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A segunda rodada de negociação de preço para a atual safra de tabaco realizada na quinta-feira (17) na sede da Afubra, em Santa Cruz do Sul, terminou sem acordo entre produtores de fumo e indústrias. O presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, considerou as reuniões "frustrantes".

Das seis fumageiras recebidas, duas não apresentaram proposta e as demais não chegaram ao percentual de reajuste proposto pelas entidades, que é de 17,7%. As propostas apresentadas variaram percentualmente de 9,12% até 12%, sobre as tabelas praticadas na safra passada.

“O objetivo desta segunda rodada foi de receber as propostas das indústrias e avançar na negociação. Isso não foi possível, pois elas não chegaram ao que nós estamos propondo”, revela a Comissão. Com isso, a expectativa dos produtores é de uma nova rodada a partir da metade do mês de janeiro.

“Novamente, esperamos que as empresas reconsiderem suas posições e não continuem desconsiderando a real variação do custo de produção”, observa o documento. Outra medida que será tomada pela Comissão é manter uma audiência com o Ministério da Agricultura para denunciar que algumas empresas não estão cumprindo a Instrução Normativa nº 10, que trata da classificação do tabaco.

A Comissão recomenda aos seus produtores, frente a uma safra menor, que eles valorizem o seu produto, acompanhem a comercialização e pressionem por preço justo. A Comissão representativa dos fumicultores é formada pelas federações dos Trabalhadores Rurais (Fetag, Fetaesc e Fetaep) dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, da Agricultura (Farsul, Faesc e Faep) e da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

Assessoria de Imprensa Fetag-RS/Afubra

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