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Frustração. Assim terminou, nesta sexta-feira (03/08), a quinta rodada específica com o Banco do Brasil. A direção da empresa negou todas as cláusulas econômicas reivindicadas pela Comissão de Empresa dos Funcionários e indicou apenas que trabalha para manter o atual acordo. Uma nova rodada acontece terça-feira (07/08), logo depois da mesa com a Fenaban. 

Além das questões econômicas, outros assuntos que geram indignação entraram na pauta. Um é a mudança arbitrária no programa GDP (Gestão de Desempenho de Pessoas), discutida na última mesa, dia 26 de julho. O BB reafirmou a intenção em alterar as regras. 

Hoje, só pode haver descomissionamento decorrente de avaliação funcional após 3 ciclos avaliatórios, mas a empresa quer reduzir para apenas 1 ciclo. A Comissão de Empresa novamente repudiou a medida que incentiva o assédio e as perseguições. 

Lembrou também que já há abusos nos critérios de avaliação. "Há graves denúncias de que o gestor é orientado a fazer avaliações negativas, para desta forma, facilitar o descomissionamento", alerta o diretor do Sindicato dos Bancários da Bahia, Fábio Ledo.

A reforma estatutária e a revisão do custeio da Cassi, medidas que oneram os associados e favorece o banco, também voltou à pauta. A Comissão de Empresa manifestou repúdio às alterações e orienta os associados a votarem contra as mudanças. 

Os funcionários reafirmaram indignação com a arbitrariedade do BB, que interrompeu a mesa de negociação sobre o tema e tenta impor uma proposta unilateral. "É lamentável a postura. Esperávamos construir um consenso, mas o banco quer empurrar mudanças que quebram a solidariedade e oneram os associados. Um verdadeiro abuso", completa Fábio Ledo. 

Sindicato dos Bancários da Bahia

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