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Qui, Maio

CTB-RS

  • A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Rio Grande do Sul (CTB-RS) participa de ato show unificado no Dia do Trabalhador e da Trabalhadora - 1º de maio -, na terça-feira (1º), das 10h às 13h, na Redenção, em Porto Alegre. 

    Com as mesmas propostas do ato da capital gaúcha, em Caxias do Sul, o ato acontece em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região pela revogação da reforma trabalhista , em defesa do emprego, da democracia e por Lula Livre. O ato show de Caxias ocorre  nos Pavilhões da Festa da Uva. O evento que tem a promoção da Rádio Viva e acontece das 13h às 20h.

    As atrações confirmadas são: Musical JM, Banda Enigma, Flor da Serra, Banda Universitária, Arrastão Sertanejo, Musical Reencontro, Tchê Garotos e As Mineirinhas. Além das apresentações, estão agendados sorteio de brindes e atos de protesto com os temas Revogação da Reforma Trabalhista. Empregos e democracia. 

    Portal CTB

     

     

  • Neste momento de crise e avanço do conservadorismo e das ideias facistas, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio Grande do Sul (CTB-RS) está aberta ao diálogo e à defesa das bandeiras dos movimentos sociais que representam a diversidade do povo brasileiro.

    Defendemos as lutas por igualdade de gênero e racial. Combatemos o machismo, o racismo, a LGBTfobia e todas as formas de violências e opressões.

    Defendemos que a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio saiam do papel e façam parte da vida das mulheres. Assim como defendemos a criminalização da homofobia, lesbofobia e transfobia.

    Defendemos a educação pública, laica, de qualidade, emancipatória e sem mordaça.

    Todas estas lutas se entrelaçam com a luta de classes e a CTB-RS está pronta para acolher, respeitar e dar visibilidade para estas questões. Somos a central sindical que mais cresce, pois temos a cara e a coragem do povo brasileiro.

    Silvana Conti é vice-presidenta da CTB-RS.

    Os artigos publicados na seção “Opinião Classista” não refletem necessariamente a opinião da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e são de responsabilidade de cada autor.

  • A CTB-RS realiza todos os anos o Encontro das Trabalhadoras Urbanas e Rurais a fim de propor debates sobre assuntos que afetam diretamente a vida as mulheres que estão no mercado de trabalho. Nesta sexta-feira (10/11), a Central realizou o 7º evento com foco, este ano, nos impactos das reformas trabalhista e da previdência na vida das trabalhadoras.

    Na abertura, a secretária de mulheres da CTB-RS, Lérida Pivoto Pavanelo, afirmou que a reforma trabalhista representa 25 anos de retrocessos para as trabalhadoras rurais. “Cada vez que falta dinheiro, o Governo mexe no bolso da classe trabalhadora. Precisamos valorizar as mulheres que se candidatam e assumem cargos políticos. Ano que vem, temos eleição e será o momento de darmos nosso recado, mandando muita gente para casa para mostrar que não se pode retirar direitos do povo”, defendeu Lérida.

    A primeira palestra foi apresentada pela chefa de gabinete da liderança do PCdoB, Abgail Pereira, que fez uma análise da conjuntura política do país. “Hoje, 40% das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres. No Governo Lula e Dilma, houve muitos avanços significativos para as trabalhadoras no contexto da inclusão social”, afirmou. A líder frisou ainda que apesar das mudanças positivas dos governos petista há muito a avançar. “Existem desigualdades que ficam ainda maiores em tempos de crise como jornada de trabalho excessiva, profissões idênticas com salários 30% menores, sub-representação das mulheres na política, altos índices de violência contra as mulheres”, apontou.

    Sobre o novo quadro político que o Brasil vive, Abgail foi direta. “O Golpe de Temer das elites retirou uma presidenta legítima para avançar aceleradamente contra os interesses do povo e da nação. Intensificou a ofensiva contra a classe trabalhadora, soberania nacional e democracia”, disse. O tema da sub-representação das mulheres na política foi aprofundado com os índices: 50,64% da população é feminina, 52% do eleitorado é composto por mulheres, apenas 9%, na Câmara, e 13% no Senado, é feminino. “A saída é empreender uma luta sem tréguas contra o retrocesso, uma frente ampla para oferecer perspectivas ao Brasil, um novo projeto nacional de desenvolvimento com ênfase no setor produtivo nacional”, finalizou.

    As mudanças propostas pela reforma trabalhista, que entrou em vigor no último dia 11/11, foram aprofundadas pela advogada trabalhista, Fernanda Palombini Moralles, que apresentou dados para contextualizar o momento que o Brasil vive: 3 milhões de crianças e adolescentes trabalham, 4º país no mundo em acidentes de trabalho, 170 mil trabalhadores escravos, segundo dados do IBGE e OIT, divulgados em 2016.

    “Essa reforma trabalhista teve iniciativa no executivo no ano passado como uma mini reforma, mas transformou-se na maior reforma trabalhista e sindical feita no país, são mais de 100 artigos modificados. Além de ter sido conduzida e aprovada em ambiente de ruptura democrática, sem ter passado por uma ampla consulta aos atores do trabalho, sendo consideradas apenas propostas vindas do empresariado”, alertou. “O verdadeiro objetivo dessa reforma é desmontar a legislação trabalhista e acabar com uma jurisprudência já consolidada, além de enfraquecer os sindicatos de trabalhadores ao cortar receitas das entidades”.

    A reforma, segundo Fernanda Moralles, pretende desmontar o direito do trabalho, ao atacar princípios basilares como o da proteção ao trabalhador, e desprestigiar a negociação coletiva, ao deslocar a regulação para o âmbito individual em temas fundamentais da relação de trabalho. “Matérias que antes só poderiam ser negociadas pelos sindicatos através de convenções e acordos coletivos passam a ser passíveis de negociação direta como regime de trabalho (12x36), redução de intervalos para descanso e alimentação, banco de horas, além da prevalência do negociado sobre o legislado e a dificuldade de acesso do trabalhador ao judiciário ao alterar as regras de concessão da AJG e sucumbência recíproca”.

    Também foram apresentados para os participantes do Encontro tópicos como férias, jornada, tempo na empresa, descanso, trabalho intermitente, demissão, gravidez, banco de horas e rescisão contratual. “Os desafios são pensar caminhos a serem trilhados pelas entidades sindicais em cenário extremamente complicado. Mais do que nunca será preciso prestigiar as ações coletivas, reforçar a unidade entre as categorias, participar das lutas gerais por condições mais dignas de trabalho. Juntos os trabalhadores tem força e poder. A vida não será fácil para os trabalhadores e seus sindicatos. Mas quando foi?”, finalizou.

    Grupo VivaPalavra

    Após as palestras, foi aberto um espaço para que os participantes pudessem trazer dúvidas e comentários sobre os assuntos debatidos. Ao todo, o Encontro reuniu 150 pessoas, mais de 130 mulheres, sendo possível sua realização com o apoio de diversos sindicatos e federações. Em seguida, foi servido almoço acompanhado de atividades culturais. O Grupo VivaPalavra, que trouxe poemas e textos autorais, e a Banda do Irajá, que com muito samba e pagode animou os presentes. Ás 16h, o grupo foi para o Tribunal Regional do Trabalho, onde se somou a outras centrais sindicais para integrar o Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos. Após o ato, os manifestantes seguiram em caminhada até a Esquina Democrática.

     

    Texto e fotos: Aline Vargas/CTB-RS

  • Reunidas na tarde desta sexta-feira (1º/12), na sede da CTB-RS, em Porto Alegre, as centrais sindicais e os movimentos sociais decidiram que na próxima terça-feira (5) será o Dia Nacional de Luta e Protestos contra a Reforma da Previdência. Com o recuo da Câmara dos Deputados na votação da reforma da previdência, as entidades que representam trabalhadores e aposentados suspenderam a greve, mas optaram por manter as manifestações já programadas para o dia.

    CTB: Continuaremos nas ruas contra a Reforma da Previdência no dia 5 de Dezembro

    “As atividades irão começar já na madrugada, no aeroporto Salgado Filho. De lá, seguiremos para a rodoviária. Todas as atividades tem o objetivo de dialogar com a sociedade e explicar os principais prejuízos que a reforma da previdência trará para a vida dos trabalhadores brasileiros. Apesar de optarmos por suspender a greve, vale frisar que qualquer ameaça de que o projeto volte para a votação a greve geral será convocada novamente”, afirmou o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor.

    Abaixo leia nota das centrais sindicais e movimentos sociais elaborada na reunião:

    NOTA DAS CENTRAIS SINDICAIS E MOVIMENTOS SOCIAIS

    - Manter o dia 5 de dezembro como o Dia Nacional de Luta contra a Reforma da Previdência e apoio às categorias em luta.

    - Manter nas regiões atos, manifestações denunciando a Reforma de Previdência.

    Em Porto Alegre:

    Ato aeroporto (5h)

    Concentração Rodoviária (8h)

    Ato INSS (10h)

    Ato no Palácio Piratini (12h)

    Aline Vargas - CTB-RS 

  •  As centrais sindicais e os movimentos sociais realizaram uma plenária estadual, nesta segunda-feira (27), no auditório da Federação dos Empregrados no Comércio de Bens e Serviços do Rio Grande do Sul (Fecosul), centro de Porto Alegre, para organizar detalhes da greve nacional, que está sendo chamada para o próximo dia 5.

    As centrais participaram da reunião juntamente com sindicatos de trabalhadores de diversas categorias, entre elas comerciários, metalúrgicos, metroviários, bancários, servidores públicos, saúde, construção civil, entre outras. Também estiveram presentes dirigentes de federações de trabalhadores e representantes de entidades sociais como UBM, Uampa, Conam, entre outros.

    “Tivemos uma presença bastante significativa na plenária. Isto mostra que a percepção de todos sobre a gravidade do momento que estamos vivendo está maior. Precisamos de unidade para encarar essa luta e evitar que a classe trabalhadora e os aposentados percam direitos. Dia 5, vamos parar contra as reformas trabalhista e da previdência. Dois graves retrocessos que esse governo golpista quer impor aos brasileiros”, defendeu o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor, que lembrou ainda a CPI aprovada por unanimidade dos senadores concluindo que não há déficit na previdência.

    O grupo marcou nova plenária com coletiva de imprensa para a próxima segunda-feira (4/, dia que antecede a greve. A atividade acontecerá no auditório do Sindibancários, a partir das 9h.

    Aline Vargas - CTB-RS - Foto: Juliana Ramiro-Fecosul

     

  •  A terça-feira (5) começou cedo para os dirigentes sindicais e líderes de movimentos sociais que, desde as 5h da manhã, já se concentravam no saguão de embarque do aeroporto Salgado Filho. O ato iniciou o Dia Nacional contra a Reforma da Previdência na capital gaúcha com a participação de diversas centrais sindicais, federações e sindicatos de trabalhadores, além de movimentos sociais. A manifestação que transcorreu de maneira pacífica durou cerca de duas horas e contou com falas das lideranças locais além de deputados federais que passavam pelo local para embarcar para Brasília.

    Em seguida, o grupo seguiu para o entorno da rodoviária onde distribuiu panfletos e dialogou com a sociedade por mais de uma hora. O material entregue à sociedade aponta cinco mentiras apresentadas por Temer para convencer a população de que a reforma da previdência é o caminho certo a ser seguido. Um dos pontos que merece destaque: “Temer se aposentou aos 55 anos com 30 mil reais por mês. Eliseu Padilha aos 53 anos com 20 mil por mês. Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, recebe 250 mil mensais. Estão enlameados em denúncias de corrupção, ganham fortunas e querem acabar com a sua aposentadoria”.

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     “Vamos intensificar as denúncias sobre as mentiras que o governo está divulgando para aprovar a reforma da previdência gastando milhões de reais para tentar justificar um déficit, como foi comprovado na CPI assinada por senadores que compõe inclusive a base do governo. Um governo que quer fazer uma reforma para economizar 480 bilhões de reais em 20 anos, apenas na MP 795, garante isenções de mais de 980 bi na previdência através de isenções às grandes corporações de gás e petróleo”, alertou o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Rio Grande do Sul (CTB-RS), Guiomar Vidor.

    A mobilização continuou com caminhada pela avenida Mauá até a agência do INSS, próxima ao Mercado Público de Porto Alegre, onde, em cima de caminhões de som, dirigentes e lideranças falaram sobre os principais prejuízos das reformas trabalhista e da previdência na vida dos brasileiros. Todas as mobilizações tiveram como propósito dizer NÃO a reforma da previdência, a reforma trabalhista e demais medidas promovidas pelo governo Temer. Sartori e Marchezan Jr também foram alvos do protesto.

    “Não podemos admitir que depois de aprovada a PEC 55 [que congelou por 20 anos os investimentos em saúde, segurança e educação] e uma reforma trabalhista que precariza as relações de trabalho e tira a dignidade do trabalhador, seja imposta uma idade mínima de 65 anos e 40 anos de contribuição que inviabiliza totalmente qualquer perspectiva de um dia o trabalhador comum se aposentar. Vamos desmascarar essa propaganda milionária que mentirosamente fala em combater privilégios, quando na verdade os grandes privilegiados como deputados, senadores, militares, estão excluídos da mesma. A resposta será a continuidade das mobilizações”, afirmou Vidor.

    Mobilizações semelhantes aconteceram no interior do RS e em outros Estados:

    Caxias do Sul 

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    Texto: Aline Vargas - CTB-RS

    Fotos: Aline Vargas/CTB-RS, Juliana Ramiro/Fecosul, Assessoria Caxias do Sul

  • As centrais sindicais do estado se reuniram, nesta sexta-feira (26), na sede da CTB-RS, para discutir importantes ações para o movimento sindical nos próximos dias

    O atraso na votação do reajuste do piso regional, que tem data-base em 1º de fevereiro, preocupa os dirigentes. “Janeiro já está acabando e o governo sequer anunciou uma proposta de índice. O assunto já deveria ter sido votado na Assembleia para entrar em vigor a partir do mês que vem”, afirmou o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor. Como providências para resolver, as centrais irão agendar visitas às bancadas na Assembleia Legislativa a fim de conversar com os parlamentares sobre a urgência do tema. O governo do estado também será procurado para que se pronuncie.

    Outro tema debatido foi a reforma da previdência. O governo federal pretende retomar a discussão para que a pauta entre em votação no próximo mês. Com isso, as centrais sindicais decidiram intensificar as mobilizações contra a aprovação do tema que prevê retirada de importantes direitos para os trabalhadores e aposentados. Já no dia 6/2 está marcado ato a partir das 4h30 da manhã, no Aeroporto Salgado Filho. “Estaremos distribuindo material desmascarando as mentiras que o governo vem repetidamente divulgando na imprensa sobre o déficit e combate a privilégios”, avisou Vidor.

    Texto e fotos: Aline Vargas - CTB-RS

     

  • Os porto-alegrenses foram surpreendidos pelo encerramento da exposição “Queermuseu – Cartografia da Diferença na Arte Brasileira” neste domingo (10). A mostra que conta com a participação de 85 artistas, entre eles Lygia Clark, Alfredo Volpi e Candido Portinari, iria até o dia 8 de outubro.

    De acordo com Silvana Conti, vice-presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio Grande do Sul (CTB-RS), a mostra continha 273 obras com o objetivo de refletir sobre as relações de gênero e as sexualidades.

    Bastou isso para provocar a fúria do fascista Movimento Brasil Livre (MBL). Para eles, a exposição apresentava conteúdo impróprio e fazia apologia à pedofilia e à zoofilia. “Um total absurdo”, diz Conti.

    Reagindo, inúmeras entidades da sociedade civil gaúcha marcaram para esta terça-feira (12), o Ato pela Liberdade de Expressão Artística e Contra a LGBTTFobia, com concentração às 15h30, à rua Sete de Setembro, 7, no centro histórico de Porto Alegre.

    “Diante dos ataques sofridos pela exposição #QueerMuseu sediada no Museu Santander Cultural convocamos um ato público em defesa da liberdade de expressão artística, das liberdades democráticas e contra os retrocessos políticos que limitam o exercício de cidadania da população LGBTT”, escrevem os organizadores do protesto na página do Facebook onde se pode confirmar a presença (aqui).

    As entidades reclamam da atitude do Santander Cultural que “agride a liberdade de expressão, a arte e os direitos humanos”, afirma Conti. “Essa atitude colabora para a cultura da violência, do ódio e da discriminação”, acentua.

    De acordo com a sindicalista e ativista, o protesto reunirá diversas entidades do movimento social, ligados às questões de gênero e direitos humanos, assim como as centrais sindicais que entregarão um documento de protesto à atitude do Santander Cultural de “ceder aos ataques insanos” feitos pelo MBL à exposição.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Na última quinta-feira (6), na sede da CTB-RS, aconteceu reunião preparatória para a Atividade Unificada contra a Extinção do Ministério do Trabalho. Estiveram presentes as centrais sindicais e entidades que representam os profissionais que atuam na justiça do trabalho – juízes e advogados, além de membros do Ministério Público.

    No encontro foi definida atividade a ser realizada no próximo dia 11 de dezembro, em Porto Alegre. O ato unificado acontecerá às 7h30, em frente ao MTB (Mauá, 1013). As entidades presentes na reunião preparatório, que integrarão o ato, elaboraram manifesto em defesa do Ministério do Trabalho, que teve sem fim anunciado em entrevista no início desta semana, pelo ministro extraordinário da transição entre o governo Temer e Bolsonaro, Onyx Lorenzoni.

    Guiomar Vidor, presidente da CTB-RS, destaca a importância da unidade na luta em defesa do Ministério do Trabalho. "Mais uma vez estamos em um momento que exige nossa resistência. Nossa unidade, das centrais e demais entidades, fortalece a luta em defesa do Ministério do Trabalho, que é a luta em defesa dos direitos e dos trabalhadores", destaca.
     
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    MANIFESTO EM DEFESA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO

    As entidades de trabalhadores e da sociedade civil organizada, reunidas na tarde de hoje, na sede da FECOSUL, manifestam sua contrariedade a proposta de fechamento do Ministério do Trabalho apresentada pela equipe de transição do governo Jair Bolsonaro. Lembramos que o MTB foi criado em 1930, e que cumpre um papel importante na sociedade. Vale ressaltar que sua função é discutir questões como as políticas necessárias para a criação de empregos e a geração de renda, auxílios ao trabalhador, fazer evoluir as relações de trabalho, fiscalizar, promover políticas salariais, de formação e desenvolvimento para os trabalhadores e garantir segurança e saúde no trabalho. Desta forma, a importância e a relevância política do MT são inquestionáveis, principalmente num país que soma mais de 13 milhões de desempregados.

    Com a extinção, os patrões ficarão livres para descumprir as leis, tendo em vista que é o Ministério do Trabalho que fiscaliza. O seu fim representará um retrocesso político que vai resultar em enormes prejuízos aos trabalhadores da ativa, aos aposentados e aos pensionistas.

    A fiscalização contra trabalhos análogos à escravidão e à prevenção contra acidentes serão desarticuladas, gerando enormes prejuízos à sociedade. E os números já são alarmantes: em 2015 tivemos o registro de 376 mil casos de afastamento em função de acidentes de trabalho.

     A extinção do Ministério do Trabalho viola vários artigos da Constituição e Convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que já foram ratificadas pelo Brasil. O Brasil precisa de um Ministério do Trabalho técnico, forte, parceiro e protagonista na luta contra a recessão e pela retomada do crescimento econômico do País, com respeito aos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas da classe trabalhadora, geração de empregos, distribuição de renda e inclusão social.

    Por fim, precisamos lembrar que a administração do FGTS/FAT, que somam mais de 500 bilhões de reais, também estão na mira deste movimento. Neste sentido, vimos pela presente convidar a todos para participarem de um Ato Unitário em defesa do MTB, a ser realizado no próximo dia 11 de dezembro, terça-feira, a partir das 7h30, em frente a SRT, na Av. Mauá, 1013, nesta capital.
     
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    CTB Rio Grande do Sul
  • Fundada em 12 de dezembro de 2007 num congresso realizado em Belo Horizonte (MG) a CTB celebra nesta quarta-feira seu 11º aniversário.

    São 11 anos de luta em defesa dos direitos da classe trabalhadora, por um projeto nacional de desenvolvimento fundado na democracia, na soberania e na valorização do trabalho e contra a ofensiva das forças conservadoras, o golpe de Estado disfarçado de impeachment e a agenda de restauração neoliberal imposta pelo governo ilegítimo presidido por Temer.

    Apesar das adversidades e dos ataques sofridos pela classe trabalhadora e o movimento sindical nos últimos anos, a trajetória da nossa central classista desde 2007 foi de contínuo crescimento e consolidação. Tendo inaugurado sua existência com cerca de 600 entidades sindicais na base, hoje a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil conta com mais de 1200, um crescimento de 100% no período

    O êxito político e organizativo se explica pela coerência na defesa de seus princípios e a participação ativa e incansável na linha de frente das batalhas de classes que se verificaram no período. Daí a credibilidade no movimento sindical e entre as forças progressistas da nossa sociedade.

    Defesa do socialismo

    O que diferencia a CTB é o compromisso inarredável com os interesses imediatos e futuros da classe que representa: a defesa do Direito do Trabalho, da valorização dos salários, redução da jornada, trabalho decente, a luta contra a exploração do trabalho análogo ao escravo e do chamado trabalho infantil, contra a exploração capitalista e por uma sociedade sem exploradores e explorados, a defesa do socialismo e de um projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e justiça social.

    Entre as realizações e conquistas da CTB, sempre em aliança com as demais centrais e os movimentos sociais, destaca-se a realização da 2ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), que reuniu mais de 30 mil sindicalistas das cinco maiores centrais sindicais do país no Pacaembu (SP) em 1º de junho de 2010 e aprovou a “Agenda da classe trabalhadora por um novo projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização do trabalho”.

    Conclat

    A Conclat foi originalmente proposta pela CTB no congresso fundação. Nossa Central teve também relevante participação nas marchas da classe trabalhadora, nas Marchas das Margaridas, na luta pela reforma agrária e o fortalecimento da agricultura familiar, pela redução dos juros, em defesa das aposentadorias, contra a terceirização irrestrita e contra a reforma trabalhista de Michel Temer.

    No campo das relações internacionais, nossa Central teve destacada participação na Federação Sindical Mundial e organizou em São Paulo um Simpósio internacional e um Ato mundial anti-imperialista na comemoração dos 70 anos da FSM em 3 de outubro de 2015. A CTB também é uma das fundadoras e líder do Encontro Sindical Nossa América (Esna), que congrega sindicalistas de vários países latino-americanos e caribenhos.

    Os cetebistas estiveram na linha de frente da greve geral de 28 de abril de 2017 e não vacilaram em denunciar, desde o início, o golpe de 2016, alertando e mobilizando suas bases contra o processo de restauração neoliberal e consequente desmantelamento dos direitos trabalhistas e da seguridade social, enfatizando a defesa do SUS e da educação pública, laica e gratuita. A CTB integra o Fórum das Centrais e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo e celebra o seu 11º aniversário reiterando o compromisso de defender intransigentemente a causa dos trabalhadores e trabalhadoras, o desenvolvimento nacional soberano e o Socialismo, uma necessidade histórica que se transforma em imperativo do nosso tempo face à grave crise que abala o sistema capitalista internacional e que requer a construção de uma frente ampla de resistência para superá-la e evitar a barbárie.

    São Paulo, 12 de dezembro de 2018

    Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

  • Centrais sindicais se reuniram no fim da manhã da terça-feira (28) para uma plenária para decidirem os últimos detalhes da greve geral marcada para a próxima sexta (30). De acordo com presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Guiomar Vidor, a mobilização tem objetivo de iniciar desde as primeiras horas da sexta-feira e seguir ao longo do dia.

    “Serão mais de 20 carros de som que estarão circulando em Porto Alegre e Região Metropolitana, milhares de materiais estão sendo distribuídos pelas categorias e o movimento não se restringe só a Porto Alegre. Estamos vendo uma grande adesão no interior do Estado”, contou. “É uma resposta da classe trabalhadora brasileira contra este conjunto de reformas que estão sendo apresentadas pelo governo Temer”, afirmou ele, que criticou a reforma da Previdência: “São 38% dos brasileiros que morrem antes dos 65 anos. Isso é inviabilizar o direito da aposentadoria sem contar com as outras artimanhas que estão dentro do projeto”.

    No final do protesto, as centrais sindicais devem se reunir, em um local ainda a ser definido, para o encerramento da greve geral. “O objetivo é construir mobilizações nas garagens de ônibus, manifestações nos principais entrocamentos da cidade e no final do dia coroar este movimento com um grande ato unitário das centrais sindicais e movimentos sociais”, projetou Vidor.

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    Transporte irá paralisar

    O transporte público será um dos serviços que vai paralisar na sexta-feira, segundo os sindicalistas. Conforme Vidor, assembleias estão sendo realizadas ainda entre os bancários, metalúrgicos e servidores públicos para definirem os procedimentos que farão no dia da greve geral. As escolas da Capital também vão paralisar na sexta.

    “O êxito do movimento vai ser a unidade e a vontade de lutar das centrais e dos movimentos sociais contra as reformas da Previdência e Trabalhista, e também é em defesa pela solução para nós estancar esta sangria deste impasse político que o País vive. Dentro do nosso entendimento a solução é o convocamento das Diretas Já e o afastamento de Michel Temer”, relatou.

    Vidor disse que conta com a participação da população. “Nós precisamos a partir deste momento que toda sociedade venha aderir a este movimento e dizer um não retumbante a tudo isto que está acontecendo no País”, concluiu.

    Por Juliana Ramiro e Aline Vargas - Fecosul e CTB-RS

  • Na manhã desta sexta-feira (10), ocorreram mobilizações em todo o país, convocadas pelas centrais sindicais, com o nome de Dia do Basta. Os atos tinham como objetivo tomar as ruas e dizer não a retirada de direitos, não as reformas propostas pelo governo Temer e defender a justiça do trabalho.

    Em Porto Alegre, o Dia do Basta começou às 8h30, na frente da sede da Fecomércio.

    "Estamos aqui na frente da Fecomércio, entidade símbolo do retrocesso imposto por Temer e seus aliados. Estamos aqui para dizer que estamos na luta, em defesa dos trabalhadores, dos direitos e da justiça do trabalho", destaca Guiomar Vidor, presidente da Fecosul e CTB-RS.

    O próximo ponto de parada da caminhada dos trabalhadores foi o Palácio Piratini, onde o grupo criticou o desgoverno de Sartori. "Sartori ataca os professores, os servidores públicos, entrega nosso Estado e não apresenta saídas para a crise", destacou Vidor.

    A caminhada terminou na frente do TRT4, em apoio a justiça do trabalho. Cerca de 3 mil trabalhadores de todo o RS, mesmo sobre vento forte e muito frio, participaram da atividade.

    Por fim, Guiomar Vidor destacou a unidade das centrais na luta. "O ato demonstra unidade dos trabalhadores na luta e resistência contra a reforma trabalhista e os retrocessos. Nossa unidade é fundamental neste momento", disse.

    Juliana Figueiró Ramiro - Assessoria Comunicação CTB-RS

  • Educadoras gaúchas lançam o gibi “A Lei Maria da Penha na Escola e na Vida” com objetivo de “divulgar e debater essa lei com todas as pessoas”, diz Silvana Conti, vice-presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadores do Brasil no Rio Grande do Sul (CTB-RS).

    Como uma das organizadoras do projeto, Conti afirma ainda que a ideia surgiu da necessidade de “mostrar às meninas e meninos a importância de haver respeito entre as pessoas”.

    A sindicalista explica que o gibi está disponibilizado online para qualquer entidade que desejar imprimir e fazer a discussão “sobre os efeitos da Lei Maria da Penha no combate à violência e na construção de uma sociedade que respeite as diferenças”.

    Já Salete Beatriz Roszkowski, presidenta do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres do Rio Grande do Sul, defende um amplo debate na sociedade sobre “a violência que assola as mulheres e meninas” e “inviabiliza que possamos ocupar os espaços de poder”, por isso, “precisamos formar novos homens e novas mulheres para o enfretamento desta situação”.

    Acesse o link abaixo, imprima e faça a discussão em sua comunidade

    Gibi Lei Maria da Penha

    Para Conti, qualquer entidade pode participar do projeto e levar esse debate para todos os rincões do país. “Muito importante trabalhar com toda a sociedade, mas é essencial levar esse debate para dentro das escolas. As crianças precisam entender desde cedo que podemos viver de maneira harmônica, sem violência e sem discriminações”.

    gibi maria da penha contracapa

    A CTB participa e apoia essa iniciativa. “Acredito que as instituições sindicais tenham muito interesse em participar e divulgar”, pois, “o gibi é didático, de fácil compreensão para que o debate seja feito afim de avançarmos para o fim da violência contra as mulheres, que extrapola todas as medidas da civilização”, conclui Conti.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Foliões acompanham a banda BaianaSystem no "Fora Temer", neste sábado (25), em Salvador

    O vocalista da banda BaianaSystem, Russo Passapusso, levou milhares de foliões ao delírio nesta noite de carnaval em Salvador, Bahia. O cantor começou com as palavras de ordem “Golpistas, machistas não passarão". Disse também "Fascistas, machistas" e os foliões responderam “não passarão”. Culminou com o hit deste carnaval "Fora Temer".

    Sinta a emoção do “Fora Temer” da banda System 

    Ainda neste sábado (25), Caetano Veloso deu uma canja no trio onde se apresentaria o seu amigo e parceiro de tropicalismo Gilberto Gil. Caetano se apresentou com seu filho Moreno, que acompanha Gil e ao cantar “Alegria, Alegria”, puxou um “Fora Temer”.

    Confira apresentação de Caetano Veloso 

    A Central dos trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio Grande do Sul (CTB-RS) fez uma paródia da bela marchinha “A jardineira”, de Benedito Lacerda e Humberto Porto. “Ó professor por que estás tão triste?/Mas o que foi que te aconteceu?/Fora Temer que num ato falho/Quer uma reforma – Aposentar? Nem eu!”, diz trecho da letra dos cetebistas gaúchos.

    Assista o clipe da paródia gaúcha de “A Jardineira” 

    O bloco Sai na Marra, levou para as ruas de Fortaleza a marchinha “Fora Temer”, de Maurício Lima, Alexandre Sousa e Flávio Arruda.

    Acompanhe uma apresentação do bloco no pré-carnaval da capital cearense 

    O grupo Ocupa carnaval gravou a sua paródia da marchinha “Me dá um dinheiro aí”, de Ivan Ferreira, Ferreira e Glauco Ferreira. Gregório Duvivier e sua trupe cantam: "Ei, você aí. O Temer vai cair. O Temer vai cair. É golpista, é ladrão. Ele jamais ganharia a eleição. Ele é vampiro de capa de gibi. O Temer, Temer, Temer. O Temer vai cair".

    Assista o grupo Ocupa carnaval 

    Milhares de foliões gritam “Fora Temer” nas ruas de São Paulo. Veja abaixo.

    No Rio de janeiro, os foliões não perdoam e o hit “Fora Temer” é um sucesso na avenida, confira a seguir. 

    O rapper mineiro Flávio Renegado não deixa por menos, viraliza na internet com o clipe da marchinha “Solta o cano”, de Vítor Velloso e Marcos Frederico, não grita “Fora Temer”, mas faz crítica ácida ao Judiciário e às elites porque “solta o cano que não cai”. Dispensa comentário.

    Assista a bela atuação de Flávio Renegado 

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy. Foto: Rede Brasil Atual

  • O Governo do estado, comandado por Eduardo Leite, além de atrasar em mais de dois meses o envio do projeto de lei de reajuste do Mínimo Regional, encaminhou a Assembléia na tarde de hoje um projeto estabelecendo um reajuste de 3,43%, inferior ao concedido ao salário mínimo nacional, de 4,61%, que já foi pequeno. Elevando o menor piso de R$ 1.196,00 para R$ 1.237,15.

    Infelizmente, o governo Leite nem pestanejou, deu continuidade a política de seu antecessor Sartori, sucumbindo à pressão do empresariado da FIERGS, da FECOMÉRCIO e da FEDERASUL, enfim, dos setores mais retrógrados do empresariado que defendem o fim do salário mínimo regional, deste que é um dos principais instrumentos de distribuição de renda e valorização do trabalho de nosso estado.

    A sociedade e os trabalhadores precisam reagir. A CTB, junto com demais centrais sindicais, sindicatos e federações vão à assembléia buscar o reparo desta injustiça e, junto aos deputados da situação e oposição, construir um reajuste digno ao salário mínimo regional, que atende a mais de 1,5 milhão de trabalhadores e trabalhadoras, como domésticos, rurais e das regiões mais pobres, os quais são exatamente os que mais precisam do estado como instrumento de equilíbrio social e distribuição de renda.

    O Brasil e o Rio Grande precisam de ações que levem ao crescimento econômico e a redução de injustiças e desigualdades sociais, e não à recessão e ao aumento da concentração de renda.

    Com a valorização do Mínimo Regional, todos ganham.

    Guiomar Vidor-Presidente da FECOSUL e CTB/RS

  • De acordo com informações da CTB Rio Grande do Sul, as centrais sindicais defendem reajuste acima da inflação para os trabalhadores e trabalhadoras, já os empresários questionam a elevação no vencimento em 2019.  Dividido em cinco faixas, o mínimo regional é referência para profissionais informais ou de categorias não contempladas em convenções e acordos coletivos.

    Guiomar Vidor, presidente da CTB-RS, informou que já solicitou reunião com a Casa Civil do governo Eduardo Leite. Neste ano, conforme o dirigente, a entidade pretende sugerir elevação de 8,43%, mais do que o dobro da inflação acumulada pelo INPC em 2018, quando ficou em 3,43%. No ano passado, as centrais sindicais buscavam avanço de 4,5%, superior ao reajuste de 1,81% proposto pelo Piratini e aprovado na Assembleia.

    piso rs

    Relembre

    Em março do ano passado, a Assembleia Legislativa aprovou reajuste de 1,81% no salário, abaixo da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com variação de 2,07% em 2017. Por causa da decisão, o valor do mínimo passou a R$ 1.196,47 na menor faixa, que envolve empregados domésticos e rurais, e a R$ 1.516,26 na maior, voltada a técnicos de nível médio.

    Portal CTB - Com informações do Jornal Zero Hora

  • Terá início nesta quarta-feira (27), às 10 horas, no auditório da Federação dos Trabalhadores Rurais do Rio Grande do Sul (Fetag/RS) em Porto Alegre, mais um Seminário Jurídico da CTB, evento que abordará temas como a proposta de reforma da Previdência, impactos da reforma trabalhista nas negociações coletivas, as inconstitutionalidades da MP 873, o papel das mídias sociais e desafios do movimento sindical.

     

    texto seminario


    Entre outros palestrantes estão confirmados o presidente da CTB, Adilson Araújo, o jornalista Altamiro Borges, presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararém e o desembargador Gilberto Souza dos Santos. Os debates prosseguem até quinta-feira (28).

  • No dia 14 de janeiro, em Marau, foi realizado ato público de inauguração da nova sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais da cidade. O novo espaço conta com auditório, gabinete odontológico totalmente equipado, consultório médico, assessoria jurídica aos sócios, um centro alternativo de medicina natural, entre outras novidades.
     
    De acordo com Guiomar Vidor, a conquista do sindicato e seus sócios expressa a grandeza da entidade e da união. " Em um período de enorme retrocesso político e ataque as entidades de classe, tivemos a oportunidade de testemunhar a capacidade de luta e resistência dos trabalhadores rurais que reconhecem o seu sindicato como instrumento de luta e de conquistas. O ato de inauguração contou com grande participação popular, marcando a representatividade que o sindicato de Marau possui hoje", destaca Guiomar Vidor, presidente da CTB Rio Grande do Sul.
     
     
    Em sua fala, Sergio de Miranda, dirigente nacional e estadual da CTB, e que também já foi presidente do sindicato de Marau por duas gestões, salientou a rua totalmente tomada pelos trabalhadores e trabalhadoras. Observou que, diferente dos atos de protesto e de reivindicação, naquele momento, a rua era espaço de celebração. Após citar as autoridades e nominar as lideranças sindicais presentes, Miranda lembrou emocionado que, dentre as grandes lutas nestes 55 anos de existência do sindicato, foi na sua gestão que ocorreu a maior conquista de todas: a aposentadoria para os trabalhadores e trabalhadoras rurais.
     
    Carlos Joel, presidente da FETAG/RS, entidade que reúne mais de 300 sindicatos de trabalhadores rurais, destacou a coragem e ousadia da diretoria, que venceu o desafio de construir a nova sede. Joel salientou, ainda, que o Sindicato dos Trabalhadores Rurais é importante também para a economia da cidade de Marau. Acredita que a nova sede servirá para o fortalecimento da categoria e que proporcionará a realização de outras atividades que trarão novas receitas à entidade, viabilizando equilibrar as contas, após redução das contribuições sindicais.
     
    O presidente do sindicato Silvio Borghetti fez a fala de encerramento do ato, agradecendo a presença de todos, destacando que se sentia muito feliz com a presença das autoridades, mas principalmente com a presença de tantos associados do sindicato.
     
    Saudou o Prefeito Municipal Sr. Iura Kurtz, a Presidente da Câmara Municipal Vereadora Joseane Bedin e os demais vereadores, agradeceu a presença do comandante da Brigada Militar do município e do Delegado da Polícia Civil. Na pessoa do Sérgio de Miranda, agradeceu a presença de todos os demais dirigentes sindicais rurais e urbanos da região. Silvio enfatizou que vivemos um período de muitos desafios e que é fundamental o fortalecimento dos sindicatos, da Fetag e da CTB.
     
    "Agradeço minha diretoria por ter compartilhado do sonho da nova sede comigo e por ter dela recebido todo o apoio, esforço e empenho para que a nova sede se tornasse realidade. Minha gratidão também é destinada a todos os funcionários e colaboradores do sindicato", afirmou Borghetti

    CTB Rio Grande do Sul
  • Os trabalhadores do comércio, através de uma ação coletiva encaminhada pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Caxias do Sul (Sindicomerciários) em agosto de 2016, têm o direito a pedir o ressarcimento pelos valores descontados indevidamente sobre o Terço de Férias a partir de agosto de 2011. A ação, encaminhada através do escritório Suárez e Golgo Advogados Associados, foi finalizada este mês, iniciando o prazo para que cada pessoa que tenha trabalhado no comércio que teve o desconto indevido em suas férias possa ter o valor ressarcido pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
    Para iniciar o processo de ressarcimento, trabalhador deve se dirigir ao Sindicomerciários levando cópias dos documentos abaixo relacionados para que possam ser anexados ao formulário que deverá ser preenchido:
    - Carteira de Identidade
    - Comprovante de Residência
    - Contracheques dos períodos de férias desde agosto de 2011, que podem ser solicitados aos RH das empresas
    Depois de preencher os formulários, juntamente com as cópias dos documentos, serão encaminhados para que o ressarcimento seja efetuado, o que deve levar aproximadamente seis meses.
    Entenda o que e “Terço de Férias”
    Todos os trabalhadores registrados junto ao regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) têm o direito de receber 30 dias de férias remuneradas após 12 meses de serviço. Ao valor recebido pelas férias é acrescido 1/3, como um bônus.
    Diversos empregadores fazem o recolhimento errôneo da contribuição previdenciária, caso do adicional de férias (⅓). Essa contribuição deve incidir somente sobre o valor do salário pago ao trabalhador, não recaindo sobre o adicional. Essa afirmação é de acordo com o entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Supremo Tribunal de Justiça).
    Para Nilvo Riboldi, presidente do Sindicomerciários, “a ação coletiva vai beneficiar muitos trabalhadores. Hoje, o comércio oferece aproximadamente 20 mil vagas”. Nilvo lembra que a ação também vale para as demais cidades atendidas pelo sindicato, como Flores da Cunha, São Marcos e Nova Pádua. “Os comerciários destes municípios podem estar entrando em contato com nossas sub-sedes pelo celular (54) 9 9615.3090”, finaliza.

     

    Com informações de SindiComerciários de Caxias do Sul