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Na manhã da terça-feira (08), em Brasília, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), representada pelo presidente Carlos Joel da Silva, acompanhado do deputado federal Heitor Schuch e sua assessoria, como também o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Santos estiveram em reunião com o Banco do Brasil para tratar assuntos relacionados ao Crédito Fundiário, renegociação de dívidas para agricultores adimplentes e também facilidades no pagamento de custeio e investimento para produtores de suínos e aves.

Segundo o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva o Programa Nacional de Crédito Fundiário operacionalizado pelo Banco do Brasil ainda não está funcionando em virtude da não formalização do novo manual que deve ser elaborado pelo governo federal, como também da falta de contrato entre a entidade financeira e a Subsecretaria de Reordenamento Agrário – SRA.

Neste sentido, a Fetag-RS estará reunida com a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário na tarde de hoje para pressionar a agilidade no processo. O Banco do Brasil informa que as propostas do Crédito Fundiário que estavam protocoladas no sistema antigo com a documentação em dia podem ser contratadas normalmente, contudo não estarão vinculadas aos novos tetos de financiamento.

Em relação a Lei nº 13.606 que trata do desconto em financiamentos para produtores adimplentes o Banco do Brasil não está operacionalizando por que o governo federal ainda não publicou a regulamentação da lei que autoriza o banco a fazer a operação. A Federação estará buscando agenda com o ministro Eliseu Padilha para verificar a situação.

Da mesma maneira que o setor leiteiro vem enfrentado uma severa crise, o setor da carne suína e de frango também está prestes a cair na mesma vala. A Fetag-RS antecipando situações delicadas que os agricultores enfrentarão, dialogou com o Banco do Brasil para que este autorize suas agências a fazer renegociação nos financiamentos de custeio e investimento para agricultores que buscaram financiamentos para estes dois setores.

Para tanto a instituição bancária afirmou que a partir de amanhã todas suas unidades no Rio Grande do Sul renegociarão com agricultores que apresentam dificuldades, perante a assinatura de uma declaração, os financiamentos de custeio com a parcela de 30% neste ano, e nos próximos dois anos parcelas de 35%. Para os financiamentos de investimento a renegociação estenderá um ano após o término do contrato para pagamento.

Carlos Joel afirma que “não dá mais para esperar o governo com tamanha morosidade. Temos muitas famílias no estado esperando para acessar o crédito fundiário e por falta de regulamentação de um simples manual a agricultura familiar está enfrentando dificuldades para potencializar a sucessão rural”.

Fonte: Fetag-RS

 

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