Amazonas

 Por unanimidade, os trabalhadores em educação do Amazonas decidiram participar da greve geral nacional que acontece na próxima sexta-feira, dia 28. A decisão foi aprovada em assembleia da categoria, liderada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) na tarde de hoje. A reunião foi aberta pra convidados não-sindicalizados e também reconheceu o Sinteam como representante legítimo da categoria. O movimento é liderado pelas Centrais Sindicais e acontece em todo o Brasil.

Em Manaus, várias categorias prometem paralisar suas atividades. O ponto alto do dia será um ato público às 15h na praça Heliodoro Balbi. Os trabalhadores são contra as reformas da previdência, trabalhista, do ensino médio e a Lei da Terceirização.

O Sinteam promete fazer piquetes em escolas e mobilizar os colegas para participarem das atividades de greve, que iniciam logo cedo e acontecem o dia inteiro.

A intenção é alertar a população para os prejuízos que as mudanças podem acarretar para a classe trabalhadora.
Especificamente para a educação, o presidente do Sinteam, Marcus Libório, alerta para a precarização da mão de obra, o que prejudicaria o aprendizado dos alunos, prejuízo para os professores, principalmente no caso da reforma da previdência, e para as perdas dos direitos conquistados a duras penas para os trabalhadores ao longo da história.

"Retrocedemos 50 anos em menos de um. Não dá pra ficar parado, esperando as coisas acontecerem. Precisamos, de alguma forma, impedir tanto retrocesso e isso foi entendido de forma unânime pela categoria. Deixamos as diferenças de lado e nos unimos em torno de bandeiras de luta comuns", disse Libório.

Fonte: Sinteam

“A greve geral se reveste de uma importância maior no Amazonas, porque conseguimos unir as seis centrais sindicais do estado e todos os movimentos sociais”, conta Isis Tavares, presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM).

De acordo com ela, isso não acontecia há muito tempo. “Infelizmente o estado é um dos que tem maior índice de aprovação do golpista Temer”. Por isso, diz Tavares, “a unidade da classe trabalhadora é muito importante para a resistência à retirada de nossos direitos”.

Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam), Marcus Libório, afirma que "estamos vivendo uma conjuntura bastante desfavorável para a classe trabalhadora”.

Por isso, argumenta, “precisamos ampliar o nosso poder de mobilização através do diálogo com aqueles que realmente querem construir a uma frente ampla para barrar os retrocessos e derrotar o governo golpista”. Ele explica ainda que o Sinteam aderiu por unanimidade a greve geral no dia 28.

Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

A campanha salarial da Secretaria Municipal de Educação (Semed) de Manaus. A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) reuniu-se com a secretária da Semed, Kátia Schweikard, na manhã de ontem para tratar sobre reajuste. A data-base da categoria é no dia 1º de maio.

A secretária usou o mesmo discurso dos anos anteriores e falou em crise e recessão para dizer que a prefeitura enfrenta dificuldades financeiras. Ela afirmou que 100% dos recursos do Fundeb estão comprometidos com a folha de pagamento.

Uma próxima reunião com a Secretaria de Finanças (Semef) - que passa por mudanças - e Secretaria de Administração (Semad) deve acontecer em breve para iniciar o debate sobre os números.
O Sinteam também solicitou audiência com o prefeito Artur Neto para tratar sobre o assunto.

Fonte: Sinteam

A dirigente do Sindicato dos Técnicos do Fisco do Estado do Amazonas (Sintafisco-AM), Nailée Santos, conta que a categoria optou por filiar-se à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) porque “a CTB, em nosso estado, está presente em todas as lutas importantes para a classe trabalhadora”.

De acordo com ela, “neste momento crucial para manter nossos direitos, precisamos somar esforços para levar toda informação às pessoas sobre as reformas pretendidas pelo governo golpista de Michel Temer e reverter essa terceirização já aprovada no Congresso”.

A sindicalista conta ainda que o Sintafisco-AM foi criado no dia 8 de abril de 2014. Representa uma categoria de 147 trabalhadoras e trabalhadores na ativa e 155 inativos. “A função de técnico da Fazenda estadual é a mais antiga do Amazonas. Existe desde 1855, só que tinha a nomenclatura de escriturário”.

Portal CTB – Marcos Aurélio Ruy

A Câmara dos Deputados deve levar à votação nesta quarta-feira (21), o Projeto de Lei 4.302/98.

A proposta tem como objetivo regulamentar a terceirização, sem atender as exigências trabalhistas. Isso inclui autorizar a terceirização para as atividades-fim das empresas, retirar a responsabilização solidária da empresa tomadora de serviços e precarizar ainda mais as relações de trabalho.

Note que o projeto tramita há quase 20 anos e ser colocado de repente em regime de urgência, num momento que outros ataques são orquestrados — caso das reformas trabalhista e da Previdência —, evidencia o tamanho do golpe a garantia dos direitos fundamentais aos trabalhadores.

É preciso frisar que, com a autorização legal para a terceirização em todas as atividades da empresa, não haverá mais nenhuma garantia para os trabalhadores terceirizados, seja quanto aos direitos fundamentais sociais, seja quanto à sua organização sindical.

Além disso, o PL em questão acaba com os contratos de trabalho por prazo indeterminado, liberando contratos com duração de até nove meses, sem nenhuma interrupção, e, por igual período, após decorridos três meses da rescisão do primeiro.

Juntamente com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/2016, da reforma da Previdência, essa modalidade de contrato temporário fará com que os trabalhadores submetidos a ela tenham que trabalhar, no mínimo, 64 anos para conseguir se aposentar com 100% do salário de benefício (levando em consideração a média de nove contribuições anuais).

O Sinteam se une aos movimentos sociais organizados de todo o país que estarão amanhã em Brasília para impedir a aprovação do PL e alerta os trabalhadores em educação para os prejuízos que ele pode causar.

Fonte: Sinteam, com informações da Contee

Os petroleiros fecham a Refinaria de Manaus com ampla participação da CTB-AM. "O Dia Nacional de Luta começou bem cedo para nós. Hoje o dia será marcado por muitas manifestações de repúdio à reforma da previdência", diz Isis Tavares, presidenta da CTB-AM.

Muitas cataegorias estão parando no Amazonas. Os docentes aderem á greve geral contra o desmonte da educação,mas também contra "essa reforma da previdência que acaba com a nossa aposentadoria especial e retira o direito a uma vida digna" (leia mais aqui).

manifestacao manaus isis

De acordo com Tavares, a mamifestação que começa às 16h na capital amazonense promete mobilizar as pessoas descontentes com o rumo da economia no país. "Não é a classe trabalhadora que deve pagar o pato pela crise do capital", reforça Tavares.

Portal CTB

Por unanimidade, trabalhadores em educação do Amazonas decidiram paralisar as atividades no próximo dia 15 contra a reforma da previdência, a reforma do ensino médio, contra o racismo, pelo piso salarial nacional e por reajuste salarial. Trabalhadores em educação de 15 municípios participaram da assembleia geral convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), na tarde do dia 10 de março.

"Não podemos permitir que haja retrocesso. Se for aprovada, a reforma da previdência vai prejudicar, principalmente os professores e as mulheres", disse o presidente do Sinteam, Marcus Libório.

A diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Isis Tavares, que também é diretora do Sinteam, classificou a reforma como 'escravidão moderna' pois obriga trabalhadores a contribuirem até o limite de sua expectativa de vida para ter direito à uma aposentadoria. "É possível que de acordo com suas condições de vida e trabalho, talvez eles não tenham saúde ou estejam vivos para usufruir", disse.
No Amazonas, a categoria fará um dia de paralisação nas escolas com atividades de orientação aos pais e alunos sobre os prejuízos que as reformas trarão para os trabalhadores.

Às 15h, em Manaus, de forma unificada, os trabalhadores participam de um ato público na Praça do Congresso com outras categorias e as centrais sindicais.

 Assembleia do Sinteam

Fonte: Sinteam

O presidente do Sinteam, professor Marcus Libório, participa desde ontem do Conselho Nacional das Entidades (CNE). Sindicalistas de várias regiões do país debatem sobre a conjuntura nacional e a construção da greve geral da classe trabalhadora. O encontro acontece na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Libório disse que os trabalhadores em educação de todo o país estarão unidos na greve geral da educação, que acontece no dia 15 de março e terá a participação das centrais sindicais. “Nossa intenção é barrar a Reforma da Previdência que, de forma absurda, retira direitos básicos da classe trabalhadora, da nossa categoria e, principalmente, das mulheres”, afirmou.

Em Manaus, o Sinteam deve realizar uma grande mobilização para o dia 8 de março, dia internacional da mulher, que servirá para alertar para o dia 15 denunciando todos os prejuízos que as reformas em tramitação no Congresso Nacional trarão para as mulheres trabalhadoras, caso aprovadas.

O presidente da CNTE, Heleno Araújo Filho, contabiliza que 20 estados estarão unidos nessa resistência. “E hoje vai aumentar com essa atividade do Conselho. Teremos um 15 de março bem movimentado em todo o país”, ressalta Heleno.

O palestrante Nivaldo Santana, vice-presidente da Confederação dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), enfatiza a problemática das recentes reformas, além de enaltecer a mobilização para o dia 15 de março. “Foi uma iniciativa que começou no congresso da CNTE e conseguiu angariar apoios nas centrais, na Frente Brasil Popular. Então, acho que o debate consolidou para nós da CTB a importância da mobilização e desse 15 de março como grande dia de greve no país”, afirma Nivaldo.

Fonte: Sinteam

 

A diretoria do Sinteam reuniu-se na manhã de hoje com o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Amazonas, deputado Sidney Leite, para tratar da data-base da Secretaria de Educação do estado, do enquadramento dos funcionários da rede estadual, do reajuste do vale-alimentação e retirada do contracheque do desconto de 6% do vale-transporte.

A categoria está há mais de 2 anos sem reajuste e já acumula perdas salariais da ordem de 25%. “Isso significa que ¼ do nosso salário já está comprometido. Não houve sequer reposição em 2015 e 2016. Queremos que o governador cumpra a lei (PCCR)", afirmou o presidente do Sinteam, professor Marcus Libório.

Sidney Leite se comprometeu a levar as reivindicações para a Seduc e posteriormente para o governador. “Vou conversar com o secretário e dependendo do encaminhamento, podemos fazer uma audiência pública para debater o assunto”, disse.

No início de janeiro, o sindicato formalizou pedido de audiência com o secretário da Seduc e com o governador para tratar de reajuste salarial, mas ainda não recebeu resposta. A data base da categoria é no dia 1º de março.

Seduc

À tarde, a diretoria foi recebida pelo secretário executivo da Seduc, Otaíde Picanço, que também ouviu as reivindicações e disse que vai encaminhar junto ao secretário Algemiro Ferreira. Na oportunidade foi tratada a situação dos trabalhadores em educação que estão em processo de aposentadoria.

Fonte: Sinteam

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