Sidebar

25
Sáb, Maio

Fonte
  • Smaller Small Medium Big Bigger
  • Default Helvetica Segoe Georgia Times
O Brasil caiu nove posições e atingiu o 82º lugar no ranking de desigualdade entre homens e mulheres no mundo, segundo relatório do Índice Global de Desigualdade de Gêneros 2009, do Bando Mundial, divulgado nesta terça-feira (27).

A pesquisa foi realizada em 134 países. A Islândia é a nação com menor desigualdade entre homens e mulheres no mundo.

O índice de igualdade de gênero elaborado pelo Banco Mundial considera critérios de participação econômica, oportunidades profissionais, participação política, acesso à educação e saúde e mortalidade. Em 2009, a Islândia avançou no combate às desigualdades de gênero devido a pequenas melhorias na participação econômica e educação das mulheres, além de um crescimento na porcentagem de mulheres no parlamento, que subiu de 33% para 43% das cadeiras.

No caso do Brasil, apesar de estar entre os locais com atendimento à saúde menos discriminatório, os pesquisadores responsáveis pelo estudo viram um aumento na lacuna entre a renda de homens e mulheres que trabalham em posições semelhantes e na renda estimada mensal.

As diferenças de renda ocorrem mesmo com um maior índice de mulheres do que de homens alfabetizadas, com qualificação técnica e profissional, e inscritas em escolas de ensino médio e superior.

O Brasil também perde muitos pontos por nunca ter tido uma chefe de Estado mulher e por ter poucas mulheres no Congresso e à frente de ministérios.

Entre os cinco países com menor desigualdade de gênero também estão Finlândia, Noruega e Nova Zelândia. A África do Sul aparece em sexto lugar no ranking global, sendo o segundo país do hemisfério sul com mais igualdade de oportunidades entre homens e mulheres - perde apenas para a Nova Zelândia.

Os cinco piores países para mulheres, na comparação com as oportunidades dadas aos homens, são Iêmen, Chade. Paquistão, Benin e Arábia Saudita, respectivamente.

O Iêmen é o pior país do mundo em oportunidades econômicas para as mulheres. No quesito participação política, o pior país é a Arábia Saudita - que não tem nenhuma mulher no parlamento ou em posições ministeriais.
0
0
0
s2sdefault

Quer saber o que acontece no movimento sindical e no mundo do trabalho?

Digite seu nome e e-mail para receber gratuitamente nosso informativo.