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Os cerca de 120 agentes dos Centros de Atendimento ao Cidadão (CEACs) não aceitaram a contraproposta do governo estadual e decidiram manter a greve por tempo indeterminado. “Decidimos manter a greve porque as negociações com Gama não agradaram a maioria dos servidores dos CEACs. A categoria não viu firmeza na proposta, porque ela veio desacompanhada de prazos”, afirma a servidora Danielle Santana.

A greve foi deflagrada na última quarta-feira, 11. No dia 12, o secretário de Estado do Planejamento, João Augusto Gama recebeu a Comissão de Greve, que estava acompanhada da direção do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos de Sergipe (SINTRASE).

O secretário respondeu os ofícios encaminhados pelo SINTRASE, se comprometeu em “estudar a viabilidade jurídica e econômica” do pleito: concessão do auxílio-alimentação no valor de R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais). Na audiência, Gama também pediu o fim do movimento grevista e anunciou que vai pedir a ilegalidade da greve.

Segundo os agentes, a greve continuará até que o governo apresente prazos para viabilidade jurídica da reivindicação. A paralisação atinge todos os serviços prestados pelos oficiais administrativos SEPLAG/SE lotados em todos os CEACs de Aracaju: Secretaria de Segurança Pública (emissão de Carteira de Identidade-RG); do NAT (emissão de Carteira de Trabalho, solicitação de Seguro Desemprego) e do IPES Saúde (requisição de consulta e exames).

Fonte: Dé Jacobina, Comunicação Sintrase

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