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Ter, Out

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Com a confirmação do golpe, após o impeachment sem crime de responsabilidade contra a presidenta Dilma Rousseff, testemunhamos o avanço de medidas que atacam, sem pudor, os direitos sociais e trabalhistas vigentes no país e a nossa a soberania.

"Não abrimos mão dos direitos da classe trabalhadora”, diz CTB à ministro do Trabalho

O momento é de vigilância e a unidade das forças sociais populares e progressistas é fundamental para barrar o retrocesso que representa o governo sem voto de Michel Temer.

A classe trabalhadora sofre um drama pelas consequências da grave crise econômica. As medidas conservadoras adotadas por Michel Temer têm rebatimento direto na vida dos trabalhadores e trabalhadoras, sobretudo nesse estágio de elevado desemprego.

Do ponto de vista da pauta, está muito claro que o que une o movimento sindical é a defesa dos direitos da classe trabalhadora, por isso, a CTB orienta sua base a unir forças para a construção de um Dia Nacional de Luta, no próximo dia 22/09 (quinta-feira), em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, pela soberania, contra as privatizações e pelo reestabelecimento do Estado Democrático de Direito.

A orientação é tomar as ruas do Brasil e preparar as nossas bases para uma greve geral no país.

Em São Paulo, onde ocorrerá o ato mais numeroso, a concentração se dará a partir das 10h em à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), momento em que as centrais entregarão pauta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas; às 11h, está previsto o início do ato político; às 14h, a manifestação seguirá para a frente do Masp.

As lideranças sindicais de todas as centrais se alternarão no uso do microfone para denunciar a agenda regressiva imposta pelo governo Temer e exigir respeito nas negociações das reformas da Previdência e trabalhista.

Adilson Araújo
Presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

Foto: Joca Duarte

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Em protesto contra nova lei trabalhista, movimento sindical prepara ato nacional     10 de novembro