Amazonas

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam), Marcus Libório, afirmou que vai cobrar do governo do estado as progressões dos servidores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). A declaração vem um dia após o governador em exercício, Flávio Pascarelli, anunciar a promoção dos policiais. “Abriu-se um precedente. Além do mais, nossa categoria tem um diferencial: verba própria proveniente do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica). Então, não tem desculpa”, declarou.

Além de estar há três anos sem reajuste salarial, as progressões dos servidores da Seduc estão paradas. De acordo com Libório, pelo menos 1,5 mil trabalhadores estão com as progressões por título paralisadas. Em novembro, o número deve aumentar, pois vence o prazo para as progressões horizontais, conforme o Plano de Cargos, Carreia e Remuneração da categoria.

Ontem, o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Rossieli Soares, representando o ministro da pasta, Mendonça Filho, anunciou em Manaus, que o Amazonas recebeu R$ 530,7 milhões do Fundeb.

Ainda segundo o secretário do MEC, pelo menos R$ 318 milhões (60%) desse total são destinados exclusivamente para pagamento de pessoal.

Mariane Cruz - Sinteam

Com 58,2% dos votos válidos, a Chapa 1 – A Luta Continua, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM) venceu, nesta segunda (10), a eleição para a direção do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Amazonas (STIUAM) no quadriênio 2017-2021. 

A chapa cetebista teve 717 votos contra 535 da Chapa 2. “Isso mostra o fortalecimento da CTB no estado e que o STIUAM está no rumo determinado pela categoria”, afirma Isis Tavares, presidenta da CTB-AM.

Os integrantes da chapa vitoriosa contam que as eleições ocorreram em todo o estado. “Houve maioria expressiva tanto na capital quanto no interior”, diz Edney Martins, presidente reeleito do STIUAM.

“O resultado mostra que estamos trilhando o caminho correto, o caminho da luta e da resistência aos ataques que a classe trabalhadora vem sofrendo em todos os níveis”, complementa Martins.

“A luta tem que continuar para barrar as ameaças aos nossos direitos”, complementa. “Vamos nos aprimorar para fortalecer cada vez mais o nosso sindicato”.

Portal CTB 

Um protesto contra a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ministério da Educação (MEC) na abertura da audiência pública para discutir o documento chamou a atenção na manhã de hoje. Liderado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) e pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM), o ato teve a adesão da plateia que gritou “Fora Temer” junto com os manifestantes.

A audiência pública é realizada pelo Conselho Nacional de Educação está sendo transmitida para todo o país. Manaus foi escolhida como sede da reunião na região Norte.

Além do protesto na abertura do evento, membros do Sinteam e da CTB entregaram um documento explicando os motivos de serem contra a BNCC do MEC. Entre eles estão a exclusão do ensino médio do debate e a desconsideração das modalidade de educação especial e de educação de jovens e adultos.

O documento também alerta para a privatização da educação, em que reduz o currículo das escolas públicas, investe na ‘desprofissionalização’ dos educadores e estimula o mercado de livros, apostilas e de métodos pedagógicos e de gestão escolar atrelados a conceitos de qualidade empresarial.

Assista o protesto 

Mariane Cruz - Sinteam

Hoje em Manaus acontece a primeira de uma série de audiências públicas regionais que o Conselho Nacional de Educação e MEC farão para legitimar o texto da Base Nacional Curricular Comum.

A CNTE e seus sindicatos afiliados realizam ato de protesto contra a forma como o governo golpista interferiu para atender interesses da iniciativa privada nos fóruns representativos como é o caso do Conselho Nacional de Educação e o Fórum Nacional de Educação.

A ação do governo tem resultado no impedimento da representação de trabalhadores/as da educação e indígenas, excluiu o Ensino Médio do debate da BNCC, que perde inclusive seu caráter de Base Nacional, uma vez que impõe conteúdos por idade/série como um manual que dialoga com a terceirização na educação pública, dentre outras questões igualmente graves.

"Não referendamos essa discussão, que vem no bojo do golpe e no caminho do desmonte da escola pública e da educação pública de qualidade", diz a presidente da CTB-AM, Isis Tavares.

Na audiência, foi distribuído a todas e todos presentes um manifesto do Sinteam apontando as graves arbitrariedades que vêm sendo cometidas pelo MEC desta governo ilegítimo.

Assista abaixo:

Portal CTB

 

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) reuniu na tarde de terça-feira (4) com o Secretário Municipal de Finanças, Lourival Litaiff, para discutir a data-base dos trabalhadores em educação do município.

O presidente do sindicato, Marcus Libório, aproveitou para cobrar as promoções dos profissionais, que não estão acontecendo.

Outra rodada de negociação deve acontecer na próxima semana com a presença da Semed e da Semad. “Vamos analisar todas as probabilidades de reajustes, assim como as promoções dos trabalhadores. Na próxima reunião a prefeitura vai levar os números para verificarmos todos os cenários”, disse o presidente do Sinteam, Marcus Libório.

Fonte: Sinteam

A presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM), Isis Tavares, afirma ao site D24am que diversas categorias aderiram à Greve Geral desta sexta-feira (30) contra as reformas da previdência e trabalhista.

Ela diz que os petroleiros, bancários, metalúrgicos, vigilantes, urbanitários, profissionais da educação e da saúde e muitos mais saíram às ruas de Manaus “para mostrar que o crime não compensa”.

Acompanhe a entrevista de Isis Tavares 

Isso porque “pessoas inocentes estão sendo punidas e pessoas com indícios de envolvimento com o tráfico de drogas estão soltas, numa inversão total de valores de boa parte do Judiciário, comprometida com o golpe de Estado que acabou com a nossa democracia”, acentua.

Mas “estamos nas ruas para barrar as reformas que acabam com os direitos da classe trabalhadora”, complementa. “Não à escravidão moderna”.

Portal CTB

As centrais sindicais, sindicatos e movimento sociais reuniram-se na quarta-feira (28) no Sindicado dos Metalúrgicos de Manaus para definir as ações para o dia nacional de Greve Geral. Em Manaus, a concentração para a atividade central da greve começa às 7h da manhã, na Praça da Saudade, no centro. Além da atividade conjunta, os trabalhadores realizarão atividades em suas bases durante todo dia. Algumas categorias já definiram pela greve no dia, como petroleiros, professores universitários, entre outros.

O movimento será prolongado, com o objetivo de atingir o máximo de trabalhadores durante o dia de greve e finalizará a partir de 16h, na Praça do Congresso, também no centro, dessa vez com apresentações culturais e novas manifestações das entidades presentes.

Programação:

Ato Unificado das Centrais Sindicais e Movimentos Sociais e Populares

6h - início da concentração com a chegada de dirigentes sindicais e de movimentos
7h - Início da concentração (Para divulgação massiva)
Local: Praça da Saudade - centro
» Intervenções das entidades, sindicatos, movimentos e organizações.
9h - início da caminhada
» Trajeto: Ferreira Pena, Leonardo Malcher; Epaminondas e 7 de setembro.
Final da caminhada na 7 de setembro com a Eduardo Ribeiro
16h - Ato cultural unificado
Local: Praça do Congresso
» Diversas atividades e intervenções culturais

Fonte: Sinteam 

Os trabalhadores e as trabalhadoras rodoviários de Manaus mostraram uma grande confiança no seu sindicato. A vitória da Chapa 1, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CTB-AM), teve vitória incontestável.

A Chapa 1 teve 2.278 votos contra 116 da concorrente. Givancir Oliveira foi reeleito para um novo mandato de 4 anos. De acordo com Isis Tavares, presidenta da CTB-AM, diz que a eleição correu tranquila com fiscais da oposição em todas as urnas.

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(Foto: Raphael Sampaio)

“Vamos continuar o trabalho que temos realizado, respeitando as vontades da categoria e lutando de forma incansável para manter os cobradores em seu lugar, já que o sindicato patronal tem projeto para retirar esses trabalhadores dos ônibus. Vamos lutar até as últimas consequências para evitar isso”, afirma ao jornal Em Tempo, Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus.

 

Trabalhadoras e trabalhadores da educação de Presidente Figueiredo, no Amazonas, ocuparam a sede da prefeitura na manhã de hoje para pressionar o prefeito Romero Mendonça a recebê-los. Eles, que estão com atraso no pagamento do reajuste concedido no ano passado, no pagamento das férias e até do 13º salário, buscam conversar com o prefeito para resolver o problema há alguns meses, sem sucesso.

Hoje pela manhã, a Câmara de Vereadores convocou os secretários de planejamento, de educação e de administração para cobrar esclarecimentos sobre os assuntos pautados pelo sindicato mas eles não compareceram. “Foi aí que nós decidimos ir para a sede da prefeitura e só sair de lá com a sinalização de que o prefeito nos atenderia”, disse Rodolfo Moraes de Oliveira, diretor da Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas (Sinteam) no município.

Além do atraso nos pagamentos, o sindicato afirma que a prefeitura está contratando funcionários mesmo com um concurso em vigência, e que professores sofrem perseguição e assédio moral de gestores nas escolas. “Fizemos um levantamento junto com os vereadores e verificamos que é possível pagar os nossos direitos com a verba do Fundeb. Só queremos que isso seja cumprido”, disse Rodolfo.

Mariane Cruz - Sinteam

 

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