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Ter, Maio

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Trabalhadores e trabalhadoras de inúmeras categorias engrossaram o protesto promovido pelas centrais sindicais na manhã desta sexta-feira (30), em frente ao prédio da Secretaria Regional do Trabalho (STR), localizada na região central da cidade.

O ato integra uma intensa agenda nacional de lutas de greves e protestos contra as reformas trabalhista e previdenciária e visa chamar a atenção da população às ameaças aos direitos em curso no Congresso Nacional.

Presentes na atividade, líderes sindicais e representantes dos movimentos sociais reforçaram a importância de ampliar a resistência contra essas medidas que impõem à classe trabalhadora brasileira um verdadeiro retrocesso.

De cima do caminhão de som, Carlos Rogério Nunes, secretário de Políticas Sociais da CTB, alertou para o cenário político que se desenha em Brasília, com um presidente ilegítimo e indiciado por atos ilegais. “Convocamos este dia, de greve geral, porque estamos dizendo não à reforma da Previdência, à reforma trabalhista e não a este governo corrupto e ilegítimo de Michel Temer. Em menos de um ano se tornou o único presidente a ser indiciado pela justiça em condições de ser preso por cometer atos ilegais. Ele fez com que os dois marcos legais mais importantes do país, a constituição de 1988 e a CLT, corram perigo de ser liquidados”, ressaltou.

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Para Rogério Nunes, que convocou a população para a luta, nesse cenário de incertezas e instabilidades política e econômica é fundamental que os trabalhadores e trabalhadoras se mantenham nas ruas. “Por isso, em menos de um ano, as centrais sindicais realizaram os maiores protestos da história da classe trabalhadora. Desde novembro do ano passado, a março, dia de mobilizações, a greve geral vitoriosa, de 28 de abril desse ano, o maio de lutas e o junho vermelho e agora. A organização da classe trabalhadora dá o seu recado aos empresários, àqueles que querem fazer uma reforma trabalhista, e ao setor financeiro, que enche as burras de juros”, avisou.

Em São Paulo, estão programados protestos e diversas empresas públicas e privadas também terão greves de dia inteiro ou paralisações parciais. Ao longo do dia são realizados atos descentralizados em Campinas, Ribeirão Preto, Bauru, São José do Rio Preto, Baixada Santista e Presidente Prudente.

Na capital, as centrais e movimentos sociais voltam a se reunir a partir das 16h, na Avenida Paulista, em frente ao MASP e seguem em caminhada rumo à Prefeitura de São Paulo.

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Cinthia Ribas - Portal CTB

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