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Manifestantes participaram de ato em defesa da democracia na última sexta-feira (18), no Pará. A manifestação foi nacional e reuniu milhões de pessoas em todo o país simultaneamente.

Em Belém, o grupo partiu por volta de 18h15 da Praça da República, em frente ao Teatro da Paz. Cerca de 40 mil pessoas caminharam em direção à Praça dos Operário, bairro de São Brás. A Polícia Militar não divulgou estimativa de participantes. O ato chegou à praça às 19h30.

Para o presidente da CTB-PA, José Marcos Araújo, o Marcão, o ato superou a expectativa e mostrou a disposição de luta da população de Belém contra esses ataques a democracia nacional. “Foi um ato que teve muita unidade, muitas cores, música, canto, palavras de ordem de não vão ter golpe, pela democracia, em defesa de Dilma e Lula, e contra a regressão de direitos. Demos nosso recado. Foi um ato representativo que mobilizou não só Belém, como municípios vizinhos. Tucurui, Maraba, Santarém e Altamira também promoveram atos. Todos bem representativos”, afirmou o dirigente.

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Os manifestantes também demonstram apoio à presidente Dilma Rousseff e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A chuva forte da tarde atrasou a concentração. Os participantes começaram a chegar por volta de 17h, na Praça da República, no bairro de Nazaré, com faixas e cartazes em favor da democracia e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Hoje, estamos vendo o que um juiz de primeira instância consegue fazer e a Justiça não está dando apoio ao voto. Estamos aqui principalmente para defender a democracia neste país. Então nossa participação aqui hoje é contra o golpe, contra o ajuste fiscal e em defesa do presidente Lula", disse Martinho Souza, presidente da Central Única dos Trabalhadores no Pará (CUT-PA).

Lideranças comunitárias da periferia de Belém também estiveram presentes. Carlos Diogo, do bairro da Sacramenta, levou faixa destacando os avanços sociais alcançados durante os governos Lula e Dilma. "Nosso objetivo é dizer que não vai ter golpe. A Dilma foi eleita por voto popular, e se eles quiserem retomar o poder, tem que ser em 2018, na eleição, ai vamos ver. Somo da classe que não teve acesso às divisas do Brasil, e o Lula veio para incluir os menos favorecidos. Eles nos ajudaram, por isso reivindicamos. Esse PSDB não vai ter vez com o Lula", disse.

Manifestantes levaram faixa com críticas ao Governo do Estado do Pará. Edivaldo Vilhena acredita que as carências enfrentadas pela população do estado sejam resultantes da má gestão do PSDB. "O governo do estado não está, de maneira alguma, escutando as necessidades do povo. Não temos saúde, segurança, falta água, esgoto", declarou.

Portal CTB 

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