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Qui, Jun

Fórum das Centrais Sindicais

  • O Fórum das Centrais Sindicais no Pará (composto pela CTB, CGTB, CSB, CSP Conlutas, CUT, Força Sindical, Intersindical, NSCT e UGT) realizaram um grande seminário sobre a proposta de reforma da Previdência em 8 de fevereiro, no Sindicato dos Urbanitários em Belém. Participaram aproximadamente 300 lideranças sindicais e dos movimentos sociais.

    O presidente da CTB Pará, Cleber Rezende, classificou o evento como um “espaço de orientação sobre o que está em jogo para a classe trabalhadora”, alertando que pode ser “o fim do direito à aposentadoria”. O debate serviu para a “conscientização dos sindicalistas, de todas as centrais, sobre os efeitos nefastos da reforma para os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, da iniciativa privada e do setor públicos, ressaltou Rezende.

    Os sindicalistas alertaram que “o governo Bolsonaro quer acabar com a aposentadoria no Brasil e o regime de capitalização previdenciária é a privatização do sistema”, o que deixará o povo sem aposentadoria e elevará os lucros dos empresários e banqueiros. Advertiram, ainda, que a previdência pública é o maior e mais eficaz programa de distribuição de renda já criado no país.

    Os palestrantes no seminário foram os deputados federais Edmilson Rodrigues e José Geraldo, o auditor fiscal e presidente do Sindfisco, Antônio Catete, e os advogados Paulo Henrique, assessor do SINTEPP/PA e a Dra Jullianny Geraldo, do escritório J.J. Geraldo e da Comissão Previdenciária da OAB/PA.

    Cleber Rezende destacou e agradeceu a participação maciça dos dirigentes da CTB e de seus sindicatos de bases no seminário e ressaltou a importância das direções sindicais se apropriarem do tema e desenvolverem as atividades em suas entidades para dialogar com a classe trabalhadora e preparar o exército classista para derrotar nas ruas e no congresso a proposta do governo extremista de Jair Bolsonario.

  • Para firmar uma agenda de ação em prol dos trabalhadores, CTB junto com as demais centrais realizam nesta quinta (24), às 10h, reunião operativa no Dieese. “A reunião tem caráter organizativo, focando na defesa da aposentadoria digna, dos direitos, valorização do trabalho”, indicou o secretário geral da CTB, Wagner Gomes.

    As entidades emitiram uma nota conjunta no dia 15 de janeiro e indicaram que o evento deve ser precedido de plenárias estaduais e assembleias nas entidades de base dos trabalhadores. 

     

    REUNIÃO SINDICAL
     

    Dirigentes das Centrais, Federações e Sindicatos durante reunião no dia 15 de janeiro no Dieese.

    “A orientação da central é de mobilização total nos estados. Nosso foco deve ser intensificar o contato com as nossas bases e alertar sobre essa maléfica reforma. Atacar a previdência será apenas o começo, esse governo tem dados sinais de a agenda regressiva será ainda pior”, emendou ele.

    No dia 20 de fevereiro, acontece uma Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria.

    Serviço:

    "Plenária Unitária das Centrais em defesa da Previdência e contra o fim da aposentadoria”

    Dia 20 de Fevereiro

    Em todo o Brasil

    Mais informações: (11) 3874-0040

     

    Portal CTB

  • Aos 3 dias do mês de maio de 2008, em Belém, capital do Pará, era realizado o 1º Congresso Estadual, de fundação, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, seção Pará (CTB-PA).

    Nestes 10 anos de existência e experiência política-sindical a CTB se apresentou e se consolidou enquanto representação da classe trabalhadora paraense, respeitando as outras centrais sindicais existes no Pará.

    Representamos categorias de servidores públicos estaduais e municipais, rodoviários urbanos e intermunicipais, carro forte e escolta armada, eletricitários, operários químicos e da construção civil e mobiliário, pescadores artesanais, domésticas, trabalhadores/as rurais, portuários e guardas portuários, vigilantes, trabalhadores ópticos e grande presença entre os trabalhadores/as em educação, estando em todas as regiões do estado e em Conselhos Estaduais do Controle Social como Saúde e de Desenvolvimento Econômico, bem como participação no Fórum das Centrais Sindicais e Frente Brasil Popular Pará.

    São muitas conquistas alcançadas, muitos desafios enfrentados e muitas tarefas vislumbradas pela frente, no contexto dos ataques aos direitos da classe trabalhadora brasileira, são desafiadoras as eleições gerais de outubro de 2018 enquanto perspectiva de retomada dos rumos do Pará e do Brasil para uma agenda nacional de desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.

    A CTB, enquanto Central Sindical Classista, é desafiada para a próxima década continuar crescendo, fortalecendo e mantendo a unidade interna e amplitude externa para cada vez mais defender os interesses da classe trabalhadora paraense e ajudando à CTB Nacional na luta geral do povo brasileiro.

    Viva a CTB Pará, viva suas entidades sindicais de bases, viva seus/suas dirigentes fundadores e atuais na consolidação da Central classista.

    CTB, a luta é pra valer! Lula livre.

    Belém, 3 de maio de 2018

    Cleber Rezende, presidente da CTB-PA

  • Dirigentes das centrais sindicais e dos movimentos sociais estão intensificando os preparativos para a deflagração da greve geral convocada para 14 de junho, que a julgar pelas informações dos sindicalistas pode ser uma das maiores, ou mesmo a maior da história do movimento operário no Brasil. Faz parte desta mobilização a participação nos atos em defesa da Educação na próxima quinta-feira (30).

    O momento é de realização das plenárias estaduais. O Rio de Janeiro deu a largada ao realizar quarta-feira (22) uma reunião com a presença de dirigentes nacionais de todas as centrais sindicais e nada menos do que 70 presidentes de sindicatos locais, cabendo destacar as lideranças do setor de transportes.

    “Estou muito animado”, declarou o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, que esteve presente na plenária carioca. “A gente sente uma adesão crescente à convocação feita pelas centrais”, comentou.

    O compromisso dos sindicalistas ligados ao ramo do transportes de participar da paralisação é meio caminho andado para o sucesso da greve geral, convocada a princípio contra a reforma da Previdência de Bolsonaro, mas que agrega também a exigência de medidas emergenciais para amenizar a tragédia do desemprego e a defesa da Educação, contra os cortes anunciados pelo governo. Nesta quinta-feira ocorre uma plenária em Brasília para debater a mobilização.

    Frente Brasil Popular

    Solidários com as centrais e em luta contra a reforma da Previdência e o governo Bolsonaro, os movimentos sociais também estão mobilizados. A Frente Brasil Popular (que reúne entidades como UNE, MST, Ubes, Conam, CMP, entre outras) lançou nesta quinta-feira (23) uma nota intitulada “Às ruas contra os cortes na educação e em defesa da previdência, rumo à Greve geral”. Leia abaixo:

    A Greve Nacional da Educação do último dia 15 de maio mobilizou milhões de pessoas pelo país afora das capitais às centenas de cidades do interior do Brasil a partir da convocatória do movimento sindical da educação e dos estudantes.

    Foi a maior expressão até aqui da unidade política que viemos construindo no campo progressista de enfrentamento ao governo de Jair Bolsonaro e os ataques aos direitos e a soberania do país.

    A defesa da educação e da aposentadoria são nossas trincheiras prioritárias no próximo período para ampla mobilização do povo brasileiro que passa a ter que enfrentar também a recessão econômica.

    Por isso, convocamos a todas as entidades e movimentos sociais a endossarem a chamada para estarmos nas ruas novamente no dia 30 de Maio contra os cortes da educação, acumulando forças para uma grande greve geral no dia 14 de Junho em defesa da previdência e do Brasil.

    São Paulo, dia 23 de maio, Frente Brasil Popular.