, movimento negro, partidos de esquerda, estudantes e movimentos populares realizaram a Marcha das Mulheres em defesa da democracia, soberania e dos direitos humanos e sociais da classe trabalhadora brasileira, em especial das mulheres. O ato ocorreu em todo o Brasil.

    A ação foi organizada pela Frente Feminista, composta por diversas organizações de Mulheres e movimentos sindicais e sociais que representou um grande ato de unidade das diversas forças políticas paraenses.

    Para Márcia Pinheiro, diretora da CTB Pará e do núcleo da educação, "no Pará, o avanço do capital afeta diretamente a vida das mulheres camponesas, sejam pelo agronegócio ou pelos grandes projetos, como Belo Montes, instalações de usinas hidroelétricas no estado, sem levar em consideração as realidades e peculiaridades locais do povo camponês local e os impactos ambientais", frisou a dirigente.

    A secretária da Mulher da CTB Pará, Deusarina Lisboa, que é diretora do Sindicato dos Rodoviários do Pará, ao usar da palavra representando a Central classista, disse que a "marcha cumpre o papel de denunciar os ataques de Bolsonaro as mulheres, com a reforma da previdência social" afirmando ainda que "a MP 873 objetiva liquidar a resistência a reforma em curso, asfixiando as entidades da classe trabalhadora, os sindicatos, que serão implacáveis contra os intentos nefastos do governo fascista e neoliberal", finalizado Deusarina defendendo a necessidade da "retomada de um novo projeto nacional de desenvolvimento com geração de emprego e distribuição de renda no Brasil".

    Fonte: Cleber Rezende, presidente da CTB/PA.

  • Com a proximidade das eleições para a nova gestão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), que ocorre na terça-feira (12) e quarta-feira em todo o estado, a CTB convida às educadoras e educadores a participarem  de uma plenária nesta sexta-feira (8), às 16h, na sede da CTB Pará.

    “A CTB está encabeçando a Chapa 3 Sintepp – Mudar pra Lutar, que é composta por bravas lideranças sindicais educacionais de nosso estado”, afirma Cleber Rezende, presidente a CTB Pará.

    Ele explica que a Chapa 3 é uma união entre a CTB e a CUT. E conta que Thiago Barbosa, vice-presidente da CTB Pará, encabeça a chapa como candidato a coordenador-geral do Sintepp. Por isso, acentua, “necessitamos do apoio de todos e todas para fazermos campanha, boca de urna e fiscalização das eleições nos dias 12 e 13".

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    De acordo com os cetebistas, a eleição ocorre em 131 municípioas e conta com mais de 50 mil eleitores. A disputa ocorre entre quatro chapas e a CTB encabeça a Chapa 3. “O Sintepp é um dos principais sindicatos do Pará e é muito importante termos uma direção que fortaleça a luta das educadoras e educadores paraenses por uma educação pública de qualidade”, diz Thiago Barbosa.

    “Estamos na reta final da campanha  e é determinante para consolidação da maior vitória da oposição e dos objetivos da construção de um Sintepp para todas e todos”, afirma Márcia Pinheiro, dirigente da CTB Pará e componente da Chapa 3. “Todo mundo fazendo campanha das nas escolas, subsedes e regionais”.

    Para ela, “o desafio é intensificar a campanha até o término da votação dia 13. Necessitamos de equipes de boca de urnas, de fiscais e mesários, rumo ao controle, fiscalização e uma forte campanha para a vitória por um Sintepp verdadeiramente estadual e presente nas lutas em todos os cantos do Pará”.

    Serviço

    O que: Plenária CTB Pará para apoio à Chapa 3 do Sintepp

    Quando: Sexta-feira (8), às 16h

    Onde: sede da CTB Pará (Rua Tiradentes, 35 entre Piedade e Assis de Vasconcelos, Belém)

    Portal CTB

  • No Sindicato dos Guardas Portuários do Estado do Pará e Amapá (Sindiguapor) tomou posse na manhã desta sexta-feira (01/02), em Belém/PA, a nova diretoria para o triênio 2019 a 2021, com a responsabilidade de gestão sindical em tempos de “ataques aos direitos trabalhistas e previdenciários, privatizações e cortes nas receitas dos sindicatos”, disse o presidente empossado Rodrigo Vilhena, afirmando que “a parceria com o sindicato irmão, o Sindiporto, e a CTB, será fundamental para garantir conquistas para a categoria da guarda portuária do Pará e Amapá”.

     Para o presidente do Sindiporto, Dalton Beltrão, o sindicato esta em boas mãos com o presidente Rodrigo, ressaltando que “ele é um dos sindicalistas, da área portuária, dos mais abnegados na defesa da categoria, com disposição para as lutas contra as privatizações dos portos e contra a reforma da previdência que objetiva acabar com a aposentadora especial aos guardas portuários”.

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    O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará, Cleber Rezende, saudou a diretoria empossada, colocando a Central Classista a disposição das tarefas sindicais da categoria. Rezende lembrou que o presidente Bolsonaro “implementa um dos maiores programas de privatizações, e que áreas portuárias são estratégicas para o Brasil e a defesa da soberania nacional”, complementando que a luta contras as privatizações dos portos “é por manutenção de empregos e direitos dos guardas e dos portuários em geral”.

    O ato de posse contou com as presenças vários trabalhadores, de representantes da Companhia Docas do Pará, o diretor financeiro Raimundo Rodrigues, representante da Autoridade Marítima, o Capitão de Fragata Kaysel, e as presenças dos dirigentes da CTB/Pará e do Sindiforte, Ronilson Sales e Jonh Carvalho.

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    CTB Pará

  • Na última sexta-feira, 12 de abril de 2019, em Xinguara, sul do Pará, foi realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/PA e subseção de Xinguara a homenagem à memória do Frei Henri Burin des Roziers. Henri teve destacada atuação como advogado dos trabalhadores rurais e camponeses no sul do Pará, na Comissão Pastoral da Terra – CPT, dedicando sua vida na luta pela paz, a justiça, a verdade, o direito e no combate ao trabalho escrevo.

    O evento celebrou as realizações e os significados de Frei Henri “para nós, os defensores dos direitos humanos no Pará, sua luta e depois suas cinzas adubam o viveiro da esperança dos sonhos de outro mundo mais justo e igualitário, reforçando na atual conjuntura adversa, a necessária luta por justiça e paz no campo paraense”, reafirmou o presidente da CTB/Pará e advogado Cleber Rezende.

    Frei Henri atuou na condenação dos assassinos dos líderes sindicais João Canuto, morto em Rio Maria (PA) em 1985, e de seu sucessor, Expedito Ribeiro de Sousa, assassinado em 1991.

    Na solenidade do II Prêmio Frei Henri des Roziers de Direitos Humanos, realizada às 19h00 dia 12/04, no auditório do Sintepp Xinguara, premiou três personalidades que se descaram na defesa dos direitos humanos, o advogado e professor Adilar Daltoé, a agente da Pastoral da Terra, Ana de Souza Pinto e advogado Walmir Brelaz. Momento de muitas emoções ao relembrar o frade dominicano que viveu no Brasil de 1979 a 2013.

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/PA realizou no último sábado, dia 13/04, em Rio Maria no sul do estado do Pará, uma importante reunião regional com seus sindicatos de bases e representados por sindicalistas de diversos municípios para debater os desafios da atualidade brasileira e as principais tarefas da classe trabalhadora e a organização sindical na região.

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    Os dirigentes estaduais da CTB/Pará, Cleber Rezende, presidente e, Márcia Pinheiro, diretora, na abertura dos trabalhos abordaram a conjuntura política e sindical, a reforma da previdência, a MP 873, campanha salarial SEDUC/2019 e o pagamento dos precatórios do Fundef aos trabalhadores em educação, visto que boa parte dos presentes é da base do Sintepp – Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará, regional sul. Já o cetebista e Coordenador do Sintepp Regional Sul e de Redenção, professor Vanderley Sousa, abordou a organização dos cetebistas na educação e na preparação para a participação no congresso regional do Sintepp, previsto para o segundo semestre.

    A professora Rosa Mônica, presidenta do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Santana do Araguaia (Sintesa), no extremo sul do Pará, divisa com o Mato Grosso, sindicato que representa os profissionais da educação da rede municipal de ensino, saiu satisfeita destacando que as informações apresentadas pela CTB referente “a conjuntura sindical, as formas de derrotar os efeitos da medida provisória, a MP 873, o debate sobre o pagamento do piso do magistério com o governo do Estado e como garantir que os precatórios do Fundef sejam rateados aos profissionais da educação foram extremamente proveitosos”, complementando a dirigente, Rosa, que “à reunião em Rio Marica com a CTB Pará e o debate da reforma da previdência justificou a ida a reunião”. Rosa Mônica disse que dialogará com os membros de sua diretoria para a filiação do Sintesa à CTB.

    O vereador e Coordenador Geral do Sintepp subsede Rio Maria, o professor Irã Araújo, “agradeceu a CTB por escolher Rio Maria para sediar a reunião regional e que os temas abordados foram extremamente esclarecedores para sua intervenção na representatividade dos trabalhadores em educação, e que realizará um seminário sobre hora atividade e outros temas de interesses da educação”.

    Na reunião foi composta uma coordenação regional sul da CTB Pará, comporta pelos coordenadores das subsedes do Sintepp Xinguara, Maria Reis, Redenção, Vanderley Sousa, Rio Maria, Irá Araújo e da presidente do Sintesa Santana do Araguaia, Rosa Mônica.

    Ao final do evento o vereador Irã Araújo - PCdoB/Rio Maria, e a vereadora Cleonice Brito, Cléo, do PR/Santana do Araguaia, comprometeram em articular sessões especiais nas respectivas Câmaras de Vereadores para debater os efeitos da Reforma da Previdência para a classe trabalhadora e os municípios.

  • Na manhã desta segunda (21), a diretoria do Sepub (Sindicato dos Servidores Públicos e Civis do Estado do Pará), com a presença da da CTB Pará e de uma comissão de servidores públicos estaduais realizou a primeira reunião com o titular da Susipe (Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará), Jarbas Vasconcelos.

    A reunião contou com o apoio e intermediação do senador Paulo Rocha.

    Na ocasião, o senador colocou o mandato dele à disposição para que, a partir de negociação, as partes encontrem solução para os problemas que afetam a categoria, como a questão da temporalidade de parte dos cargos ocupados pelos trabalhadores.

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    Pelo Sepub, participou o presidente da entidade, Ezequiel Sarges, Andrey Tito e Mário. Pela CTB, José Marcos Araujo (Marcão) e Kátia Regina, pela comissão de servidores. O senador também disponibiliza o mandato para contribuir com o fortalecimento do sistema.

    A CTB Pará informou que ficou definida para o dia 12 de fevereito, às 10h, no Auditório da Escola de Governo, nova reunião do Secretário Jarbas Vasconcelos com os trabalhadores do órgão, para dar continuidade à negociação.

    CTB Pará

  • O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e as seis centrais sindicais realizaram, com a presença de diversos dirigentes destas entidades sindicais de bases, a 13ª Jornada Nacional de Debates em Belém, no Sindicato dos Bancários do Pará, com o Tema: Os impactos da reforma trabalhista após um ano de sua implantação e as perspectivas para a economia em 2019.

    O palestrante foi o Diretor Técnico Nacional do Dieese, Clemente Ganz Lúcio.

    Dos sindicatos cetebistas compareceram uma grande representação como os dirigentes do Sindicato dos Rodoviários - Sttrepa, Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais - Sepub, Sindicato das Fundações - Sindefepa, Federação dos Serviços Públicos - FSPEPA, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas - Sintdac, núcleo de base na educação entre outras categorias presentes.

    O secretário de Formação da CTB Pará e presidente da FSPEPA, Valdo Martins ressaltou a importância do evento para a formação política e sindical dos dirigentes para enfrentar o novo cenário brasileiro, "a eleição de um governo autoritário e que busca aprofundar as contrarreformas, trabalhistas e previdenciárias, exigirá muita formação e unidade da classe trabalhadora e dos dirigentes sindicais para a resistência", frisou Martins.

    Nesta linha de formação a CTB Pará realizará nos dias 23 e 24 de novembro, em Belém, um seminário para debater a conjuntura política, econômica e social, a dualidade entre Estado democrático e autoritário, as reformas trabalhista e previdenciária e as perspectivas das negociações coletivas e salariais em 2019.

    Fonte: CTB Pará

  • Em reunião o fórum das Centrais Sindicais no Pará, com a presença da OAB/PA e DIEESE-PA, nesta segunda-feira (14) na sede do DIEESE, as entidades sindicais (CTB, CUT, UGT, CSB, CSP/Conlutas, INTERSINDICAL, FORÇA SINDICAL, NCST, CGTB) definiram uma agenda de lutas contra os ataques a classe trabalhadora pelo governo de Jair Bolsonaro.
     
    Os dirigentes debateram a conjuntura política identificando uma forte ofensiva contra os trabalhadores e trabalhadoras, aos interesses nacionais, ao ensino público, ao Estado laico, com as promessas das privatizações das estatais e bancos públicos, precarizações nas relações de trabalho, ofensiva contra a política de reajuste do salário mínimo, que estava previsto de R$ 1.006,00 no Orçamento de 2019, e foi reajustado em R$ 998,00.
     
    O salário mínimo que é utilizado, inclusive, nas negociações para os reajustes salariais de muitas categorias profissionais, na avaliação das Centrais e do DIEESE, sua desvalorização prejudica a todos e à economia nacional, pois diminui o consumo e a circulação do dinheiro do país. Ressaltando, ainda, a defesa da Justiça do Trabalho.
     
    A pauta principal da gestão de Bolsonaro passa a ser a Reforma da Previdência, o que exigirá das lideranças sindicais um esforço maior para impedir que a mesma seja aprovada.
     
    Outras medidas negativas, na avaliação das organizações, estão à extinção do Ministério do Trabalho, bem como colocar o movimento sindical sob a supervisão do Ministério da Justiça, a criminalização das entidades sociais como MST  e MTST, ataques a população indígena para entrega das terras ao agronegócio, e as ideologias machistas, racistas, LGBTfobicas, e na educação para atrasar ainda mais a consciência da classe, ausência na pauta econômica do governo federal de uma política econômica de retomada do desenvolvimento nacional com geração de empregos.
     
    Por fim os dirigentes ressaltaram a necessidade do movimento sindical, dos defensores dos direitos humanos e das organizações populares e sociais precisam construir a mais ampla unidade em defesa dos direitos trabalhistas, previdenciários, sociais e humanos, da democracia e da soberania nacional, formatando uma ampla jornada de lutas no Pará e no Brasil.
     
    Na agenda foram definidos pontos unitários, como:

     

    1. Construir e se somarem na luta em defesa da Justiça do Trabalho, com ato conjunto com a AMATRA, OAB/PA, no dia 21 de janeiro às 9h30min na sede do TRT 8ª Região, Praça Brasil – Belém;
    2. Realizar seminário da Previdência Social, pelo conjunto das Centrais Sindicais, no dia 08 de fevereiro de 2019;
    3. Buscar espaços nos meios de comunicações, rádio e TV, para colocar o debate da reforma de Previdência Social na visão da classe trabalhadora, bem como produzir material unificado de esclarecimento aos trabalhadores/as;
    4. Realizar audiência, ainda em janeiro, com o superintendente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – SRTE/PA, para debate as questões da classe trabalhadora e as novas atribuições do órgão no Pará;
    5. Realizar audiência, na primeira quinzena de fevereiro, com o governador Hélder Barbalho (MDB), para debater a política de desenvolvimento do Pará, a geração de empregos, a qualificação profissional, a criação do Conselho Estadual de Emprego do Estado, a defesa da estabilidade dos servidores públicos entre outras questões. Com divergência neste ponto, a CSP/Conlutas;
    6. Dia 18/01 às 9h no Sintepp, reunião da comissão de organização do Seminário da Reforma da Previdência Social.
     
    Agenda
     
    Dia 16/01 reunião do fórum das entidades sindicais dos servidores públicos do Pará, às 9h na sede do SindSaúde;
     
    Dia 16/01 às 9h, primeira audiência do Sintepp com a Seduc;
     
    Dia 17/01 às 9h na Escola Cordeiro de Farias, assembleia geral do Sintepp;
     
    Dia 04/02 campanha salarial do Senpa;
     
    Dia 22/02 das 8 as 13h no Sindicato dos Bancários do Pará, seminário em defesas dos bancos públicos, contra as privatizações.
     
    CTB Pará
  • Na manhã desta terça-feira, 16/04, no auditório do Sindicato dos Bancários do Pará, em Belém, as Centrais Sindicais e DIEESE realizaram a 15° jornada de lutas com o tema: Reforma da Previdência Social, bem como o lançamento da revista das Centrais Sindicais e abaixo assinado contra a Reforma Previdência do governo Bolsonaro. "Uma centena de lideranças sindicais prestigiaram o evento e saíram dispostos a ocuparem as ruas, os locais de trabalho e as feiras para dialogar com a sociedade brasileira, em especial a classe trabalhadora paraense, mobilizando contra o fim das aposentadorias prevista na Reforma da Previdência de Bolsonaro", disse Cleber Rezende, presidente da CTB Pará.

    João Almeida Junior, secretário de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores em Carro Forte e Escolta Armada e Transporte de Valores do Pará (SINDFORTE), sindicato filiado a CTB, disse "a jornada possível compreender melhor os impactos da maldosa reforma para os trabalhadores da escolta armada e transporte de valores, com o fim das aposentadorias especiais atuais de nossa categoria. Resistiremos, vamos colher assinaturas no abaixo assinado contra a reforma", frisou Júnior.

    Valdo Martins, presidente da Federação dos Servidores Públicos do Estado do Pará (FSPEPA), afirmou que "vamos articular forte campanha junto aos sindicatos dos servidores públicos municipais e estaduais do Pará, divulgando os impactos da reforma para os servidores públicos, e a cartilha e o abaixo assinado unificados das Centrais Sindicais serão nossos instrumentos basilares para dialogar com os serviços e realizaremos forte campanha contra a aprovação da proposta de reforma previdenciária do presidente Bolsonaro", pontuou Martins, que é secretário de Formação da CTB Pará.

  • Em Santana do Araguaia, município no extremo sul do Pará, divisa com Mato Grosso, os trabalhadores e trabalhadoras em educação da rede municipal de ensino reivindicam da prefeitura municipal o rateio dos recursos dos precatórios do FUNDEF para a categoria educacional.

    Na manhã do último sábado, 27 de abril, as ruas da cidade foram tomadas por um importante ato público e caminhada dos trabalhadores em educação, atividade coordenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santana do Araguaia (SINTESA), que contou com a presença e apoio do líder dos comerciantes locais, o senhor Paul Wender de Abreu Cruz, que é presidente da Associação Comercial (ACIASA), bem como o apoio da Associação de Iniciativa Popular. A multidão composta por servidores da educação municipal percorreu ruas e avenidas reivindicando os precatórios para a educação.

    O ato foi uma forte cobrança popular ao gestor municipal, o prefeito José Rodrigues de Miranda, “Zé do Quinca”, exigindo do mesmo o cumprimento dos acordos e promessas firmados com a categoria tempos atrás, referentes a aplicação dos recursos dos precatórios do FUNDEF na valorização da categoria e da educação pública e de qualidade social.

    A professora Rosa Mônica, presidenta do Sintesa afirmou que "os trabalhadores da educação estão simplesmente reivindicando o cumprimento da palavra do prefeito, que prometeu que quando nosso precatório fosse pago pela UNIÃO, o mesmo iria valorizar a categoria de nosso município, pois bem, os 29 milhões já estão na conta da prefeitura”.

    Rosa Mônica, esclareceu que “agora o que temos ouvido é uma história bem diferente da prometida. Não aceitamos mudanças na aplicação dos recursos senão na educação e valorização de seus profissionais, por isso estamos nas ruas da cidade. Queremos nossa valorização profissional com o dinheiro dos precatórios", afirma à presidenta do Sintesa, informando ainda, que a prefeitura suspendeu os descontos em folhas e repasses ao sindicato das contribuições dos sindicalizados com o objetivo de enfraquecer as cobranças “mas seguiremos firmes na defesa dos profissionais em educação”, disse Rosa Mônica.

    Vanderley Sousa, coordenador estadual e regional do Sintepp e da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Pará), reafirmou a posição da CTB em reunião realizada em Rio Maria, no dia 13/04, quando foram orientados os sindicatos, no caso dos precatórios, que “esgotadas as negociações, devemos ajuizar ação de bloqueios dos recursos e buscar o acordo judicial para o respectivo rateio aos profissionais da educação local”.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, desse, que “é uma prática antissindical do prefeito contra o Sintesa e que tomará as providências jurídicas e políticas para garantir o pleno funcionamento do sindicato e a garantia aos trabalhadores do acesso aos recursos dos precatórios”. Rezende disponibilizou modelos de ações específicas para as duas questões.

  • A CTB Pará em parceria com as demais Centrais Sindicais, OAB, Amatra e membro do Ministério Público do Trabalho no Pará - PRT 8ª Região realizaram, na sede da OAB/PA, ontem (26 de março), um debate em Defesa dos Sindicatos da Classe Trabalhadora e da Justiça do Trabalho na atual conjuntura política nacional de ataques as instituições, as organizações sindicais da classe trabalhadora e do desmonte da Constituição e entrega da soberania brasileira os interesses norte americano pelo presidente Jair Bolsonaro.

    O juiz do trabalho, Dr Pedro Tupinambá - presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da Oitava Região - Amatra8 e diretor da Anamatra, abordou o tema: PROTAGONISMO E IMPORTÂNCIA DA JUSTIÇA DO TRABALHO, apresentando um histórico da Justiça do Trabalho no Brasil e no contexto internacional, em especial a sua existência nos países de primeiro mundo. Sua importância na mediação das relações entre Capital e Trabalho, na arrecadação de recursos para a Previdência Social e na garantia de direitos humanos aos trabalhadores brasileiros.  

    Já o Dr Hideraldo Luiz de Sousa Machado, procurador do Ministério Público do Trabalho no Pará - PRT 8ª Região e o advogado trabalhista Dr Jáder Kahwage, conselheiro federal da OAB, abordaram o tema: MP 873 E AS CONTRIBUIÇÕES DESTINADAS AO CUSTEIO DA ATIVIDADE SINDICAL. Ambos enfatizaram a impotência das entidades sindicais na defesa da classe trabalhadora, as conquistas históricas e os enfrentamentos dos trabalhadores e trabalhadoras pela redemocratização brasileira e que na atual situação é indispensáveis sindicatos fortes e atuantes para resguardarem os direitos e interesses da classe trabalhadora brasileira contra os ataques do governo federal.

    O consenso entre os três palestrantes e as falas dos representantes das Centrais Sindicais e dos Sindicatos de bases é pela inconstitucionalidade da MP 873 e da necessidade da manutenção e fortalecimento da Justiça do Trabalho e bem como da luta incessante e indispensável pela garantia das contribuições destinadas ao custeio da atividade sindical.

    Manoel Paiva, secretário geral do Sindicato dos Químicos de Barcarena e diretor da CTB Pará, ressaltou que o debate foi “fundamental para os dirigentes sindicais e da CTB fortalecerem as lutas nas bases, nas mesas de negociações e nas demandas judiciais necessárias para garantir os descontos em folhas e os repasses das contribuições destinadas aos custeios das atividades sindicais as organizações dos trabalhadores, os sindicatos”.

    Já o sindicalista José Adailson – Careca, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário de Castanhal e diretor da CTB Pará, disse que enquanto representante da classe trabalhadora da Construção Civil “estar presente com sua diretoria neste debate em defesa da Justiça do Trabalho e dos Sindicatos, sendo um debate de grande relevância para os trabalhadores e aos dirigentes, para fortalecer as ações de defesa dos direitos e interesses da categoria e intensificar as lutas contra os ataques de Bolsonaro aos direitos previdenciários e trabalhistas”, ressaltou Careca.

    A CTB registrou a participação dos sindicatos e núcleos sindicais de bases como: SINDFORTE, SINDQUÍMICOS, FETRADORAM, FETRACOMPA, SINTEPP, SEEB (bancários), SEPUB, SINDPSGUAMÁ entre outras entidades presentes.

  • Contribuições à análise da conjuntura política, da avaliação das eleições de 2018, no Brasil, da formação e feições do governo de Jair Bolsonaro.

    Contextualização das eleições 2018

    Na geopolítica internacional o Brasil, nas últimas duas décadas, nos governos de Lula e Dilma, se situou no contexto regional de reafirmação de Estado nacional e soberano, de cultura antiliberal, alinhados aos governos democráticos e populares de Hugo Chávez e Nicolás Maduro, na Venezuela, Néstor e Cristina Kirchner, na Argentina, Evo Morales, na Bolívia, Fernando Lugo, no Paraguai e Rafael Correa, Equador.

    Neste contexto ocorreu o fortalecimento do Mercosul, a formação do G20 e a criação dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), além de relações comerciais com a África e Ásia, configurando polos geopolíticos e econômicos de articulações e resistências a predominância norte americana dos Estados Unidos da América contrariando os interesses econômicos e políticos da agenda imposta pelo Consenso de Washington, levando o Pentágono a um reposicionamento político na região.

    Sendo desenvolvida uma política de desestabilização desses governos democráticos e populares na América Latina, com golpes político-jurídico-midiático e de criminalização de seus ex-governantes.

    Foi neste contexto que ocorreram as eleições brasileiras de 2018, fortemente marcada por atuação das operações seletivas da Lava Jato, prisão do presidente Lula, criminalização da política, intervenção dos "jornalões" nas matérias, manchetes e nas entrevistas aos candidatos presidenciáveis encurralando-os e desmoralizando-os em rede nacional, a exemplo do Jornal Nacional.

    Esquivando destas amarras, Bolsonaro representou o antissistema, o antipetismo, o falso combate à violência, à corrupção, ao “kit gay” e a defesa dos “valores” da família e, com o uso das tecnologias do Whatsapp e das fakenews nas redes sociais, ele encontrou campo fértil para disseminar sua narrativa sem adentrar no mérito do projeto de nação e de desenvolvimento para o Brasil, este conjunto de elementos externos e internos levaram Jair Bolsonaro à presidência do Brasil.

    Feições do novo governo brasileiro

    O governo de Jair Bolsonaro vai se configurando de feições autoritária, extrema direita política, rumo a ditatorial, fundamentalista, ultraliberal, privatista, de aplicação de forte ajuste fiscal, Estado mínimo, anulação dos direitos fundamentais, trabalhistas e previdenciários, entrega da soberania nacional, tendo como alvos as esquerdas, os movimentos sociais e sindical, ataques aos trabalhadores e ao meio ambiental, aos meios de comunicações tradicionais, governo populista e que privilegia o contato direto com o povo via redes sociais.

    Aplicação da agenda do capital contra o trabalho, aprofundamento da reforma trabalhista e previdenciária, limitação do papel da Justiça do Trabalho com intervenção mínima nos conflitos individuais e coletivos, o fim da contribuição sindical obrigatória para cercear a sustentação material do sindicalismo e a diminuição dos gastos sociais e de criminalização dos movimentos sociais e sindical, estão no bojo das ações propagadas pelo governo neofascista de Bolsonaro.

    Nas relações internacionais sinaliza-se extremista e de oposição à China, maior parceiro comercial do país, de alinhamento aos Estados Unidos da América e a Israel, por outro lado, fragilização do Mercosul e das construções geopolíticas e econômicas macrorregionais existentes.

    Resistência, unidade e luta

    O golpe de 2016 se consolidou nas eleições presidenciais de 2018 com a vitória de Jair Bolsonaro. A resistência tem como centro a formação de uma frente ampla em defesa da democracia, da Constituição Federal de 1988 e das liberdades políticas e sociais.

    A unidade requer o máximo de forças políticas e sociais para combater o autoritarismo, o fascismo e isolar o governo extremista de Bolsonaro que é o inimigo comum, para a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos fundamentais e dos movimentos sociais, sindical, das esquerdas e do povo brasileiro.

    A luta do povo e da classe trabalhadora é contra o neofascismo e o extremismo autoritário, agravados com o aprofundamento da aplicação do neoliberalismo, dos efeitos da 4° revolução industrial, do desemprego alarme e crescente, da extinção do Ministério do Trabalho, da carteira verde e amarela de trabalho  sem direitos e precarizados, da marginalização dos trabalhadores e de suas organizações sindicais.

    Resistência, coordenada pelas centrais sindicais, à reforma da previdência bem como na defesa de todos os direitos e conquistas da classe trabalhadora, a luta por empregos de qualidade e por melhores salários, com retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento nacional.

    Neste contexto a resistência, a unidade e a luta devem ser amplas e não isoladas, de relacionamento com as massas sociais e o povo, com os trabalhadores e trabalhadoras, amplitude com as mais diversas forças políticas e sociais para enfrentamento das batalhas atuais e futuros na defesa do Brasil e de seu povo.

    Belém-Pará, 07 de dezembro de 2018.

    Cleber Rezende
    Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil - CTB/Pará.

  • Justiça do Trabalho no Pará reconhece denúncia do Sindicato dos Químicos de Barcarena (Sindquímicos) e barra demissões na Hydro Alunorte. Em nota, a assessoria jurídica do Sindicato denunciou a ameaça de demissão em massa por parte da referida empresa.

    A nota também reitera que "o Sindquímicos, na qualidade de legítimo representante dos empregados e reconhecido pela Justiça Trabalhista de 1º e 2º grau, tem sido incansável na luta em prol do fortalecimento da categoria, haja vista que os trabalhadores nesses seis meses tem imposto sucessivas derrotas jurídicas aos poderosos da Noruega".

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    Sindicato e CTB Pará na portaria da Hydro em defesa do emprego. Foto: CTB Pará 

    Marcos Lobato, presidente em exercício do Sindquímicos, lembrou que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), que investiga o vazamento de resíduos tóxicos da mineradora norueguesa Hydro Alunorte, ocorrido em janeiro, pouco avançou. “Já se passaram 70 dias do embargo à produção da Hydro e a situação está ficando desesperadora para a cidade”, afirma Brígida. 

    Em depoimento à CPI,  o secretário-geral do Sindquímicos, Manoel Paiva, relatou  que "fatos mal apurados levou a um embargo de 50% da produção da Alumina. Segundo ele, essa decisão está pondo em risco a sobrevivência dos trabalhadores e trabalhadoras da empresa. É preciso analisar os fatos. A classe trabalhadora não pode pagar a conta".

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    Leia íntegra da nota:

    SINDICATO DOS QUIMICOS DE BARCARENA MANTÉM LIMINAR QUE GARANTE OS POSTOS DE TRABALHO E PROÍBE DEMISSÕES NA HYDRO ALUNORTE.

    Após os eventos ocorridos em 17, 18 e 19 de fevereiro, na qual a empresa Hydro Alunorte foi acusada do descumprimento de normas ambientais com a suposta conivência do estado, diante das fiscalizações, amplamente divulgadas pela mídia que os órgãos ambientais deixaram de cumprir o seu papel fiscalizador ao desconhecerem áreas atribuídas a dutos clandestinos que destinavam efluentes não tratados ao meio ambiente e, especialmente ao Rio Pará, e um suposto transbordamento ocorrido no DRS 1, que culminou em ação cautelar inominada ajuizada pelo Ministério Público em face da empresa na vara criminal de Barcarena e que determinou o embargo nas atividades da empresa em 50%. Diante desse novo cenário, iniciou-se o boato de que a Alunorte realizaria um processo de demissões em massa para suprir os prejuízos decorrentes de dito embargo.

    Sendo assim, o STQMB (SINDQUIMICOS) ajuizou com uma ação cautelar inominada no intuito de garantir as discussões acerca das demissões a serem realizadas e garantir os empregos dos trabalhadores na empresa.

    A 1ª Vara do Trabalho da Comarca de Abaetetuba garantiu a manutenção dos empregos e determinou a reintegração de todos os trabalhadores dispensados da data do evento até enquanto vigorassem os efeitos da decisão, entre outros pedidos.

    Insatisfeita com a decisão impetrou Mandado de Segurança que foi distribuído à Desembargadora Francisca Formigosa, que decidiu pela dispensa de um total de 5% no prazo de 90 dias e que, caso ultrapassasse esse percentual, teria de apresentar plano de demissão voluntária, entre outras obrigações determinadas, antes que realizassem demissões em massa.

    Não satisfeita, a empresa interpôs com agravo regimental aduzindo, arrogantemente, que a desembargadora houvera ferido o princípio da separação de poderes, uma vez que estaria “legislando” ao invés de julgar e que o artigo 477-A da CLT permitiria a dispensa em massa sem a necessidade de participação da entidade sindical.

    O recurso foi levado à turma para ser julgado e o colegiado negou provimento por unanimidade, o mesmo ocorreu com os embargos de declaração interpostos pela empresa.

    Dessa forma o SINDQUIMICOS na qualidade de legitimo representante dos empregados da empresa Hydro Alunorte perante o juízo trabalhista de 1º e 2º grau, tem sido incansável na luta em prol do fortalecimento da categoria, haja vista que os trabalhadores nesses seis meses tem imposto sucessivas derrotas jurídicas aos poderosos da Noruega.

    DR. CLÁUDIO ALÁDIO DE S. FERREIRA e DR. HENRIQUE COURA BRITO PEREIRA
    ASSESSORIA JURÍDICA SINDQUIMICOS

    CTB Pará

  • Os dirigentes da CTB Pará, Cleber Rezende e Márcia Pinheiro, presidente e diretora, respectivamente, participaram da 10ª Conferência Municipal de Saúde de Rio Maria, no sul do Pará, situada aproximadamente 900 km da capital, Belém, que ocorreu nos dias 11 e 12 de abril de 2019, no salão paroquial da igreja católica Nossa Senhora da Aparecida. O evento foi uma realização da Prefeitura de Rio Maria, coordenado pela Secretaria de Saúde e Conselho Municipal de Saúde.

    No ato de abertura, dia 11/04 às 19h, da conferência as autoridades locais e estaduais compuseram uma mesa de solenidade, presidida conjuntamente pelo secretário de saúde, Wanderley Milhomem (PCdoB) e a presidenta do Conselho, Marlete Alves, contando com a participação de vereadores e secretários municipais, do vice-prefeito José Soares, o Zezinho, a representante do Conselho Estadual de Saúde (CES/PA), a médica veterinária Dra Ana Patrícia Bittencourt, o presidente da CTB/PA Cleber Rezende, entre outras autoridades e uma grande plateia de mais de 500 participantes.

    A conferência teve como tema principal “Democracia e Saúde”, subdividida em eixos “Saúde como Direito”, a “Consolidação dos Princípios do Sistema Único de Saúde” e o “Financiamento do SUS”, objetivando a avaliação e construção de diretrizes para a formulação da política de saúde local, estadual e nacional.

    A Conferência em Rio Maria teve como palestrantes Dra Ana Patrícia da Gama Bittencourt, do CES/PA, Cleber Rezende, presidente da CTB/PA, Domingas Alves, da 12ª regional de Saúde/SESPA e o Dr. Pedro Anaisse, diretor geral do Hospital Regional do Araguaia. As propostas aprovadas em plenária serão encaminhadas para a 16ª Conferência Nacional de Saúde, que se realizará entre os dias 4 e 7 de agosto, em Brasília.

    O secretário de Saúde, Wanderley Milhomem, destacou a importância da participação da comunidade e que “é um direito de cidadania, garantido pela Constituição Federal e que a discussão em conjunto visa à melhoria do atendimento à população”, pontuou Milhomem, ressaltando que foram realizadas a pré-conferência e mais 04 plenárias nos bairros mais populosos da cidade, antecedendo o evento final.

    Cleber Rezende, destacou que o secretário Wanderely Milhomem, a presidenta do Conselho, Marlete Alves e o Prefeito Paulinho, estão de parabéns por “realizar a maior conferência de saúde da 12ª regional, que é composta de 15 municípios”, e que “Saúde como Direito”, tema abordado pelo presidente da CTB/PA, “é garantir o acesso com qualidade e dentro do tempo necessário a necessidade do usuário do SUS”, e que o “SUS é um patrimônio do povo brasileiro e que devemos defende-lo, bem como defender a seguridade social, que é o tripé da saúde, assistência e da previdência social”. Portanto, devemos “dizer não a reforma da previdência de Bolsonaro, contra sua capitalização e desconstitucionalização”, finalizou Rezende.

     

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  • As entidades Sindicais dos Servidores Públicos do Pará, reunidas na última quarta-feira (09), na sede da CTB/Pará, deram início a campanha salarial 2019, o fórum que agrega os sindicatos do funcionalismo estadual liderados pela Federação dos Servidores Público do Pará (FSPEPA) iniciou os trabalhos de 2019 com uma avaliação dos governos recém empossados, Jair Bolsonaro (PSL) na presidência da República e Hélder Barbalho (MDB) no governo do Pará.

    Na avaliação do movimento sindical o presente ano será de muitas lutas para a preservação dos direitos da classe trabalhadora e na busca de obter alguma conquista aos servidores paraenses. Momento de implementação da Emenda Constitucional de nº 95 que limita os gastos e investimentos públicos nas áreas sociais, a busca de implementação de uma nova reforma da previdência social com retirada de diretos à aposentadoria, debate e ameaças pelo governo federal, de pôr o fim a estabilidade dos servidores públicos concursados entre tantas outras questões que leva a avaliação de retrocessos e a necessidade de muita unidade e luta da classe trabalhadora e de suas organizações representativas. 

    As entidades buscarão audiência com o novo governador Hélder Barbalho, para resgatar os compromissos de atendimento das reivindicações dos servidores assumidas durante o período eleitoral. Ressaltando Valdo Martins, presidente da FSPEPA, que “os avanços no atual governo dependerão do poder de mobilização da categoria, da unidade e capacidade de mobilização, coordenadas pelas entidades”.

     Marcos Afonso, vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Civis do Pará (Sepub) e diretor da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB Pará), destacou que “iniciamos os trabalhos com unidade e luta na defesa dos interesses das servidoras e servidores públicos do Pará”, afirmando que são várias entidades sindicais e que “a unidade será o determinante neste momento da campanha salarial de 2019”, sendo fundamental a parceria e o respeito das bases de cada organização.

    O Fórum indicou a solicitação de audiência com o atual governador, para ainda este mês de janeiro, a realização de uma nova reunião dia 16/01 para definição das propostas que serão apresentadas ao governo, bem como a elaboração de um documento estabelecendo critérios para a participação das entidades no Fórum das Entidades dos Servidores Públicos Paraenses, buscando sua organização e fortalecimento entre outros encaminhamentos.

    CTB Pará

  • A subsede do Sintepp Xinguara - Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará realizou uma jornada de debates e proposições em defesa da educação pública e de qualidade social, na defesa dos direitos dos profissionais da área e da própria organização sindical, na sede do Sintepp Xinguara/Pará, na última quinta-feira, 11/04/2019.

    Pela manhã a categoria iniciou os trabalhos, quando a coordenadora geral professora Maria Reis, abordou os temas de hora atividade, defasagem salarial dos secretários escolares, número de alunos por salas de aulas entre outros temas. A professora Maria Reis informou que o secretário municipal de Educação e Cultura, o senhor Vilmones da Silva, não atendeu o convite feito pelo Sintepp para participar da atividade e prestar os esclarecimentos e responder aos questionamentos dos trabalhadores em educação.

    “Com ausência e nem justificativa do secretário Vilmones, os trabalhadores em educação, juntamente com a coordenação do Sintepp resolveram irem até a Semed para conversar e buscar respostas à pauta da categoria” disse a coordenadora geral do Sindicato Maria Reis. À serem recebidos pelo então secretário de educação, o mesmo solicitou do sindicato uma comissão para discutir sobre a hora atividade e agenda de reunião com os secretários escolares para estudo do caso, ficando as demais pautas a serem esclarecidas outro momento para a categoria.

    Na parte da tarde, os trabalhos retomou com a participação do professor Cleber Rezende, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB/Pará e membro da Coordenação Estadual do Sintepp, que abordou uma variedade de temas como conjuntura política, sindical e educacional, reforma da previdência, a MP 873, campanha salarial SEDUC/2019 e o pagamento dos precatórios do Fundef.

    Cleber Rezende reforçou a necessidade de um trabalho conjunto do movimento sindical e a classe política para barrar a reforma da previdência, proposta pelo governo Bolsonaro, bem como esclareceu a conjuntura atual sindical e política, as medidas políticas e jurídicas contra a MP 873, a proposta do governador Hélder Barbalho, em propor abono em vez de pagamento do piso, reafirmando Rezende, que a pauta central é o piso e não o abono, bem como a necessidade da coordenação do Sintepp Xinguara ficar atenta aos repasses do precatório do Fundef, a necessidade de judicialização da matéria e buscar acordo com o executivo e sua homologação na justiça para o devido rateio aos beneficiários.

    Márcia Pinheiro, diretora da CTB/PA, também contribuiu nos debates e ressaltou o importante trabalho realizado pela sindicalista a professora Maria Reis, em defesa da educação, dos alunos e em especial da categoria educacional de Xinguara.

  • O Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil Leve e Mobiliaria de Castanhal e Região (SINTICLEPEM) realizou no dia 16 dezembro assembleia de prestação de contas do exercício 2018 e confraternização de fim de ano.

    Na atividade ocorreu, ainda, sorteio de cestas-básicas para os sindicalizados e o presidente José Adailson, o Careca, fez um balanço das principais lutas desenvolvidas no presente ano de 2018.

    Edgar Oliveira, secretário de finanças do Sindicato, apresentou a prestação de contas, fez esclarecimentos e respondeu as perguntas surgidas na assembleia e ao final a categoria de operários e operárias aprovaram por unanimidade a prestação de contas do exercício 2018 do Sindicato.

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    O presidente do SINTICLEPEM, José Adailson, o Careca, avaliou como positivo os trabalhos realizados no ano de 2018, afirmando que “nossa diretoria, esteve presente nos canteiros de obras e em cada local de trabalho ouvindo as necessidades da categoria, buscando responder suas demandas e realizando campanha salarial com acordo de coletivo que resguardassem os direitos e conquistas”, ressaltando as dificuldades econômicas e a necessidade de “fortalecer cada vez mais o Sindicato, enquanto instrumento de representação da classe operária”, finalizou Careca.

    Cleber Rezende, presidente da CTB/Pará, em sua fala na assembleia, contextualizou os desafios para 2019, com a posse de Bolsonaro na presidência do Brasil, afirmando que “a resistência, coordenada pelas centrais sindicais, à reforma da previdência bem como na defesa de todos os direitos e conquistas da classe trabalhadora, a luta por empregos de qualidade e por melhores salários, na defesa da retomada do crescimento econômico e do desenvolvimento nacional”, reafirmando ainda, “a defesa da democracia, da soberania nacional, dos direitos fundamentais e dos movimentos sociais, sindical, das esquerdas e do povo brasileiro”.

    O presidente José Adailson, ainda agradeceu as presenças dos diretores de sua diretoria, bem como do sindicalista Ronilson Sales, secretário geral do SINDFORTE e do jovem Rafael Galvão, diretor da UJS.

    CTB Pará