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Ter, Jun

FHC

  • Jair Bolsonaro distribuiu na manhã desta sexta-feira (17) em diversos grupos de WhatsApp um texto enigmático de “autor desconhecido” que aborda as dificuldades que ele estaria enfrentando para governar e ataca instituições como o Congresso Nacional e o STF.

    O fato não deixa de ser bizarro, mas preocupa ao lembrar o gesto tresloucado do ex-presidente Jânio Quadros, cujo desfecho foi sua renúncia em 1961 mas que na verdade teve o objetivo frustrado, embora nunca confessado, de abrir caminho para um golpe de Estado com apoio popular, que todavia não se materializou.

    O texto diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os poderes e afirma que o País “está disfuncional”, não por culpa de Bolsonaro, mas que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.

    Procurado pelo jornal Estado de São Paulo para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!” (…)

    Interlocutores do presidente ouvidos pelo jornal dizem não saber quantas pessoas receberam a mensagem, mas relatam pedido do presidente para que cada um replicasse o conteúdo. Bolsonaro, de acordo com um dos interlocutores, já começou a receber feedbacks, dizendo que ele “está falando a mais pura verdade”. No entanto, fontes ouvidas pelo Estado consideram o desabado reproduzido como “muito grave” e “preocupante”.

    Uma das fontes chegou a lembrar que o presidente está se deixando tomar pelas “teorias de conspiração”, que dominam os discursos em sua família e que, ao endossar o texto, ele pode provocar sim o que chamou de tsunami, na semana passada, e avisou que estava por vir. (…)

    Eis a coisa na íntegra:

    “TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

    Alexandre Szn

    Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

    Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

    Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

    Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

    Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

    Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

    Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

    Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

    Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

    Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

    Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

    A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

    O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

    Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

    Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

    Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

    Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

    Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

    A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

    Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

    O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

    Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

    Autor desconhecido”.

  • Até a tarde desta segunda-feira (4) o número de mortos da tragédia de Brumadinho confirmados pela autoridade chegou a 134. 120 foram identificados. Já os desaparecidos somam 199, sendo a cada dia mais remota a possibilidade dos bombeiros encontrarem sobreviventes.

    A barragem da Vale rompeu no dia 25 de janeiro, dando lugar a um tsunami de lama que provocou uma destruição ainda incalculável seja do ponto de vista das perdas humanas, que vai para a casa das centenas, quanto do meio ambiente. Plantações, rios, fauna e flora foram tragados pela lama.

    A empresa já havia provocado a tragédia de Mariana, mas ninguém pagou pelo crime e a impunidade – garantida por sutis mecanismos de corrupção – estimulou a negligência e a reiteração, em escala ainda maior, da prática criminosa.

    A tragédia é o resultado mais palpável da privatização da Vale a preço de banana no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso, em 1997. Mas os neoliberais, que voltaram ao poder com o golpe de Estado de 2016 e agora com Jair Bolsonaro, ignoram deliberadamente esta realidade para continuar alardeando que a privatização é a solução para os males da economia brasileira.

    Umberto Martins

  • É no mínimo para ficar preocupado e em estado de alerta, conforme notou o procurador do MPT Leonardo Osório, diante da intenção do Ministério da Economia em relação às Normas Regulamentaras (NRs) de segurança e saúde no trabalho revelada quinta-feira (9) pelo secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Sob o pretexto de “modernização” ele falou em extinguir 90% dessas normas, o que no caso deve ser sinônimo de flexibilização e relaxamento das empresas com a segurança do trabalhador, o que vai acarretar aumento do número de acidentes.

    Marinho é um inimigo da classe trabalhadora, foi o relator da malfadada reforma trabalhista do governo golpista liderado por Michel Temer (hoje na cadeia) e foi castigado pelo povo, pois não conseguiu se reeleger, apesar de contar com o apoio milionário do patronato. Foi resgatado do anonimato por Bolsonaro para continuar desempenhando o papel de capanga do capital contra o trabalho.

    A má intenção do governo com a segurança e saúde do trabalhador e a subordinação aos interesses do patronato transparece também na MP do pente-fino no INSS, onde foi incluída a proposta de que não sejam mais considerados acidentes de trabalho aqueles que ocorrerem no percurso de casa para a empresa ou no trajeto de volta para a residência. Tudo em benefício do capital e em detrimento do trabalho, este é o norte do atual governo.

    Nada menos do que 4,73 milhões de acidentes foram registrados no Brasil desde 2012, o que significa um acidente a cada 49 segundos. Foram registradas mais de 17 mil mortes no período. Essas estatísticas escandalosas vão aumentar se aquilo que foi anunciado pelo secretário for concretizado, pois ele não está preocupado com saúde e segurança do trabalhador mas com redução dos custos das empresas.

    A tragédia em Brumadinho resultou precisamente do desprezo com normas de segurança explicadas pela obsessão com redução de custos para maximizar os lucros, o que custou a vida de pelo menos 300 pessoas e a devastação em grande escala do meio ambiente. Um crime que, como o de Mariana, foi cometido pela mesma direção da Vale, empresa privatizada em 1997 pelo tucano FHC, e continua impune.

    Boa parte das NRs são elaboradas por comissões tripartites (governo, empresários e trabalhadores), em geral com orientação da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e submetidas periodicamente a revisões e “modernizações”, conforme destacou o membro do MPT. Leia abaixo reportagem do jornalista Alexandro Martello, do G1, sobre o tema.

    Desregulamentação

    O secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou na noite desta quinta-feira (9) no Rio de Janeiro que as chamadas normas regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho vão passar por um "amplo processo de modernização".

    De acordo com ele, toda a normatização na área de saúde e segurança no trabalho está sendo revista, com foco na desregulamentação, na simplificação e na desburocratização. Ele avaliou que as regras atuais prejudicam a produtividade das empresas.

    "Hoje, há custos absurdos em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil”, disse ele, na abertura da 31ª edição do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae).

    Marinho acrescentou que trazer investimentos para o Brasil requer um ambiente "propício, acolhedor e saudável para quem vai empreender".

    O que será revisto

    De acordo com o Ministério da Economia, a primeira norma a ser revista será a NR-12 – que trata da regulamentação de maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos. A previsão do governo é de que essa alteração seja entregue em junho.

    Rogério Marinho acrescentou, porém, que a "modernização" atingirá todas as NRs e outras regras.

    "Existem quase cinco mil documentos infralegais, portarias, instruções normativas, decretos da década de 1940 que ainda são utilizados para nossa fiscalização, de forma arbitrária”, declarou.

    Com as alterações, disse o secretário do Ministério da Economia, também devem ser uniformizados os procedimentos, para evitar diferenças na fiscalização entre os Estados. “Hoje, não há uniformização de procedimentos, não há nitidez nesse processo, não há clareza e não há transparência”, acrescentou ele.

    O Ministério da Economia informou que um pequeno empresário chega a ser submetido a 6,8 mil regras distintas de fiscalização. "É impossível que ele entenda e se adeque a essas regras. Nossa ideia é reduzir isso em 90%", disse o secretário Rogério Marinho.

    MPT preocupado

    De acordo com o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT) e coordenador nacional de Defesa do Meio Ambiente do Trabalho, Leonardo Osório, o governo tem o poder de acabar, de forma unilateral, apenas com as normas regulamentadoras que foram criadas apenas pelo próprio governo.

    Osório explicou que as normas que foram criadas por meio de comissões tripartites, formadas por governo, os patrões e os empregados, poderiam ser revogadas somente de forma negociada entre as partes envolvidas. Segundo ele, esse mecanismo está garantido em uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT), ratificada pelo Brasil.

    "As normas de segurança nunca deixaram de ser discutidas. O Ministério Público do Trabalho sempre discutiu as normas regulamentadora de acordo com postulação de empregados e empregadores. Há uma discussão contínua para modernização dessas normas. A NR-12, por exemplo, sofreu alterações no ano passado", declarou ele.

    De acordo com dados do Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho (MPT), 4,73 milhões de acidentes de trabalho foram registrado no Brasil desde 2012, representando um acidente a cada 49 segundos, ao mesmo tempo em que foram registradas mais de 17 mil mortes no período. Nesse período, mais de R$ 83 bilhões foram gastos pela Previdência Social com benefícios acidentários.

    Diante desses números, ele afirmou que vê com "preocupação" a intenção do governo de acabar com 90% das regras de fiscalização. "A gente entende que sempre é importante modernizar, mas as modernização adequada deve visar o respeito e proteção à saúde do trabalhador. Há uma necessidade em maior investimento em prevenção por parte das empresas", concluiu.

  • TV Al Jazeera dá uma lição de jornalismo ao questionar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre a crise política brasileira.

    O jornalista pergunta a FHC sobre as acusações de suposto crime, que a presidenta afastada Dilma Rousseff teria cometido – as tais “pedaladas fiscais”.

    Sem nem sequer corar, o ex-presidente fala até em crime contra a Constituição e diz ainda que Dilma cometeu “crime político”.

    O ditado “para bom entendedor meia palavra basta” é nítido nesta entrevista. FHC fica sem resposta quando é confrontado sobre as “pedaladas fiscais” em seu governo e tenta argumentar que, em seu governo, elas foram “legais”.

    Também não respondeu sobre as acusações de envolvimento em atos ilícitos contra Michel Temer, Eduardo Cunha, Romero Jucá, José Sarney e, menos ainda deu resposta para as acusações que envolvem o PSDB.

    Além de são ter resposta para a acusação feita por Mirian Dutra – uma ex-namorada, jornalista da Rede Globo de Televisão -, que o acusou de enviar US$ 3 mil mensais para o suposto filho do casal, através de empresa localizada em paraíso fiscal, já que ela e o filho residiam na Europa (saiba mais aqui). Para FHC, é intriga do PMDB, pasmem.

    Leia mais

    A norte-americana CNN também denuncia o golpe dos sem voto no Brasil. Assista!

    Assista a entrevista completa (legendada):

     

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

  • Na cadeia, Lula dirá quem será. Solto, será!

    O Conversa Afiada não tem provas, mas assegura que o Juiz Moro está nesse trepidante instante nos Estados Unidos.

    E de lá contempla a fria em que o Dallagnol lhe preparou.

    A TV Afiada já disse preferir que a prisão inevitável se dê na véspera da Natal.

    A mesma TV Afiada observou que o Dallagnol e seu mortífero Power Point não dão alternativa ao Moro: se não prender o Lula, desmoraliza toda a Lava Jato – e o Moro junto.

    Lá nos Estados Unidos, onde se inspira e fortalece, o Dr. Moro já deve ter percebido que tem diante de si um impasse de gigantescas proporções.

    Se ele prender o Lula, a canoa vira.

    Se a canoa não virar, sem virar, o Lindbergh vai visitar o Lula no mictório que a PF grampeou e na saída diz assim: olha, pessoal, o Lula mandou votar no poste A!

    E o poste A se elege presidente.

    Se o Gilmar (PSDB-MT) sobreviver a dois pedidos de impeachment: esse e esse outro - como diz o Janio, no belíssimo artigo “Fora Gilmar!”, dificilmente o Renan acanalhar-se-á - se o Gilmar sobreviver, ele vai tentar o Golpe de 2017 para dar a presidência ao FHC Brasif ou ao Cerra, aquele do dinheiro lá fora e que marca audiência consigo mesmo.

    Mas, aí, a canoa vira de vez e, como dizia o Mino Carta na juventude, jorrará sangue na calçada.

    Mas, digamos que se realize uma eleição presidencial em 2018.

    Ficha suja ou sujíssima e, em cana, o Lula vai dizer ao Lindbergh: elejam o poste A.

    E o poste A será eleito.

    Se o Moro resolver ignorar a erupção onanística do Dallagnol, o delírio narcísico, aí o Lula se elege sem sair de São Bernado.

    Porque terá sido absolvido pela Lava Jato!

    Bingo!

    O Moro limpará sua ficha!

    Dallagnol trancou o Moro numa sinuca de bico.

    Só há uma alternativa: os amigos americanos sequestrarem o Lula e trancá-lo em Guantánamo.

    Porque, como provou o Dallagnol, o Lula é o “vértice” do ataque às Torres Gêmeas!

    Paulo Henrique Amorim é jornalista e editor do blog Conversa Afiada.

     

  • O jornalista Bob Fernandes, mais uma vez, em seu comentário na TV Gazeta, denuncia as mazelas do golpe em marcha no Brasil, travestido de impeachment. Ele conta que "agora Gilmar Mendes diz ser preciso chamar às falas os responsáveis'".

    Mendes reclama do vazamento dos pedidos de prisão para Sarney, Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Romero Jucá, feitos pelo Procurador Rodrigo Janot. “É processo oculto, pede-se sigilo, mas divulga-se para a imprensa. Isso é grave, brincadeira com o Supremo. Quem faz isso está cometendo crime”. Fernandes responde afirmando que está o ministro do STF está “certíssimo”, desde que não levem “em conta o ‘mensalão’, centenas de vazamentos ocorreram nos últimos dois anos, nas investigações do ‘petrolão’".

    Lembra também do vazamento da conversa particular entra o ex-presidente Lula com a presidenta Dilma, há 3 meses, e até aí, Mendes se calou profundamente. Há três meses, de maneira ilegal foi gravada parte de conversa entre a presidenta Dilma e o ex-presidente Lula. Com vazamento ilegal da porção ilegalmente gravada. “À época o ministro Teori Zavaski criticou e cobrou o juiz Moro.

    O que disse então o ministro Gilmar Mendes sobre o vazamento?”, pergunta Fernandes e ele mesmo responde: “disse que a divulgação foi "correta" e que importante era discutir o "conteúdo extremamente grave".

    O jornalista cita também vídeo (assista abaixo) do Blog de Fausto Macedo, do jornal O Estdo de S. Paulo, onde Nestor Cerveró é flagrado dizendo que “a Odebrecht sempre teve profunda influência (na Petrobras) desde época do (Joel) Rennó (Ex-presidente da Petrobras)”.

     

    Diz ainda que “a Braskem é um dos maiores escândalos criados na época do Fernando Henrique...e não foi o Lula quem inventou... Essas coisas não são investigadas, isso é que eu fico impressionado”.

    Por essas e por outras que o golpe contra os mais de 54 milhões de voto dados à presidenta Dilma prossegue no Senado e o STF nada. Reveste-se de mais importância ainda os atos do Dia Nacional de Mobilizações, nesta sexta-feira (10) em todo o país. O povo vai gritar “Fora Temer”. Essa nem o STF segura.

    Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

    Veja cometário completo de Bob Fernandes: