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Em meio às difíceis conjunturas políticas que se desenham na América Latina, o Encontro Sindical Nossa América, que vai até o sábado (2) em Montevidéu, surge este ano como um espaço estratégico de articulação e organização da classe trabalhadora para enfrentar os achaques neoliberais que não param de golpear os governos progressistas da região.

"A presença de mais de 200 delegados de 19 países aqui é muito representativa”, diz Divanilton Pereira, secretário de relações internacionais da CTB e coordenador da Federação Sindical Mundial do Cone Sul. Ele explica que o ESNA nasceu em 2008 em uma fase positiva para o movimento sindical na América Latina, e hoje a realidade requer um posicionamento ainda mais unitário e propositivo.

“Nunca foi tão importante a defesa unitária da democracia e da valorização do trabalho. O acirramento da disputa mostra que o movimento sindical está percebendo isto muito bem”.

O dirigente é um dos participantes da mesa que discutiu "A investida imperialista contra a classe trabalhadora e os povos, defesa do direito à greve e contra a criminalização da luta social" em debate nesta sexta-feira (1) na sede da central sindical uruguaia PIT-CNT.

Para Divanilton, a luta unificada do movimento hoje tem como eixo a defesa da democracia. “E o ESNA é uma síntese de todas as inflexões sociais, políticas e econômicas em curso, com um recorte de classe bem definido”.

O dirigente afirma que o Brasil e particularmente a CTB vêm liderando e consolidando um protagonismo importante neste processo. “A defesa da democracia se tornou uma bandeira fortemente identificada com a central e com a luta política brasileira”, diz ele.

Portal CTB - Natália Rangel, de Montevidéu

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