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Realizado no sábado (30), em Mongaguá, litoral paulista, o 22º Preparatório para a Campanha Salarial, do Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São Paulo. “Foi muito importante esse seminário e aproveitamos para atualizar a luta política por igualdade de gênero”, diz Gicélia Bitencourt, diretora da Mulher do sindicato.

A sindicalista, que também é secretária da Mulher Trabalhadora da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em São Paulo (CTB-SP) explica que o seminário definiu:

Para serem apresentadas às entidades sindicais, que fazem parte da Confederação nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário (Contricom)

Participação feminina nas comissões para negociação coletiva do trabalho;

Combate ao assédio moral e sexual no ambiente de trabalho;

Valorização do trabalho da mulher;

Igualdade de salários e oportunidades;

Combate a toda forma de violência e discriminação contra a mulher;

Combate ao racismo institucional e estrutural.

A serem apresentadas ao Congresso Nacional:

Redução da jornada de trabalho de 44h para 40h semanais sem redução salarial;

Ratificação da Convenção 156 da OIT;

Regulamentação do Art. 239, parágrafo 4º da Constituição Federal Brasileira;

Licença maternidade de 180 dias para a iniciativa privada;

Aprovação da PL 6653/09;

Imediata sanção do PL 130/11;

Manutenção do vínculo trabalhista, para a mulher em situação de violência doméstica e familiar por até seis meses;

Extinção do Fator Previdenciário;

Regulamentação da Terceirização para atividades fins sem precarização dos direitos e condições de trabalho;

A ser apresentada para o Ministério do Trabalho e Previdência Social:

Revisão das normas de saúde e segurança para contemplar especificidades da atuação feminina no mercado de trabalho no ramo da construção, do mobiliário e da madeira.

Abonar o dia ou hora que as trabalhadoras e trabalhadores compareceram a reuniões escolares de seus filhos, mediante comprovante de comparecimento.

A ser apresentada para a Secretaria Nacional de Segurança Pública:

Plantões nas delegacias de atendimento a mulheres nos finais de semana, com atendimento por pessoas capacitadas em todas formas de violência contra a mulher.

A serem apresentada ao Ministério Educação:

Creches com horários diferenciados para atender as especificidades das trabalhadoras.

Implantação de profissionais: Assistentes Sociais, enfermeiras (os), e psicólogos nas escolas.

Bitencourt acrescenta que aconteceram avanços importantes nas reivindicações sobre a paridade entre homens e mulheres. “Queremos acabar com a discriminação que as mulheres vêm sofrendo há décadas”, finaliza.

Portal CTB com informações do Sindicato dos Oficiais Marceneiros de São Paulo

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